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Fotos: Márcio Martins/FCC

Nesta sexta-feira (18), é comemorado o Dia Internacional dos Museus e até domingo muitas atrações acontecem pelo Estado.  Mais do que comemorar a data, o objetivo é valorizar ainda mais esses espaços tão importantes para a preservação da memória e desenvolvimento da cultura.

Com o tema “Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos”, a Semana Nacional dos Museus deste ano busca aproximar as instituições e os visitantes por meio da tecnologia, em todo o país.

Tecnologia

Aqui em Santa Catarina um exemplo é a Casa de Campo do ex-governador Hercílio Luz, em Rancho Queimado, que a partir de agora apresenta uma novidade: o acervo está disponível para consulta online em smartphones com conexão 3G e 4G, trazendo mais informações para os visitantes. A partir de um código QR Code, quem passa por lá poderá conferir detalhes a respeito de 10 itens entre objetos, mobílias e ambientes. Para verificar as informações basta posicionar a câmera do smarthphone sobre o código impresso. O espaço funciona de terça a sexta-feira, das 13h às 18h, e nos finais de semana, das 10h às 17h. A entrada é gratuita.

A tecnologia também está presente no Museu Histórico de Santa Catarina, que fica em Florianópolis. Por lá é possível fazer um tour virtual com auxílio de áudio guia. Essa ferramenta traz informações sobre as principais obras em texto e áudio, em cinco línguas: português, inglês, espanhol, francês e italiano. O horário de funcionamento do espaço é de segunda a sexta, das 10h às 18h e nos fins de semana das 10h às 16h. Os ingressos custam R$ 5,00 e a meia-entrada  R$ 2,00.

Museus catarinenses usam a tecnologia para aproximar os visitantes

Uma boa dica para esse final de semana é visitar o espaço mais próximo e conhecer um pouco mais da história catarinense. A programação completa dos museus pode ser conferida pelo site da Fundação Catarinense de Cultura.


SERVIÇO

Casa de Campo
R. Romanos Goedert, 428, Rancho Queimado  
(48) 3275-145 

Museu Histórico de Santa Catarina

Palácio Cruz e Sousa - Praça XV de Novembro, 227 - Centro, Florianópolis - 
(48) 3665-6363  

Assessoria de Comunicação: Fundação Catarinense de Cultura (FCC)
Fone: (48) 3664-2571 / 3664-2572 
Email: imprensa@fcc.sc.gov.br
Site: www.cultura.sc.gov.br


Fotos: Douglas Saviato/Secretaria de Articulação Nacional

Para garantir os repasses do Governo Federal às unidades do Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Santa Catarina, a secretária de Assistência Social, Trabalho e Habitação, Romanna Remor, reuniu-se com o coordenador-geral do sistema, Marco Sussumo, no Ministério do Trabalho e Emprego, nesta quinta-feira, 17, em Brasília. O pleito é uma das reivindicações defendidas pelo governador Eduardo Pinho Moreira que vem tratando sobre o assunto com o ministro Helton Yomura.

“O trabalhador é o maior beneficiado com a atuação do Sine, uma porta de entrada para o mercado de trabalho. As agências são essenciais para o crescimento dos nossos índices de empregabilidade, que nos últimos meses se destacaram expressivamente. O trabalho desenvolvido nas agências do Estado fomenta o mercado e a competitividade”, destaca Moreira.

Sine

Santa Catarina conta com 124 postos de atendimentos, sendo 23 de execução direta e os demais com parcerias técnicas com os municípios. De acordo com Romanna, um grande passo foi dado para a regularização do convênio que já está em sua terceira etapa. Entretanto, por estar parado há mais de um ano, existe uma ameaça à continuidade dos serviços prestados nas unidades do Sine pelo Estado.

Secretária de Assistência Social articula repasse do Governo Federal para as unidades do Sine de SC

“O governador consentiu em pagar as pendências financeiras existentes nas etapas do convênio e já havia articulado junto ao ministro do Trabalho e Emprego não apenas o repasse, mas também uma suplementação, que dará um fôlego às unidades pelo Estado. Foi um mérito do governador em determinar a continuidade do serviço e depois ter cobrado a suplementação com o ministro”, comenta a secretária.

Ainda de acordo com Romanna, o serviço das agências é imprescindível, considerando que Santa Catarina foi o Estado que mais gerou empregos em 2017. “Estamos trabalhando para resolver todas as pendências e honrarmos os atendimentos à população até o fim do ano, quando se encerra o convênio. Agora, estamos ainda mais perto desta garantia do recurso”, garante.  A secretária-adjunta da secretaria, Reginete Panceri, e o gerente de administração, finanças e contabilidade, José Rafael Biff, também estiveram presentes nas agendas no Ministério do Trabalho e Emprego.

