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Pesquisa auxilia restauradores de obras de arte em todo mundo

Pesquisa auxilia restauradores de obras de arte em todo mundo

Pintada no fim do século 19, a obra Sagrada Família está submetida aos cuidados dos restauradores do Ateliê de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis (Atecor) da Fundação Catarinense de Cultura (FCC).

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Foto: Aires Mariga / Epagri 

A Procuradoria Geral do Estado de Santa Catarina (PGE) comemora decisão importante do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) que impacta diretamente a atividade econômica e a agricultura das regiões mais altas do Estado. Na quarta-feira, 5, os desembargadores do Órgão Especial concluíram julgamento de ação direta de inconstitucionalidade movida pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e entenderam ser constitucional dispositivo específico do Código Estadual do Meio Ambiente que declara serem campos de altitude e, portanto, com restrições para atividades econômicas, somente as áreas com altitude superior a 1.500 metros.

Para o MPSC, a legislação catarinense deveria levar em conta resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e mapas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apontam como campos de altitude áreas a partir dos 400 metros. No entanto, a PGE contestou as alegações, entendendo que Santa Catarina tem uma geografia peculiar e atividades agrícolas já consolidadas em regiões superiores, devendo a legislação local estabelecer a altitude de 1.500 metros.

“Se o Poder Judiciário não tivesse reconhecido a constitucionalidade do artigo do Código Estadual do Meio Ambiente, declarando como campos de altitude somente as áreas a partir de 1.500 metros de altura, as atividades agrícolas realizadas nas regiões de planalto em Santa Catarina seriam inviabilizadas, causando prejuízos incalculáveis para a economia do Estado”, observa a procuradora-geral Célia Iraci da Cunha.

Durante o julgamento da ADI, a PGE atuou firmemente na defesa do Código Estadual do Meio Ambiente. “Inicialmente, a relatora do processo, desembargadora Soraya Nunes Lins, estava inclinada a votar pela inconstitucionalidade do dispositivo sobre os campos de altitude, mas, sabendo da importância dessa decisão para a agricultura do Estado, trabalhamos para garantir que a decisão não afetasse os campos de altitude. Fizemos sustentação oral, distribuímos memoriais aos desembargadores, acompanhamos as sessões de julgamento e realizamos reuniões técnicas com o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina”, observa a procuradora-chefe da Consultoria Jurídica da PGE, Queila de Araújo Duarte Vahl.

A procuradora do Estado Rejane Maria Bertoli também atuou no processo. A ADI ainda não transitou em julgado e a PGE continuará atuando em prol do Estado de Santa Catarina em caso de eventual recurso.

ADI 8000030-60.2017.8.24.0000

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Maiara Gonçalves
Assessoria de Comunicação
Procuradoria Geral do Estado
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Foto: Julio Cavalheiro / Secom

O mel produzido em Santa Catarina já venceu cinco títulos de melhor do mundo no congresso da Federação Internacional de Associações de Apicultores (Apimondia). As razões para o sucesso da apicultura catarinense são tão numerosas quanto as medalhas conquistadas pelos produtores do Estado. Tudo começa com as condições geográficas de Santa Catarina, que garantem não só um produto de qualidade superior como uma produtividade por quilômetro quadrado mais de 12 vezes acima da média nacional.

"Como nosso relevo é bastante acidentado, há algumas áreas que não são praticáveis para a lavoura, mas para a apicultura é o ideal. Há uma ampla variedade de mata nativa, uma flora apícola muito diversificada e inúmeros tipos de solo, vários microclimas nas regiões", explica o extensionista rural da Divisão de Estudos Apícolas da Epagri, Rodrigo Durieux da Cunha.

Outro fator, segundo ele, é a capacidade técnica dos apicultores catarinenses. Eles têm disposição para aprimorar as técnicas de cultivo. "Há um trabalho muito intenso da Epagri, junto de outras instituições, como a Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de Santa Catarina (Faasc) e instituições de ensino e pesquisa, para qualificar o cultivo, aumentando a produtividade e a qualidade", afirma o extensionista.

