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IGP Florianópolis
Foto: Divulgação IGP-SC

COMUNICADO OFICIAL – O Instituto Geral de Perícias (IGP) de Santa Catarina convoca os aprovados e já nomeados em concurso público de Auxiliar Criminalístico, conforme Edital 001/2014 para matrícula no Curso de Formação. Os relacionados abaixo devem comparecer às 7h do dia 19 de novembro de 2018 na 1ª Gerência Mesorregional de Perícias, em Palhoça.

O Curso de Formação será  entre os dias 19 e 30 de novembro de 2018 das 8h às 22h. Quem não comparecer nas datas e horários acima especificados será considerado desistente da vaga, salvo por motivo de força maior, devendo para tanto apresentar justificativa.

Os convocados já fazem parte do quadro de servidores do IGP, porém as nomeações aconteceram após a realização do último curso de formação em 2017. O curso de formação é obrigatório para que os auxiliares criminalísticos possam exercer plenamente as funções inerentes ao cargo.

Convocados:
   Inscrição         Nome
1 931702111 ALLAN TERENCE FABRO
2 910740635 ALESSANDRA FERNANDES ELIAS VIEGA
3 935705983 BRUNO GASNHAR TONET
4 933225171 BRUNO MEDEIROS
5 935230564 CAROLINA ROCHA BARBOSA
6 925819933 CLEDINA DE O S DOS SANTOS
7 928107883 DIANEI FORTTI
8 932667209 EVANDRO JOAO MARTINS
9 938939158 FERNANDO STAHELIN HAMES
10 923992641 JAILSON MACHADO
11 934623118 MARIANA YURI MORI
12 920137904 MONICA RADAELLI
13 935634955 NILMAR PIROCA
14 937868481 RUBIA FATIMA DALL ALBA
15 932847965 TIAGO JOSÉ BRAUN

Assessoria de Imprensa
Insituto Geral de Perícias de SC
(48) 3331-4512


Foto: James Tavares/Secom

Polícia Civil

Disque-denúncia – Polícia Civil:
Telefone 180 – disque-denúncia exclusivo sobre violência contra a mulher, com ligação gratuita e disponível 24h.
Telefone 181 para denúncias em geral, com ligação gratuita, disponível 24h.


Foto: Reprodução

O jornal Correio do Norte, de Canoinhas, fará parte do acervo da Hemeroteca Digital Catarinense, projeto da Fundação Catarinense de Cultura (FCC) em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). A solenidade para a assinatura do termo de cessão de direitos de digitalização ocorrerá na próxima segunda-feira, 25, às 19h, na Câmara Municipal de Canoinhas, região norte catarinense.

O presidente da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Rodolfo Joaquim Pinto da Luz, participará da solenidade, que marcará, ainda, a passagem dos 70 anos do periódico que é o mais antigo da região do Planalto Norte de Santa Catarina. Na ocasião, será autorizada a digitalização dos jornais publicados entre 1947 e 2017. Além do presidente da FCC, estarão presentes também a administradora da Biblioteca Pública de Santa Catarina, Patricia Karla Firmino; o coordenador técnico da Hemeroteca Digital Catarinense, Alzemi Machado; e representantes do jornal.

O trabalho de digitalização das 3,4 mil páginas do jornal está estimado para durar três anos, sendo que todo o conteúdo estará armazenado e disponível para consulta pública no site da Hemeroteca Digital.

Sobre o Correio do Norte

A primeira edição do periódico foi lançada na cidade de Canoinhas no final da tarde do dia 29 de maio de 1947. A publicação nasceu com o objetivo de ser porta-voz udenista, em contraposição ao periódico local, O Barriga-Verde, defensor dos interesses do Partido Social Democrático (PSD). A periodicidade do jornal era semanal com circulação nas quintas-feiras, sendo impresso pelo sistema tipográfico na Gráfica do Witt, em seis páginas no formato standard.

Ao longo dos anos, o Correio do Norte passou por diversas transformações na linha editorial, redacional e administrativa: em 2001, a responsabilidade editorial fica a cargo de jornalistas responsáveis. Em 2005, ocorrem mudanças no quesito visual alterando o formato para tabloide. Em maio de 2008, aumenta o número de páginas de 24 para 32, sendo oito coloridas; e a partir de novembro de 2011, passou a ter 16 coloridas, num total de 32 páginas.

Atualmente, o jornal possui mais de 3 mil assinantes, e a edição impressa circula às sextas-feiras. Conta, ainda, com atualizações diárias na Internet, no endereço www.jornalcorreiodonorte.com.br.

