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Com a Palavra, o Governador - 22 de dezembro de 2017

Com a Palavra, o Governador - 22 de dezembro de 2017

O Governador Raimundo Colombo dá sua mensagem de agradecimento pelo ano que passou e os votos de um feliz natal e próspero ano novo.

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Foto: Aires Carmem/Epagri

Santa Catarina espera uma safra de milho 16% menor este ano. As estimativas iniciais do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) são de que o estado tenha uma redução na área plantada e também na produtividade do grão, resultando em uma colheita de aproximadamente 2,7 milhões de toneladas na safra 2017/18. Os números foram divulgados no Boletim Agropecuário deste mês.

Os produtores catarinenses devem destinar 332 mil hectares para o plantio de milho, uma área 12,36% menor do que na safra 2016/17. Essa tendência é observada também em nível nacional e, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Brasil terá uma safra de milho 17,3% menor este ano.

A colheita menor tem impacto direto no setor produtivo de carnes em Santa Catarina. Como maior produtor nacional de suínos e segundo maior produtor de aves, o estado consome em média seis milhões de toneladas de milho todos os anos. De acordo com o secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, o estado já começa pensar em rotas alternativas para que o milho chegue com um preço mais competitivo em Santa Catarina. “Queremos aproximar o Paraguai e o mercado catarinense, através da região Oeste. Trazendo milho do Paraguai, nós conseguimos um preço melhor do que aquele vindo do Centro-Oeste, de onde nós normalmente compramos”, ressalta.

Entre os motivos que levaram os agricultores catarinenses a abandonarem o cultivo de milho grão estão os altos custos de produção e o preço abaixo do esperado na última safra, fatores que tornaram a soja mais atrativa. Além disso, muitos produtores estão investindo na produção de milho silagem.

Região Oeste

Nos municípios do Vale Uruguai, a colheita de milho grão já começou, porém com alguns problemas de produtividade devido à presença de pragas. Já a colheita do milho silagem avança rapidamente.

Já em torno de Chapecó, Xanxerê e Concórdia, as lavouras estão em fase de maturação com expectativa de uma safra normal.

Região de Joaçaba, Campos Novos, Curitibanos e Caçador

As lavouras nessas regiões foram afetadas pela estiagem em dezembro do último ano e devem ter uma produtividade até 10% menor.

Campos de Lages, Região Norte e Alto Vale do Itajaí

As lavouras nestas regiões estão com bom desenvolvimento e deverão apresentar bom potencial produtivo.

Informações adicionais para a imprensa
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca 
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Foto: FCC/Divulgação

Um total de 57 imóveis históricos e que integram o chamado Roteiro Nacional da Imigração em Santa Catarina estão oficialmente tombados como Patrimônios Culturais do Estado. O ato de homologação de tombamento foi assinado pelo governador Raimundo Colombo e publicado nesta semana pelo Diário Oficial do Estado. Os tombamentos foram propostos pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) já no ano passado, sendo as edificações, na sua maioria casarios germânicos, localizadas em sete municípios das regiões Norte e Vale do Itajaí.

Com essas novas inclusões, o número de imóveis tombados em Santa Catarina chega a 350 no total, um acréscimo de 20% - a relação completa está disponível no site www.fcc.sc.gov.br. Caberá à FCC adotar algumas medidas, como a inscrição das edificações no Livro do Tombo e notificar oficialmente os proprietários, as prefeituras envolvidas, o Ministério Público Estadual, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Santa Catarina (Iphan/SC) e os cartórios – estes terão que fazer a averbação dos tombamentos nas escrituras originais.

A cidade de Joinville lidera a lista com o maior número de bens tombados, totalizando 17, seguida por Indaial (10), São Bento do Sul (8), Jaraguá do Sul (6), Timbó (6), Blumenau (5) e Pomerode (5). Todo o trabalho foi liderado pela Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da FCC. Os 57 imóveis recém-tombados estavam em processo de tombamento desde 2007 e agora caberá à fundação promover o acompanhamento e a fiscalização destes casarios para assegurar a sua integridade original.

O tombamento de bens materiais foi instituído por meio da Lei Estadual Nº 5.846, de 22 de dezembro de 1980, e que dispõe sobre a proteção do Patrimônio Cultural do Estado. “Trata-se de um trabalho contínuo em conhecer e diagnosticar a situação do patrimônio material já diagnosticado pelo Estado, como também estabelecer medidas mais efetivas de preservação”, destaca o presidente da FCC, Rodolfo Joaquim Pinto da Luz. 

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Foto: Jaqueline Noceti/Secom

A empresa Parati, localizada em São Lourenço do Oeste, expandirá sua fábrica instalada na cidade. O governador Raimundo Colombo e o secretário de Estado da Fazenda, Renato Lacerda, assinaram um memorando de entendimento com a presidente da Kellogg para a América Latina, Maria Fernanda Mejia, e o vice-presidente da Kellogg/Parati no Mercosul, Gustavo Rincón.

