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Safra de Maçã 2017

Safra de Maçã 2017 - 03/04/17


Santa Catarina comemora a supersafra de maçã, com uma produção que supera em 20% a de 2016.

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Fotos:Hele
na Marquardt/ADR Ibirama

Se para as pessoas que enxergam, o fato de não saber ler e escrever acaba sendo uma limitação tanto para o desenvolvimento profissional quanto pessoal, imagine para quem nasceu sem a visão ou a perdeu ao longo da vida. Pensando em proporcionar total autonomia aos cerca de 200 deficientes visuais que frequentam a Rede Pública Estadual, o Governo de Santa Catarina utiliza diversas ferramentas que garantem a alfabetização. O braille, por exemplo, é uma das mais utilizadas e tem sido fundamental para o aprendizado e para a inclusão social desses estudantes.

Os gêmeos Henry e Ryan Alves sabem muito bem dessa importância. Os irmãos, com 10 anos, nasceram prematuros e perderam a visão durante os quase três meses que ficaram na incubadora em um hospital. Ao longo da vida estudaram em uma pequena escola municipal de Ibirama, mas só neste ano, quando passaram a frequentar as aulas na Escola Estadual Eliseu Guilherme, onde os professores utilizam o braille, é que estão sendo alfabetizados.

Apesar do atraso, a escrita com bolinhas encanta os meninos, que já aprenderam a escrever o próprio nome e palavras simples como gato ou bola. Além das aulas normais, eles frequentam também o Atendimento Educacional Especializado (AEE) da escola duas vezes por semana e aos poucos conseguem se aventurar pelo fantástico mundo das letras e ter mais autonomia nos estudos.

Mas para ensinar melhor o sistema de braille, professores e a assistente técnico-pedagógica da escola passaram por uma das capacitações ofertadas pela Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE). Durante alguns dias elas receberam assessoria para oferecer um atendimento mais especializado a estudantes como Henry e Ryan. “Na nossa escola não recebemos alunos cegos há mais de 11 anos e estávamos sem prática, então buscamos essa especialização na FCEE. Sabemos que nessa idade o processo é mais lento, mas eles estão se desenvolvendo bem e nosso objetivo é que eles sejam preparados para ter uma vida independente.” explica a assistente Taise Cassiele Dalpiaz Rossini.

Assim como muitos outros catarinenses que têm filhos com deficiência visual, o pai de Henry e Ryan, Paulo Adriano Prestes Vieira, conta que com o atendimento especializado da Rede Estadual, os meninos têm se desenvolvido muito mais e está contente com a evolução nos estudos. “Eles são muito agitados, mas percebemos que estão melhorando bastante e quando souberem ler e escrever acredito que vão ser tratados normalmente, afinal eles são pessoas normais como todos nós”, comentou.

SC é referência na educação de alunos com deficiência visual

O coordenador do Centro de Apoio Pedagógico e Atendimento às pessoas com deficiência visual da Fundação Catarinense de Educação Especial, Marcelo Lofi, que também perdeu a visão entre os 12 e 14 anos, explica que o Estado tem a maior produção de livros em braille do Sul do país e além desse sistema, também é referência no uso de tecnologia como computadores, tablets e celulares. “Na deficiência visual é importante a estimulação. Quanto mais cedo os alunos tiverem esse acesso, melhor será o desempenho deles e por isso trabalhamos muito nesse sentido.”

Lofi ressalta que o braille é um dos principais recursos de acesso com o qual os deficientes visuais conseguem ter mais autonomia. “Esses alunos só conseguem ter autonomia quando tem pensamento crítico e isso vem a partir da escrita e da leitura e para algumas pessoas o braille é fundamental”, avaliou.

Ensino de braille nas escolas estaduais garante autonomia e desenvolvimento de crianças com deficiência visual em SC

A integradora educacional da ADR de Ibirama, Roseli Del Sent, explica que para que o mesmo conteúdo seja repassado a todos os estudantes da sala, inclusive os deficientes visuais, os livros são transcritos para o braille, inclusive com atividades em alto relevo. “Nos livros de geografia, por exemplo, os profissionais que trabalham na gráfica da fundação tem um verdadeiro desafio. Em casos de estudo do relevo, o cego fica impossibilitado de vislumbrar uma figura, porém a gráfica transcreve aquele conteúdo através da utilização de materiais como barbante, pedras e tecido realizando um trabalho de artesanato com o intuito de possibilitar a aquisição desse conhecimento.”