Feira do Mel

Desde quarta-feira, 5, até sábado, 8, o melhor da produção catarinense pode ser encontrado na 20ª Feira do Mel, em Florianópolis. O evento ocorre na Avenida Paulo Fontes, em frente ao Ticen, e está sendo organizada pela Faasc, Epagri e Prefeitura de Florianópolis. A principal novidade do evento para este ano é que o mel será vendido mais barato que em 2018: o preço é de R$ 23 o quilo do mel convencional e a R$ 28 o quilo do mel orgânico e melato.


Foto: Mauricio Vieira / Secom

"Até aqui, a Feira do Mel tem superado as expectativas. Além do aumento do número de feirantes, tivemos mais consumidores e maior venda dos produtos. O evento é importante para divulgar e incentivar o consumo do mel", avalia o presidente da Faasc, Ênio Frederico Cesconetto. Segundo ele, é comum que os compradores da feira acabem se tornando consumidores das marcas que conhecem no evento.

É o que aconteceu, por exemplo, com o aposentado Marcelino Pontes, morador de Florianópolis, presente mais uma vez à Feira do Mel. "Eu compro um mel de Luzerna há muitos anos, porque achei muito bom, um mel puro", relatou Pontes.

Apicultor de Campo Alegre, Egon Luiz Drefahl, participa da Feira do Mel pela sexta vez.  De acordo com Drefahl, a produção do ano foi acima do esperado e a tarefa, agora, é comercializar o mel. Para isso, considera a feira um ótimo canal. "O local está excelente, temos a esperança de que vamos vender bem", projeta.

O evento ocorre em meio à Semana de Conscientização Ambiental. Em comemoração, foi organizada uma Mostra de Projetos Ambientais que são desenvolvidos em Santa Catarina. Também há a distribuição de mudas de plantas nativas para quem visitar a feira.

A apicultura catarinense

Santa Catarina tem 9 mil famílias rurais trabalhando com abelhas e 323 mil colmeias. O Estado tem a melhor produtividade do país, uma média de 68 quilos por quilômetro quadrado, contra cinco quilos no restante do Brasil.


Foto: Julio Cavalheiro / Secom

De acordo com a edição mais recente do Inventário da Apicultura Catarinense, de 2016, 289 municípios catarinense têm alguma produção de mel. Os maiores produtores são, nesta ordem, Bom Retiro, Içara, Urubici, Santa Terezinha, Fraiburgo, São Joaquim e Anitápolis.

Além do mel, outros produtos da apicultura catarinense são pólen, própolis, cera bruta, núcleos, rainhas e apitoxina. A polinização também é importante, por exemplo, para o cultivo de macieiras.

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Renan Medeiros
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 Fotos: Mauricio Vieira/ Secom

O governador Carlos Moisés afirmou na manhã desta quinta-feira, 6, que trabalhará a partir de agora para aprovar uma legislação que regule o co-financiamento da área de Assistência Social com os municípios, levando em consideração critérios técnicos para o repasse dos recursos. A afirmação foi feita durante a solenidade de abertura do simpósio “Refugiados e Migrantes em Santa Catarina: Como Acolher e Integrar?”, ocorrida na sede da Justiça Federal em Florianópolis. Na visão do governador, o papel do Estado é atuar na parte de gestão, enquanto a execução fica a cargo das prefeituras, que merecem receber uma compensação financeira.

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“Assumimos aqui o compromisso público de fazer o encaminhamento da legislação que trata dessa política no Estado de Santa Catarina, do co-financiamento da assistência social. O Estado precisa estar presente e participar, mas a política pública é desenvolvida nos municípios. Sem capilaridade não se pode falar em receber e interiorizar o imigrante”, afirmou o governador Moisés.

Durante a solenidade, o governador também destacou que a chegada dos imigrantes pode ser vista como uma oportunidade e lembrou o passado, em que Santa Catarina recebeu levas de imigrantes de todas as partes do mundo: “Santa Catarina é o maior exemplo de que essa miscigenação deu certo. Hoje temos um Estado diverso e pujante”.