Informações para a imprensa:

Douglas Saviato
Assessoria de Imprensa 
Secretaria Executiva de Articulação Nacional
E-mail: douglas@san.sc.gov.br
Fone: (61) 3101-0900 / 99304-0198
Site: www.san.sc.gov.br 


Fotos: Jeferson Baldo / Secom

Acompanhado do Ministro do Esporte, Leandro Cruz, o governador Eduardo Pinho Moreira participou da inauguração do Centro de Treinamento do Criciúma Esporte Clube, nesta quinta-feira, 17. A obra, que contou com recursos do Governo Federal pela Lei de Incentivo ao Esporte, foi edificada sobre um terreno doado pela prefeitura de Criciúma em 1992.

“São 12 hectares desapropriados da Companhia Siderúrgica Nacional. Era uma área degradada pelo carvão e hoje é um centro de treinamento que, com certeza, vai oportunizar muitos catarinenses. Aqui nós ajudamos a formar jovens, a formar aqueles que precisam de atenção por meio do esporte”, comentou o governador.


Foto: Douglas Saviato / SAN

A secretária de Assistência Social, Trabalho e Habitação, Romanna Remor, buscou informações para a implantação da Casa da Mulher Brasileira no departamento de Políticas de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, nesta quinta-feira, 17, em Brasília. A intenção é concentrar em um espaço público serviços especializados e multidisciplinares para o atendimento às mulheres em situação de violência.

Esta iniciativa está integrada no programa federal Mulher, Viver Sem Violência, instituída através de um decreto presidencial em 2013, a qual prevê que as capitais recebam a Casa da Mulher Brasileira. De acordo com Romanna, o Governo do Estado tem um terreno na região central da Florianópolis disponibilizado para a viabilização do imóvel.

“Vislumbramos um passo concreto para a reedição do termo de adesão do terreno e já agendamos uma visita na primeira quinzena de junho com as responsáveis pelo programa do departamento de Políticas de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Iremos até a Casa da Mulher Brasileira de Curitiba conhecer o funcionamento deste espaço público e, no dia seguinte, estaremos em Florianópolis visitando o terreno disponibilizado pelo Estado”, adianta.

De acordo com a coordenadora do programa Mulher, Viver Sem Violência, Carolina Vaz, o projeto arquitetônico do imóvel é padronizado e a metragem corresponde ao número de habitantes do município, sendo que Florianópolis corresponde ao tipo dois, portanto, de mil metros quadrados. “É uma construção grande, sendo que o nosso objetivo é viabilizarmos o máximo de casas possíveis ainda este ano com os recursos que conseguirmos por meio do Governo Federal”, ressalta. Atualmente, quatro casas estão em funcionamento pelo Brasil e outras três estão prestes a inaugurar.

Para a diretora do departamento, Eliana Guerra Alencar, implantar estes espaços é uma forma de garantir direitos a todas as mulheres a fim de que elas tenham acesso aos serviços através de um equipamento social de enfrentamento à violência em iguais condições. “Apesar dos avanços nas legislações e políticas públicas ainda há muito que se progredir no enfrentamento da violência, principalmente se considerarmos a diversidade da cultura brasileira e seu território com dimensão continental”, frisa.

Além deste acolhimento nas capitais, o programa prevê outras possibilidades, como a construção de casas nas fronteiras secas pelo país, onde se concentram grandes índices de vulnerabilidade social. Também é possível viabilizar imóveis de aproximadamente 280 metros quadrados e de baixo custo. Esta alternativa seria para ser pulverizada nos municípios, podendo inclusive ser viabilizada em imóveis alugados.

Esta última opção seria um local mais acessível à realidade dos municípios, tendo em vista que a autonomia econômica da mulher é prioridade. O intuito é a qualificação profissional para que a mulher tenha independência financeira e, consequentemente, autonomia. Para isso, parcerias com órgãos e entidades são estabelecidas, o que ocorre com o Ministério do Trabalho e Emprego.

Ações do programa

Entre as demandas estão: o acolhimento, a orientação e o encaminhamento de mulheres e meninas em situação de risco ou vítima de violência sobre legislação e serviços disponíveis na rede de atendimento psicossocial e jurídica nas três esferas do governo.