Informações para a imprensa:

Helena Marquardt
Assessoria de comunicação 
ADR Ibirama
Fone (47) 3357-8908 / (47) 98819-9350
E-mail: imprensa@iir.sdr.sc.gov.br
Site: www.adrs.sc.gov.br/adribirama
Facebook: www.facebook.com/regional.ibirama


Foto: James Tavares/Secom

O governador Raimundo Colombo participou na manhã desta sexta-feira, 12, em Lages, da abertura do Seminário Estadual sobre o Programa Desenvolvimento da Bovinocultura de Corte Catarinense, promovido pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) em parceria com o Sebrae e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). Realizado no Parque Conta Dinheiro, o evento reuniu cerca de 700 produtores rurais catarinenses.

"A bovinocultura tem muita tradição em Santa Catarina, temos um gado com qualidade genética diferenciada, resultado de uma cadeia produtiva que garante o sustento de muita gente. E o programa que está sendo apresentado neste evento contribui no sentido de avançar na produtividade e na eficiência, promovendo o aperfeiçoamento e o desenvolvimento do setor. Quanto mais avançarmos, mais o setor ganhará força como alternativa para o desenvolvimento econômico catarinense, sobretudo aqui na região", destacou o governador Colombo.

O presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo, explicou que devido a limitada extensão territorial de Santa Catarina, o objetivo não é tornar o estado auto suficiente na produção de carne bovina. "Nosso consumo é muito grande e com certeza vamos continuar comprando de outros estados. Mas podemos oferecer determinados cortes de maior qualidade, agregando valor para nossos produtores e quem sabe conseguindo espaço também no cenário internacional, a exemplo do que Santa Catarina já faz com muito sucesso na suinocultura e na avicultura", afirmou.

O destaque do seminário foi a apresentação do programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) em pecuária de corte, que atende gratuitamente produtores divididos em diferentes regiões catarinenses. Os pecuaristas recebem uma visita técnica e gerencial por mês pelo período de dois anos. A iniciativa é coordenada pelas unidades catarinenses do Senar e do Sebrae. Ao longo do evento desta sexta, foram realizadas palestras com diferentes enfoques envolvendo a cadeia produtiva do setor.

“A nossa intenção é melhorar o desenvolvimento das propriedades catarinenses. Toda a cadeia produtiva da pecuária de corte é assistida, desde genética, manejo adequado, melhoria da alimentação e também das instalações das propriedades”, explicou o vice-presidente de finanças da Faesc e coordenador do ATeG em pecuária de corte, Antônio Marcos Pagani de Souza.

As visitas técnicas e gerenciais têm foco na transmissão de conhecimentos relacionados à gestão das empresas rurais e técnicas de manejo voltadas às atividades pecuárias. “Em cada propriedade são levantados dados e identificadas as melhorias que podem ser aplicadas. Durante as visitas, os técnicos de campo repassam orientações sobre cálculos de custos de produção e indicadores de melhorias. Levam para os produtores informações importantes para aplicar e ampliar, cada vez mais, a produtividade”, acrescentou o presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo.

O superintendente do Senar em SC, Gilmar Antônio Zanluchi, explicou que o ATeG pecuária de corte representa um avanço na capacitação dos produtores rurais, preparando-os para a condução das atividades pecuárias com uma visão empresarial e para o emprego de avançadas técnicas de gestão e controle.

A supervisora estadual do ATeG pecuária de corte, Paula Dias Coimbra Nunes, ressaltou que todos os dados gerenciais coletados são lançados em um software utilizado nacionalmente e que abriga informações completas de propriedades de todo o país. “Com essas informações é possível fazer comparativos e tomar decisões mais assertivas. A partir disso, os empresários rurais terão modelos para melhorar a sua rentabilidade”, destacou.

Informações adicionais para a imprensa:
Alexandre Lenzi
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: lenzi@secom.sc.gov.br
Telefone: (48) 3665-3018 / 98843-4350
Site: www.sc.gov.br
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Estão abertas as inscrições para o seminário Geração Distribuída de Energia Elétrica: Cenários e Oportunidades, que será realizado dia 26 de maio, das 8h às 17h30, na Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc). Promovido em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), por meio do programa SC+Energia, e Associação dos Produtores de Energia de Santa Catarina (Apesc), o objetivo é apresentar as vantagens e as oportunidades dentro de um novo modelo de geração do setor, bem como o potencial da indústria catarinense. As vagas são limitadas e gratuitas neste link.