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O acordo envolve um investimento de aproximadamente R$ 215 milhões (cerca de US$ 66 milhões no câmbio de hoje) nos próximos dois anos para expandir as atuais instalações da Parati em São Lourenço do Oeste e a criação de mais de 200 empregos diretos localmente.

“Estamos felizes com mais este investimento da Kellogg/Parati em nosso estado. Santa Catarina foi escolhida principalmente por causa das condições favoráveis que o nosso estado oferece às empresas em termos de logística, infraestrutura, segurança, estabilidade econômica, talentos locais e, claro, proximidade dos consumidores da Parati e Kellogg. A Parati foi fundada em Santa Catarina e opera no estado desde 1972. A empresa é uma das principais que surgiram no estado e na região”, declarou o governador.

“Para uma cidade com um pouco mais de 23 mil habitantes, a criação de mais de 200 empregos é um ganho significativo”, disse o secretário de Estado da Fazenda, Renato Lacerda. A Parati, que foi beneficiada pelos programas Pró-Emprego e Prodec, deve contratar serviços de operadores logísticos do estado, gerando movimento econômico periférico na região.

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Foto: Julio Cavalheiro/Secom

O governador Raimundo Colombo assinou nesta quinta-feira, 18, a ordem de serviço para que a empresa Infraero inicie a administração, operação e manutenção do Aeroporto Regional do Planalto Serrano, em Correia Pinto, na Serra catarinense. O contrato tem duração inicial de 12 meses, sendo renovável ao final do prazo de vigência, e prevê um custo mensal de R$ 127.953,96. O aeroporto já está dotado de diversos equipamentos de sinalização e segurança adquiridos pelo Governo do Estado e que são necessários para o cumprimento das próximas etapas (vistorias e homologação), visando seu funcionamento.

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“É mais uma etapa que prepara o aeroporto para receber pousos e decolagens homologados. O prédio está pronto e, agora, começa a administração. O aeroporto vai cumprir um papel estratégico de integração e desenvolvimento para toda região. Os equipamentos adquiridos são os mais modernos e completos que têm na aviação brasileira para aeroportos deste porte. Para a compra, foram investidos R$ 4,5 milhões pelo Governo do Estado”, disse o governador.


Foto: Cristiano Rigo Dalcin/ADR Lages

Neste primeiro período em que o Aeroporto Regional do Planalto Serrano não tem operações de pousos e decolagens, a Infraero ficará responsável pela ocupação do espaço físico, limpeza e manutenção da área, além de buscar a homologação do aeródromo junto aos órgãos reguladores, como a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta II).

O diretor de Transportes da Secretaria de Infraestrutura, José Carlos Muller Filho, explicou que, para o funcionamento do aeroporto, o primeiro passo é obter a homologação visual, para, na sequência, buscar a homologação por instrumentos, para então transferir os voos de Lages para Correia Pinto. “A expectativa é começar a receber voos de aviação geral diurnos já no segundo semestre e voos por instrumentos até o final de 2018. Tudo depende da homologação dos órgãos reguladores”, disse. 

O representante da Infraero, Aldair Rizzi, destacou que a empresa vai cumprir todas as exigências da Anac para ter condições de receber voos comerciais. “É uma iniciativa muito importante para o desenvolvimento regional. Já temos uma superintendente que vai cuidar dos trabalhos aqui, a Márcia da Silva Santos e, posteriormente, serão contratados os funcionários terceirizados. Com certeza, o funcionamento deste aeroporto é um grande ganho para Santa Catarina”, destacou.

“O ato de hoje abre em definitivo o progresso para nosso município”, afirmou prefeito em exercício de Correia Pinto, Casemiro de Liz. O evento contou com a presença de autoridades e comunidade.

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Fotos: Jeferson Baldo/GVG

O vice-governador Eduardo Moreira e o secretário de Infraestrutura, Luiz Fernando Vampiro, autorizaram a realização do projeto para pavimentação da quarta e última etapa do Anel de Contorno Viário de Criciúma. “O trecho tem 2,6 quilômetros e é fundamental para a solução dos problemas de mobilidade urbana de Criciúma”, afirmou Moreira na solenidade desta quinta-feira, 18, no Rio Maina, um dos maior distritos do município. A futura rodovia aproveitará uma área utilizada como linha ferroviária até 2009. O custo com desapropriações será baixo, pois o imóvel pertence à Prefeitura, atualmente.

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A terceira etapa foi inaugurada em janeiro do ano passado, quando foram investidos R$ 43 milhões em 6,8 quilômetros de extensão. A primeira, em 1998, foi feita pelo município. “Aliado a outras obras, como a pavimentação da SC-446, que liga Treviso a Lauro Muller, e a recente inauguração da Via Rápida, o Anel Viário facilitará a mobilidade urbana e fomentará a indústria local por agilizar o escoamento da produção”, disse o secretário de Desenvolvimento Regional em Criciúma, João Fabris. Além do prefeito Clésio Salvaro, participaram da solenidade deputados federais e estaduais e secretários municipais.

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Vitor Hugo Louzado
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