Outra ação é a expansão do acesso e o aumento da divulgação da Central de Atendimento às Mulheres, ou seja, o canal de denúncia 180. Ainda estão previstos o auxílio do desenvolvimento de ações de autonomia econômica e geração de renda de mulheres em situação de risco ou vítimas, bem como visitas em residências e espaços públicos em uma busca ativa de vítimas ou mulheres em risco.

Informações adicionais para a imprensa
Douglas Saviato
Assessoria de Imprensa 
Secretaria Executiva de Articulação Nacional
E-mail: douglas@san.sc.gov.br
Fone: (61) 3101-0900 / 99304-0198
Site: www.san.sc.gov.br 


Fotos: Julio Cavalheiro / Secom

Um pedido por socorro, de uma das margens do rio Itajaí-Açu, em Blumenau, deu início ao simulado coordenado pela Defesa Civil de Santa Catarina com o objetivo de integrar e treinar as equipes que entram em ação numa situação de crise, como o caso dos desastres naturais. O treinamento vai até a sexta-feira, 18, envolvendo um efetivo de aproximadamente 1,2 mil homens e mulheres da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Exército Brasileiro e Samu. Além de Blumenau, as atividades ocorrem, paralelamente, nos municípios de Gaspar, Pomerode e Itajaí.

Na simulação realizada em Blumenau, as equipes atuaram no resgate de uma vítima que estava ferida e ilhada durante uma enchente. Com botes e coletes salva-vidas, os bombeiros cruzaram o rio e fizeram os primeiros procedimentos. Do outro lado do rio, entraram em ação os profissionais do Samu que aguardavam para levar o jovem ao hospital mais próximo, onde receberia o atendimento especializado.

“Numa situação real de enchente, por exemplo, o trabalho envolveria inúmeras situações adversas, mas uma ação como esta é importante para treinar nossos protocolos e procedimentos”, informou o secretário de Estado da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli, que acompanhou o simulado na cidade de Blumenau, na manhã desta quarta-feira, 16.

ESTADO REFERÊNCIA EM DEFESA CIVIL

A cena representada ali às margens do rio já foi real por recorrentes vezes em todo o Vale do Itajaí, provocando verdadeiras tragédias na vida de milhares de catarinenses. Apesar de enchentes e inundações serem tão frequentes na região, a imprevisibilidade da natureza impõe desafios ainda maiores para a Defesa Civil. Basta olhar para o que ocorreu na região de Blumenau em 2008, quando as fortes chuvas vieram acompanhadas de deslizamentos de terra. “Foi uma tragédia com 137 mortes. Todas provocadas por deslizamentos de terra, algo que a gente não esperava”, lembrou Moratelli.



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Diante desta situação e para evitar desastres maiores no futuro, o secretário reforça a teoria de que a gestão de crise numa situação real de emergência precisa ser conduzida em várias frentes de trabalho, por isso a secretaria de Estado da Defesa Civil vem se tornando uma referência no país e no mundo pela estrutura que está sendo montada para tornar a ação do Estado mais eficiente e abreviar o tempo de resposta à sociedade.

“Santa Catarina não é referência por acaso, mesmo em tempo de calmaria o trabalho não para, é isso que fortalece e torna nossas ações mais acertivas. E mesmo que a natureza continue imprevisível, todas as forças estarão unidas e preparadas para proteger o que há de mais importante que é a vida dos catarinenses”, enfatizou o governador Eduardo Pinho Moreira.

Prestes a ser inaugurado, Santa Catarina terá uma das estruturas mais modernas e operacionais para a gestão integrada de risco de desastres naturais. Trata-se de uma central, com sede em Florianópolis, que concentra todas as setoriais do Governo do Estado e órgãos federais de ajuda humanitária e de segurança. A estrutura dispõe de alta tecnologia para os sistemas de monitoramento e emissão de alertas para a população.

Na prática, em qualquer situação de crise no Estado, o Centro Integrado Estadual de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cigerd) será ativado e atuará de forma integrada conforme as demandas que surgirem em cada um dos setores afetados e que estão representados no Centro. Além da estrutura em Florianópolis, o Cigerd está conectado a outros 20 centros regionais (unidades menores) que foram construídos em todo o Estado. Desta forma, as informações locais alimentam a estrutura da Capital que deflagra o trabalho que precisará ser feito.

“Quanto mais tempo dura uma crise, maior a chance de ela se tornar um desastre. Para evitar que isso ocorra, nosso trabalho precisa tornar o Estado mais eficiente e abreviar o tempo de resposta para a sociedade”, observou o secretário.