“Vamos completar dois anos do SC+Energia em junho e os resultados estão acima do que esperávamos inicialmente. Temos cerca de 90 projetos cadastrados, de fontes limpas e renováveis, que vão ampliar a geração de energia em nosso Estado, trazendo mais desenvolvimento e gerando mais empregos”, salientou o secretário da SDS, Carlos Chiodini.

No evento, serão apresentadas as ações do SC+Energia, além de palestras do Ministério de Minas e Energia, da Agência Nacional de Energia Elétrica, entre outras iniciativas do setor público e privado. O seminário conta com patrocínio do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (Sebrae/SC), Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Engie, WEG, Agência de Fomento de Santa Catarina (Badesc), Enebras, Estelar, Erzeg e Rotária do Brasil.

Informações adicionais para a imprensa
Michelle Nunes - Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável - SDS
E-mail: jornalistaminunes@gmail.com
Fone: (48) 3665-2261 / 99929-4998
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Foto de arquivo: James Tavares / Secom

No próximo sábado, 13, Dia D da 19ª edição da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, os postos de saúde da rede pública de Santa Catarina estarão abertos das 8h às 17h, para atender e imunizar a população. A expectativa é ampliar a cobertura em todos os grupos prioritários, que somam 1,8 milhão de pessoas no estado.

“Até agora, o índice alcançado nos grupos prioritários chegou a 51,8%. E a meta é atingir e ultrapassar os 90% de cobertura na população-alvo até o encerramento da campanha, no dia 26 de Maio”, informa a gerente de Imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Vanessa Vieira da Silva.

A campanha de vacinação contra a Influenza tem como objetivo reduzir as complicações, internações e a mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus da Influenza na população alvo para a vacinação, que é composta pelos seguintes grupos: crianças de seis meses até menores de cinco anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), idosos (acima de 60 anos de idade), trabalhadores de saúde, professores da rede pública e privada, indígenas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, além dos portadores de doenças crônicas não transmissíveis ou condições clínicas especiais. A vacina é oferecida gratuitamente na rede pública de saúde para as pessoas pertencentes aos grupos prioritários, e a relação completa das salas de vacina do estado está disponível em www.gripe.sc.gov.br.

As pessoas que pertencem a um destes grupos devem comparecer ao posto de preferencialmente portando sua carteirinha de vacinação. Os portadores de doenças crônicas não transmissíveis devem apresentar prescrição médica com indicação da vacina contra Influenza. Caso sejam cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do SUS podem se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a vacina sem a necessidade da prescrição. Já os professores devem apresentar comprovante de vínculo com uma instituição de ensino e os trabalhadores de saúde precisam levar a carteira de identificação profissional.

De acordo com o balanço parcial do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SIPNI) em Santa Catarina, a Regional de Saúde de Concórdia se destacou vacinando 70,28% do público alvo, seguida da Regional de Braço do Norte, com 68,15% de cobertura. Já as regionais de Lages (40,19%) e Itajaí (45%) registram a menor cobertura vacinal até o momento.

O balanço parcial da vacinação aponta que 944.240 pessoas já se imunizaramcontra a gripe em Santa Catarina. A cobertura nos grupos prioritários é de 51,8%, sendo a maior entre os idosos (69,3%), e a menor entre as crianças (32,8%) (Tabela 1).  

Tabela 1: Doses aplicadas, população alvo e cobertura vacinal nos grupos prioritários da 19ª campanha nacional de vacinação contra influenza. SC, 2017.

Grupos

Doses aplicadas

Pop. Alvo

Cobertura (%)

Crianças

125.845

384.259

32,8

Trab saúde

45.682

123.865

36,9

Gestantes

26.911

69.968

38,5

Puérperas

6.528

11.422

57,2

Indígenas

4.159

9.165

45,4

Idosos

464.405

670.028

69,3

Professores

31.870

94.362

33,8

Total

705.400

1.363.069

51,8

Fonte: SIPNI/MS (atualizado as 01:26 do dia 11/05/2017)

 

Além destes grupos, um total 238.240 pessoas já foram vacinadas, das quais 233.366 pertenciam ao grupo de pessoas portadoras de comorbidades. Considerando que a estimativa é de vacinar 470.671 pessoas com comorbidades, até o momento pouco menos da metade das pessoas portadoras de doenças crônicas ou outras condições especiais se vacinaram.