Sobre a Hemeroteca Digital Catarinense

A Hemeroteca Digital Catarinense promove o acesso a fontes documentais selecionadas, organizadas e estruturadas em formato digital. A iniciativa é uma parceria entre o Centro de Ciências Humanas e da Educação (Faed) / Instituto de documentação e Investigação em Ciências Humanas (IDCH) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e a Biblioteca Pública de Santa Catarina, administrada pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC).

Iniciada em novembro de 2013, a Hemeroteca já contempla em sua base de dados 806 títulos digitalizados, com 32.686 edições, totalizando aproximadamente 200 mil páginas* disponíveis para consulta pública e transferência de arquivos mediante acesso pelo endereço eletrônico: hemeroteca.ciasc.sc.gov.br. São periódicos, jornais e revistas que ajudam a contar a história de Santa Catarina desde o século XIX.

Em 2016, o projeto foi um dos finalistas do 29º Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, a maior premiação na área de promoção e preservação do Patrimônio Cultural de todo o país, promovida pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

(*Dados atualizados em 21/09/2017) 

Com informações da assessoria de comunicação da FCC.

Informações adicionais para a imprensa:
Sérgio Teixeira da Silva
Assessoria de Imprensa
Agência de Desenvolvimento Regional de Canoinhas
E-mail: comunicacao@cni.adr.sc.gov.br / sdrcanoinhas@spg.sc.gov.br
Fone: (47) 3627-4021 / 98802-2391
Site: sc.gov.br/regionais/canoinhas


Foto: Paulo Goeth/SES

A poliomielite ou “paralisia infantil” é uma doença infectocontagiosa viral aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida, de início súbito. O déficit motor instala-se repentinamente e sua evolução, frequentemente, não ultrapassa três dias. Atinge, em geral, os membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principal característica a flacidez muscular, com sensibilidade conservada e arreflexia no segmento atingido.

No Brasil, não há circulação de poliovírus selvagem desde 1990, em virtude do êxito da política de prevenção, vigilância e controle desenvolvida pelos três níveis do Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, a baixa taxa de vacinação fez com que o Ministério da Saúde antecipasse para agosto o início da campanha de vacinação.

Como é a transmissão?

A transmissão ocorre por contato direto pessoa a pessoa, pela via fecal-oral (mais frequentemente), por meio de objetos, alimentos e água contaminados com fezes de doentes ou portadores, ou pela via oral-oral, por meio de gotículas de secreções da orofaringe (ao falar, tossir ou espirrar). A falta de saneamento, as más condições habitacionais e a higiene pessoal precária constituem fatores que favorecem a transmissão do poliovírus.

Existe tratamento?

Não há tratamento específico para a poliomielite. Todos os casos devem ser hospitalizados, procedendo-se ao tratamento de suporte, de acordo com o quadro clínico do paciente.

Quais as complicações?

Sequelas paralíticas. Parada respiratória devido à paralisia muscular.

Como se prevenir?

A vacinação é a única forma de prevenção da poliomielite. Todas as crianças menores de cinco anos de idade devem ser vacinadas conforme esquema de vacinação de rotina e na campanha nacional anual. Confira o esquema de proteção no Calendário Nacional de Vacinação.

Como é o esquema vacinação?

Vacina poliomielite 1, 2 e 3 (inativada) – VIP

Administrar aos dois, quatro e seis meses de idade, com intervalo de 60 dias. Em situação epidemiológica de risco, o intervalo mínimo pode ser de 30 dias entre as doses. Completar o esquema de vacinação com a vacina poliomielite 1 e 3 (atenuada).

Vacina poliomielite 1 e 3 (atenuada) – VOP

Este esquema é um reforço que deve ser feito aos 15 meses de idade, e o segundo reforço deve ser aos quatro anos de idade.

Atenção aos viajantes!

Recomenda-se a vacinação para quem se deslocar para países com circulação de poliovírus selvagem e/ou derivado da vacina, conforme a situação vacinal.

Situação da doença no país

No Brasil, a realização de duas campanhas anuais de vacinação, a partir de 1980, reduziu a incidência da poliomielite de 2,2/100.000 hab. para 0,2/100.000 hab. em 1985. Em 1989, ano em que ocorreu o último caso de pólio no país, a incidência foi de 0,03/100.000 hab. Foram implementadas medidas que tornaram o sistema de vigilância epidemiológica mais sensível, permitindo um controle mais eficaz da doença.

Informações adicionais para a imprensa:
Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br

Moacir Barbetta trabalha na agricultura desde criança - Foto: Helena Marquardt/ADR Ibirama

“Trabalhamos de segunda a segunda e não dá para desanimar.” A frase do produtor de leite Moacir Barbetta, de Presidente Getúlio, resume bem a rotina dos milhares de agricultores catarinenses, muitos do Alto Vale do Itajaí, que são os responsáveis por produzir boa parte dos alimentos vendidos no país, e  estão sendo lembrados ao longo da semana em diversas festas em homenagem a colonos e agricultores.