Além da construção dos Cigerds, o Estado aumentou a capacidade de armazenamento das barragens de Ituporanga e Taió, com a construção de canais extravazores e dispões de três radares meteorológicos (dois fixos: um no Oeste e outro no Vale, e um móvel com base em Araranguá, no Sul de SC) que garantem cobertura de 100% no Estado, com previsão detalhada que permite antecipar ações de Defesa Civil. O conjunto de obras e ações é referência para o mundo e tem como principal objetivo a preservação da vida em qualquer situação de crise.

PERCEPÇÃO DE RISCO

A movimentação da operação simulada em Blumenau atraiu a curiosidade de moradores, entre eles o vendedor Yuri Muzeka, com o filho Benício, de apenas um ano de idade, nos braços. A paixão do pequeno pelos barcos e aeronaves não foi o único motivo que levou Yuri até o local da operação, mas também o interesse dele sobre os serviços da Defesa Civil na proteção das pessoas.

Yuri e a família moravam na Serra Catarinense, mas por motivo de trabalho mudaram para Blumenau há dois anos. Ele contou que antes de escolher o endereço da nova residência, entrou no site da Defesa Civil para buscar orientações sobre áreas de risco. Foi decisivo e estratégico.

“Moro no local, que teoricamente, seria o último a ser atingido por uma enchente, por exemplo. Como viajo bastante, já defini com minha esposa um plano para qualquer emergência deste tipo. Sabemos exatamente a rota mais segura e a que vai nos garantir acesso à comida, alojamento e serviços de saúde, para o caso de precisarmos deixar a cidade”, detalhou Yuri Muzeka.

O perfil de Yuri é exatamente o que a Defesa Civil de Santa Catarina vem buscando junto à população catarinense. O secretário de Estado da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli, disse que assim como as ações do Estado na proteção e prevenção têm avançado ao longo dos últimos dez anos, é preciso que a percepção de risco também esteja sob o olhar atento do cidadão.

RECOMENDAÇÕES DA DEFESA CIVIL SC

Para ajudar a população a se proteger ou como proceder em situações climáticas adversas a Defesa Civil de Santa Catarina tem dicas que podem ajudar a salvar vidas e evitar prejuízos. Veja alguns procedimentos:

Alagamentos: evitar o contato com as águas e não dirigir em lugares alagados. Evitar transitar em pontilhões e pontes submersas e ter cuidado com crianças próximas de rios e ribeirões.

Tempestades com descargas elétricas (raios), ventos fortes e granizo: Proteja-se em local abrigado, longe de placas, de árvores, de postes de energia e de objetos que podem ser arremessados. Se não encontrar um abrigo, agache-se com os pés juntos, com a cabeça encostada em seu peito ou entre os joelhos e as mãos cobrindo suas orelhas ou apoiadas em seus joelhos. Se estiver na praia, jamais fique na água. Não olhe para o raio. Se estiver em casa ou qualquer outro local abrigado, desligue os aparelhos eletrônicos, não use o telefone, fique longe das janelas e, lembre-se, o banheiro em alvenaria é o melhor local durante uma tempestade.

Frio intenso: atenção com população mais vulnerável, como enfermos, moradores de rua, idosos e crianças. Procurar abrigo aquecido. Além disso, abrigar animais domésticos nas noites mais frias. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, em virtude das doenças causadas pelo frio (gripe, resfriados, pneumonia, meningite) é essencial tomar medidas simples como manter-se bem agasalhado, beber bastante água e evitar locais fechados e de grande circulação de pessoas, além da higiene frequente das mãos. Essas medidas são de grande valia na prevenção destas doenças, ressaltando que crianças e pessoas idosas são mais suscetíveis às doenças agravadas pelo frio e devem estar mais atentas.

Geada: agricultores deverão tomar medidas preventivas.

Ventos fortes: Proteja-se em local abrigado, longe de placas, de árvores, de postes de energia e de objetos que podem ser arremessados. Fique longe das janelas e, lembre-se, o banheiro em alvenaria é o melhor local durante uma tempestade.

Mar agitado: perigo à navegação e a atividades de pesca.

Ressaca: Proteger embarcações e apetrechos de pesca e maricultura. Atenção para edificações, infraestruturas e vias em áreas vulneráveis à erosão e inundações costeiras.

Qualquer problema deve ser comunicado à coordenadoria municipal de Defesa Civil, através do telefone de emergência 199 ou para o Corpo de Bombeiros no número 193.

Informações adicionais para a imprensa
Francieli Dalpiaz
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: francieli@secom.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-3018 / 98843-5676
Site: www.sc.gov.br
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