Este grupo inclui portadores de doenças respiratórias, cardíacas, renais, hepáticas e neurológicas crônicas, além de diabéticos, imunossuprimidos, obesos mórbidos, transplantados e portadores de trissomias. “As pessoas que apresentam estas condições de saúde devem se vacinar com urgência, pois existe um risco maior de desenvolver a forma grave da gripe caso seja exposto ao vírus Influenza”, observa o secretário de Estado da Saúde, Vicente Caropreso.

Além disso, o secretário demonstra preocupação com as baixas coberturas, especialmente em crianças e gestantes, que também são grupos extremamente vulneráveis. Para isso, o Dia D de vacinação contra a gripe representa uma excelente oportunidade para todos aqueles que ainda não se vacinaram. “Já existem registro de casos graves de gripe com hospitalizações e óbitos no estado, o que demonstra que o vírus Influenza está circulando entre os catarinenses. Portanto, buscar imunizar os grupos mais vulneráveis deve ser uma prioridade para todos”, alerta Caropreso.

A gripe em SC

De acordo com o Informe Epidemiológico n°. 7/2017- Vigilância da Influenza, divulgado nesta quinta-feira pela DIVE, de 01 de janeiro a 06 de maio deste ano, 52 pessoas foram hospitalizadas por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) pelo vírus Influenza em Santa Catarina. Deste total, 46 (88,5 %) foi pelo vírus Influenza A(H3N2), três (5,8%) pelo vírus Influenza B, um (1,9%) pelo vírus Influenza A(H1N1)pdm09 e dois pelo vírus influenza A que ainda aguardam subtipagem.

A maioria das hospitalizações por gripe acometeram pessoas que apresentam fatores de risco para complicações (65%), em especial idosos e portadores de doenças crônicas. Também foram identificados oito óbitos de SRAG por Influenza, sendo que seis (75%) apresentavam algum fator de risco, além de todos terem demorado o início do tratamento adequado. “Isto demonstra tanto a importância da vacinação dos grupos mais vulneráveis, bem como a necessidade de buscar uma unidade de saúde o mais rápido possível para iniciar o tratamento assim que surgirem os primeiros sintomas de gripe”, afirma o diretor da DIVE, Eduardo Macário.

É importante que as pessoas fiquem atentas aos sinais e sintomas de síndrome gripal. Ao apresentar febre, tosse, falta de ar e, pelo menos, mais um dos sintomas – dores musculares, dor de cabeça e dor nas articulações –, deve-se procurar uma unidade de saúde preferencialmente em até 48 horas para início do tratamento adequado. A quem estiver doente, recomenda-se, ainda, beber bastante líquido, ter uma alimentação saudável, evitar sair de casa e cobrir a boca e o nariz com um lenço descartável ou com o antebraço ao tossir e espirrar. “Essas medidas são fundamentais para reduzir a circulação do vírus da gripe”, reforça Macário.

Prevenção

Para prevenirem-se contra o vírus da gripe, as pessoas devem lavar as mãos frequentemente ou fazer uso do álcool gel, e evitar tocar o rosto com as mãos. “Isso porque o vírus influenza é transmitido a partir das secreções respiratórias, podendo também sobreviver algumas horas em diversas superfícies, de madeira, aço e tecidos. A partir do contato com um doente ou uma superfície contaminada, o vírus pode penetrar pelas vias respiratórias, causando lesões pulmonares, que podem ser graves e até fatais, se não tratadas a tempo”, explica a gerente Vanessa Vieira da Silva. Segundo ela, outra medida importante para reduzir a circulação do vírus da gripe é manter os ambientes ventilados e evitar permanecer em locais onde haja aglomeração de pessoas.

Informações adicionais:
Letícia Wilson / Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica
Secretaria de Estado da Saúde
(48) 3664-7406
(48) 3664-7402
www.dive.sc.gov.br 

 


Foto: Divulgação / Deinfra 

O presidente do Departamento Estadual de Infraestrutura, Wanderley Agostini, assinou, nesta quarta-feira, 10, a ordem de serviço que autoriza o 1° Batalhão Ferroviário do Exército a dar continuidade nas obras na rodovia SC-114, Caminhos da Neve, no trecho que liga São Joaquim à divisa com o Estado do Rio Grande do Sul.

O Governo de Santa Catarina investiu mais de R$ 9 milhões na pavimentação, terraplenagem, drenagem e outras obras complementares. Com 5 quilômetros de extensão, esta obra trará mais segurança e conforto a todos os motoristas que utilizam a rodovia diariamente.

Informações adicionais para a imprensa:

Assessoria de comunicação do Deinfra
(48) 3251-3037 
rguidalli@yahoo.com.br




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