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Medalha Zilda Arns

Medalha Zilda Arns

A medalha Zilda Arns é uma justa homenagem a quem dedica a vida para fazer o bem às pessoas. Nesta semana, o governador Eduardo Pinho Moreira entregou o título ao médium Divaldo Pereira Franco. Homem que desenvolveu um belíssimo trabalho caritativo, fruto da vontade de servir o próximo.

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Foto: Julio Cavalheiro/Secom

Depois de 45 dias fechado para uma reforma completa na parte elétrica, o Museu Histórico de Santa Catarina, sediado no Palácio Cruz e Sousa, no Centro de Florianópolis, foi reaberto na noite desta terça-feira, 10. O secretário de Estado de Comunicação, Marcelo Mello Rego, representou o governador Eduardo Pinho Moreira durante cerimônia.

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“A reabertura de um dos espaços mais antigos de Santa Catarina é muito importante para que as pessoas possam conhecer e viver um pouco da nossa história. É uma forma demonstrar que o Governo incentiva e apoia a cultura no Estado. Sou historiador e tenho um carinho especial por esse trabalho”, destacou o secretário da Comunicação, Marcelo Mello.

Toda a fiação foi substituída e as arandelas internas e externas tiveram a estrutura modernizada. A última grande reforma da parte elétrica foi realizada há cerca de 40 anos. “Já foi feita a restauração da marchetaria (piso de madeira) e agora fizemos a reparação dos lustres, além da lavação externa do prédio”, contou a restauradora do museu histórico, Márcia Escorteganha. 

Conforme a administradora do espaço, Maria José da Costa Brandão, cada item da parte elétrica, desde uma tomada até a alimentação que vem da rua, foi substituída evitando ocorrências futuras como incêndio. “É um trabalho vital para essa edificação que há mais de 40 anos não recebia nenhum de tipo de reforma elétrica. A gente estava correndo constantes riscos no patrimônio”. 

Em consideração ao trabalho realizado no último ano o atual presidente da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Oséas Mafra Filho, passou a palavra ao ex-presidente Rodolfo Pinto da Luz, que anunciou a restauração do memorial Cruz e Souza, local que abriga as cinzas do poeta.

“Cada detalhe dessa obra foi tratado com zelo e atenção. Em nome da história de Santa Catarina precisamos preservar este patrimônio para as futuras gerações”, disse o ex-presidente da FCC, Rodolfo Pinto da Luz.

Exposições

O Museu Histórico reabre com duas exposições na Sala Martinho de Haro: uma delas com obras do pintor Hassis e a outra de Jone Cesar Araújo, com a temática dos 270 anos da chegada dos açorianos ao litoral catarinense. 

Museu Virtual

Quem visitar o Museu Histórico poderá fazer uma tour virtual com o auxílio de um audioguia (clique aqui). Com essa ferramenta, o público pode obter informações sobre as principais obras, em texto e áudio, e em cinco línguas: português, inglês, espanhol, francês e italiano.

O Museu

Criado pela Lei Estadual nº 5.476, de 4 de outubro de 1978, o Museu Histórico de Santa Catarina (MHSC) teve sua abertura na Casa da Alfândega, em Florianópolis, realizada em 2 de março de 1979, conforme termo de abertura assinado pelo secretário da Educação e Cultura, professor Márcio Cesar Moraes. 

A mudança efetiva da Alfândega para o Palácio Cruz e Sousa ocorreu antes mesmo que a lei que transferia o MHSC para a nova casa fosse sancionada. No dia 5 de dezembro de 1986, ocorreu a solenidade em que o governador Esperidião Amin sancionou a lei que transferia definitivamente o MHSC e o IHGSC para o Palácio Cruz e Sousa. Na Lei n. 6.900, de 5 de dezembro de 1986, o Palácio passa aos cuidados do MHSC. 

A História

Em meados do século XVIII, época em que foi criada a Capitania da Ilha de Santa Catarina e nomeado seu primeiro governador, o brigadeiro José da Silva Paes, foi também construído junto à praça da Vila de Desterro um prédio de três seções e dois pavimentos para ser a nova "Casa de Governo". Durante mais de um século, o Palácio passou por diversas modificações, até que na mudança republicana uma grande reforma (1894–1898) foi realizada, adquirindo as características arquitetônicas preservadas até o presente.

Dez estátuas alegóricas esculpidas pelo artista italiano Gabriel Silva ornamentam a parte externa do prédio, coroando as platibandas. Entre elas, a padroeira do estado, Santa Catarina; a ninfa evocativa dos mares, Anfitrite; e o deus mitológico Mercúrio, compondo com duas barricas, alegoria alusiva ao comércio e à indústria catarinenses, respectivamente, sendo o último localizado no alto da fachada lateral, à direita. Os ladrilhos da calçada à frente do palácio foram importados e assentados no ano de 1910.

Posteriormente, nas obras de manutenção, foram realizados inúmeros acréscimos e modificações internas, além de repinturas que se acumularam em várias camadas com o passar dos anos. Em 1977, deu-se início a um grande trabalho de restauração do edifício, que passou a denominar-se, em 1979, Palácio Cruz e Sousa, em homenagem ao grande poeta catarinense.

Em 1984, o prédio é tombado como patrimônio histórico do Estado e iniciam-se novas obras de restauração, as quais lhe devolvem as características arquitetônicas originais da reforma feita pelo governador Hercílio Luz em 1898. Em 1986, reaberto, passa a sediar o Museu Histórico de Santa Catarina.