Capacitação em polos regionais
Hoje, Santa Catarina conta com 8,5 mil trabalhadores na assistência social, a maior parte deles das prefeituras. Segundo o governador, esse “exército” precisa ser usado para ajudar no atendimento aos imigrantes que chegam ao Estado. Pensando nisso, a Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação fará ciclos de capacitação em novo polos regionais no segundo semestre. A ideia é que os cursos capacitem até 3,6 mil pessoas. É o que explica a secretária da pasta, Maria Elisa De Caro.

 Governador com Camila Adams Chassi, imigrante do Guiné-Bissau

“Temos que valorizar o trabalho em grupos e interssetorial. Por isso, faremos o CapacitaSUAS, em nove polos regionais. Neste ano, ele vai focar bastante no atendimento ao imigrante. O importante, em uma política multifacetada, é estar juntos. Na cadeia, cada um tem um papel. Por isso, a importância dessa capacitação. Precisamos fazer a integração entre as instituições. Ninguém faz nada sozinho”, disse a secretária.

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Leonardo Gorges
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 Fotos: Divulgação/ Prefeitura de Antônio Carlos

A revitalização do trecho da SC-407 em Antônio Carlos está mais perto de virar realidade. O secretário de Estado da Casa Civil, Douglas Borba, assinou no fim da tarde desta quarta-feira, 5, na prefeitura, a autorização do processo licitatório da obra. A pavimentação contempla um trecho de 3,2 quilômetros entre o limite dos municípios de Antônio Carlos e Biguaçu até a Praça Anchieta.

Segundo Borba, a rodovia é essencial para os moradores e para a economia local, pois faz ligação entre as duas cidades, dando acesso à BR-101. ”Este caminho traz desenvolvimento econômico à região, facilitando a logística e o escoamento da produção agrícola”, disse.

Mais conhecida como Rua Daniel Petry, a via contempla o ”trecho esquecido” dos trabalhos de recuperação da SC-407. A obra será custeada com a sobra do contrato de pavimentação da rodovia, de 2016, no valor aproximado de R$ 2 milhões.

O prefeito Geraldo Pauli agradeceu a iniciativa do Governo do Estado de destravar o processo de continuidade da obra. "O trecho revitalizado da SC-407 ficou bonito, o problema é quando você chega em Antônio Carlos. É uma via que suportou durante muitos anos o excesso de peso dos caminhões e não teríamos recursos para recuperá-la", afirmou Pauli.

Também estiveram presentes os vereadores de Antônio Carlos, o secretário-adjunto da Casa Civil, Matheus Hoffmann, e o coordenador da Central de Atendimento aos Municípios, Gabriel Loeff.

 

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Mauren Rigo
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Casa Civil
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 Foto: Julio Cavalheiro/ Secom

Na madrugada desta quinta-feira, 6, foi finalizada a operação de transferência de carga da ponte Hercilio Luz. Com condições climáticas favoráveis, a equipe conseguiu adiantar o trabalho previsto inicialmente para levar quatro etapas e concluí-lo em apenas três noites. A atividade se encerrou por volta das 2h30min.

Agora, 80% do peso da ponte, cerca de 1,7 mil tonelada, voltou a ser sustentado pela própria estrutura pênsil. O trabalho de restauração ao longo de mais de um ano incluiu a substituição dos 28 cabos pendurais e 360 barras de olhal que mantêm a ponte elevada. Desde 2017, quando ocorreu a primeira transferência de carga, a Hercílio Luz foi elevada em cerca de 1,80 metro e o peso ficou apoiado sobre as estruturas provisórias.

 Arte: Sal Santos/ Secom

Próximas etapas

Dando continuidade ao cronograma da obra, será iniciada a desmontagem da estrutura provisória superior e, assim, o cartão-postal voltará a ter a configuração original. Com a retirada da estrutura provisória superior, também será possível avançar na colocação do piso da pista do vão central e dar continuidade à construção das passarelas de pedestres e ciclistas.

A última etapa de transferência de carga, dos 20% que seguem sustentados pela estrutura provisória, está prevista para setembro, quando a obra entra na fase final.

Mais informações para imprensa:
Patricia Zomer
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Infraestrutura
(48) 3664-2008 / 9-9995-8494
patriciazomer@sie.sc.gov.br

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