Moacir entende como poucos a rotina na agricultura e destaca que para quem acorda cedo, antes mesmo do sol nascer, é preciso perseverança e força de vontade. Hoje, com 46 anos, o morador da localidade de Ribeirão Sabiá, conta que faz parte da terceira geração da família trabalhando no ramo leiteiro e desde criança precisou ajudar no cuidado com os animais para garantir o sustento da casa. “Com sete anos já tinha que ajudar na ordenha, na limpeza das instalações e conforme a idade ia avançando as responsabilidades aumentavam” lembra.

Apesar de todos os desafios, e ao contrário da maioria dos jovens que preferem abandonar a agricultura e viver em grandes centros, o getuliense que estudou apenas até  a quarta série do ensino fundamental diz que sempre gostou da lida no campo e quis dar sequência ao trabalho realizado pelos pais. “Isso já veio dos meus avós e não quis deixar. Claro que a gente foi melhorando as instalações e investindo em tecnologia e fazendo cursos, mas jamais pensei em largar tudo. O que eu mais gosto da minha vida na agricultura é ver que o trabalho que a gente faz para as outras pessoas porque alguém tem que produzir os alimentos.”

Ele conta que há cerca de cinco anos decidiu investir na propriedade e graças a modernização das instalações, com a compra de uma ordenhadeira canalizada, hoje a produção de leite chega a 15 mil litros por mês e exige dedicação para cuidar dos 62 animais da propriedade.

Além da venda do leite a família ainda faz produtos como queijo e doces para ajudar na renda ao final do mês e é através do dinheiro que ganha na agricultura que ele sustenta a esposa e as filhas de 11 e 2 anos. Para o futuro,  sonha em vê-las formadas na faculdade e morando na propriedade. “Claro que elas têm que escolher a profissão que querem seguir, mas eu ficaria feliz se elas continuassem o nosso trabalho.”

Agricultura como base da economia

No Alto Vale a agricultura representa uma parcela importante do movimento econômico e em alguns municípios como Presidente Nereu esse percentual chega a 82%. Em Vitor Meireles 65% da economia é baseada na produção do campo, já em Witmarsum o número é 55,7%.

Apesar de contar com pouco mais de 30% de representatividade econômica, a agricultura de Presidente Getúlio é considerada como uma das mais fortes na região e garante o sustento ao maior número de famílias: são cerca de 1.100 vivendo exclusivamente da renda que vem do trabalho no campo.

Luciano Pereira também faz parte desse número e herdou da família o amor pela agricultura, mas lembra que no passado já decidiu se aventurar em outros setores. Trabalhou como frentista até retornar para a agricultura em 2010. Hoje ele produz cachaças, licores, açúcar, doces artesanais, rapadura e melado junto com a esposa e afirma que o negócio próprio é a realização de um sonho. “Comecei fazendo mil litros de cachaça por ano e hoje a produção já é de 125 mil”.

Alto Vale do Itajaí - Agricultores lembram realizações e dificuldades da vida no campo
Luciano Pereira deixou o campo, mas decidiu voltar para a agricultura em 2010 - foto: Helena Marquardt/ADR Ibirama

Para pequenos produtores como Luciano a consultoria de técnicos da Epagri também vem sendo fundamental.  Foi graças à participação em diversos cursos gratuitos que  ele conseguiu melhorar os resultados e hoje sabe que o atendimento e a qualidade do produto são essenciais, uma receita que hoje traz a realização profissional e pessoal.  “Posso dizer que hoje sou muito feliz e meus planos são todos de investir e continuar aqui”, finaliza.

Governo de SC incentiva permanência no campo através de diversos programas

Reconhecendo a importância do trabalho de agricultores como Moacir e Luciano, a gerente de Políticas Socioeconômicas Rurais e Urbanas da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Ibirama, Edna Beltrame Gesser, revela que o Governo de Santa Catarina tem incentivado a permanência no campo através de diversos programas, como por exemplo o Terra Boa, que só nos municípios que compõem a Regional,  investiu  em 2017 R$621.968,54 em calcário, kits forrageira, sementes de milho  e kits de apicultura.

Mais informações para a imprensa:
Helena Marquardt
Assessoria de comunicação 
ADR Ibirama
Fone (47) 3357-8908 / (47) 98819-9350
E-mail: imprensa@iir.adr.sc.gov.br
Site: sc.gov.br/regionais/ibirama
Facebook: www.facebook.com/regional.ibirama

 

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