A partir de 2005, foram retomados os trabalhos de restauração das pinturas decorativas das paredes internas e dos forros de estuque, tratamento emergencial necessário, que vem sendo realizado por uma equipe de profissionais qualificados, dentro de rigorosos critérios técnicos. Quem visita o Museu pode acompanhar as etapas da restauração.

Informações adicionais para a imprensa:
Rafael Vieira de Araújo 
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: rafael@secom.sc.gov.br  
Telefone: (48)  3665-3018 / 99116-8992
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Projeto ROAZ é apresentado no Fórum Mundial da Água, em Brasília - Foto: Divulgação/ROAZ

Por mais distantes que sejam, o Lago Paranoá, em Brasília, a Costeira do Pirajubaé, em Florianópolis, e a Bahia da Guanabara, no Rio de Janeiro, têm algo em comum: suas águas foram monitoradas por embarcações construídas com auxílios financeiros do governo estadual e federal, por meio do programa Tecnova, que recebeu recursos da Financiadora de Estudo e Projetos (Finep) e da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

Além de identificar poluentes, os barcos carregam equipamentos capazes de mapear a topografia subaquática e executar outras tarefas sem condutores, pois se enquadram na categoria Veículo Aquático Não-Tripulado de Navegação Autônoma. É para que este fim que os “drones aquáticos” da empresa Roaz serão orientados.

“Há muitas demandas que sequer imaginávamos, entre elas as da ANA e das empresas que prestam serviços a ela”, disse o engenheiro Roberto Böell Vaz, referindo-se aos pedidos que recebeu durante o Fórum Mundial da Água, maior evento global sobre o tema, promovido em março na capital federal. O convite para mostrar o veículo no Fórum decorreu do Prêmio Mútua de Empreendedorismo, entregue em 2016 pela seguradora ao projeto Roaz. 

Para Brasília, Vaz e o administrador de empresas João Roberto Golfetto levaram o terceiro e menor modelo do veículo, com 1,65 metro de extensão. O barco foi levado de um estande ao Lago Paranoá para um teste e chamou atenção até da Rede Globo.

As versões anteriores do Roaz tinham 5,2 metros – a primeira, financiada pelo programas Sinapse da Inovação – e 2,8 metros – esta feita também com recursos da Fapesc e da Finep, por meio do Tecnova. “Sentimos a necessidade de diminuir o tamanho dos barcos e de atualizar a plataforma do software de controle, que antes era no computador, hoje é num tablet e futuramente será no celular”, explica o engenheiro, que também trabalha na Udesc. 

Informações adicionais para a imprensa:
Heloisa Dallanhol
Coordenadoria de Comunicação
Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do estado de Santa Catarina - FAPESC
E-mail: comunicacao@fapesc.sc.gov.br
Telefone: (48) 3665-4812
Site: www.fapesc.sc.gov.br 
www.facebook.com/fapesc.gov  

 

 


Foto: Divulgação / FCC

Uma conciliador e profundo conhecedor dos caminhos da esfera pública. Ozéas Mafra Filho, 67 anos, assume a presidência da Fundação Catarinense de Cultura (FCC). Desde o início de 2016 ele respondia pela gerência financeira da instituição, até receber o convite do governador Eduardo Pinho Moreira para assumir o comando da FCC.


Fotos: Jeferson Baldo / Secom

A posse de 11 novos ministros foi prestigiada pelo governador Eduardo Pinho Moreira em cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em Brasília, nesta terça-feira, 10. Entre a reformulação ministerial do presidente da República, Michel Temer, está o novo ministro do Turismo, o catarinense Vinícius Lummertz, então presidente da Embratur.

Para Eduardo Pinho Moreira, esta é uma representatividade bastante expressiva para Santa Catarina, uma vez que o Estado recebe visitantes de todo o Brasil e de outros países. “Um catarinense no Ministério do Turismo é mais um caminho para buscarmos parcerias para desenvolvermos o nosso potencial turístico, responsável por 13% da riqueza catarinense. Além de Lummertz, estamos prestigiando também os demais ministros que são grandes parceiros na articulação de recursos para o nosso Estado”, destaca.

Descrição do áudio:

O governador Eduardo Pinho Moreira esteve reunido com o novo ministro do Trabalho e Emprego, Helton Yomura, tratando de recursos para o Sistema Nacional de Emprego (Sine),
na manhã desta terça-feira, 10./
A intenção é manter o convênio do Governo Federal com Santa Catarina para que os serviços nas agências do Estado continuem sendo oferecidos com qualidade à população.
De acordo com a secretária da Assistência Social, Trabalho e Habitação, Romanna Remor, o ministro se comprometeu a repassar o valor da terceira etapa do convênio além de uma suplementação de recursos./
SONORA
Em Santa Catarina, a execução do Sine ocorre por meio de convênio plurianual, sendo que o último documento foi assinado em 2012, contemplando a primeira etapa com um custo aproximado de R$ 8 milhões./
Já a segunda fase, que encerrou em 28 de fevereiro de 2017, contabilizou um investimento de quase R$ 7,5 milhões. O valor da terceira etapa orçada em mais de R$ 3,8 milhões deveria ter sido liberado em março de 2017, mas ainda não ocorreu./
Os serviços do Sine ajudaram Santa Catarina a ser o estado que mais gerou emprego no ano passado.//

 

 

Duração: 01 Min. 51 Seg.
Apresentação: Leonardo Franzoni
Técnica: Leonardo Franzoni
Produção: Serviço de Rádio da Secretaria de Estado da Comunicação
Contato: (48) 3665-3003 / 3665-3051
E-mail: radio@secom.sc.gov.br

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