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Eduardo Pinho Moreira assume Governo de SC

Transmissão do cargo de governador

O governador licenciado Raimundo Colombo transmitiu o cargo ao governador em exercício Eduardo Pinho Moreira, que assumiu o Governo de Santa Catarina com duas prioridades bem definidas: a Saúde e a Segurança Pública

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Foto IGP / Divulgação

As inscrições para o concurso do Instituto Geral de Perícias (IGP) foram prorrogadas para a próxima segunda-feira, 23, devido a problemas técnicos do site do Instituto de Estudos Superiores do Extremo Sul (Ieses), responsável pelo concurso. Interessados terão até as 16h para fazerem o cadastro neste endereço. O valor é de R$ 120 para o cargo de Perito Oficial e de R$ 100 para Técnico Pericial e os vencimentos para os aprovados, previstos em edital, podem chegar até R$ 15 mil.

São 49 vagas para os cargos de perito criminal, perito criminal bioquímico, perito médico-legista e perito odontolegista. Outras duas vagas são para a função de papiloscopista. As provas acontecem a partir das 13h do dia 26 de novembro nas cidades de Florianópolis, Joinville, Blumenau, Cricíuma, Itajaí, Lages, Joaçaba e Chapecó.

Para realizar a inscrição basta acessar o site www.igpsc2017.ieses.org clicar em “INSCRIÇÕES ONLINE” e preencher a ficha de inscrição até às 16h da próxima segunda-feira, 23 de outubro. Depois de concluído o cadastro, o candidato deverá pagar a taxa no mesmo dia.

O Concurso Público terá cinco fases, sendo a primeira com prova objetiva de conhecimentos, de caráter eliminatório e classificatório. Na segunda fase será realizado o exame de avaliação de títulos, esse de caráter classificatório. Na terceira fase, o candidato passa por um exame de avaliação da aptidão psicológica vocacionada, de caráter eliminatório. A quarta fase, também eliminatória, será realizado o exame toxcológico e na quinta e última fase ocorre uma investigação social.

Informações adicionais para a imprensa:
Rafael Vieira de Araújo 
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: rafael@secom.sc.gov.br  
Telefone: (48)  3665-3018 / 99116-8992
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Foto de arquivo: James Tavares / Secom

A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca anuncia a interdição dos cultivos de ostras, vieiras, mexilhões e berbigões devido à presença de toxina paralisante no Litoral de Santa Catarina. Está proibida a retirada, a comercialização e o consumo destes animais e seus produtos, inclusive nos costões e beira de praia.

A medida foi necessária após exames laboratoriais detectarem a presença da toxina paralisante (PSP) em cultivos da localidade de Ilha João da Cunha, no município de Porto Belo. Como existe a possibilidade de a contaminação dos moluscos bivalves, a Secretaria da Agricultura interditou todo o litoral catarinense de forma preventiva nesta quinta-feira, 19.

>>> Gerente de Pesca e Aquicultura Sérgio Winckler explica como acontece a contaminação e quais os riscos para a saúde

O PSP é causado por toxinas do grupo saxitoxina que podem causar diarreia, náuseas, vômitos, dores abdominais, perda de sensibilidade nas extremidades corpo e, em casos severos, paralisia generalizada e óbito por falência respiratória. Os sintomas podem começar aparecer imediatamente ao consumo dos moluscos contaminados.

Essas toxinas são estáveis e não são degradadas com o cozimento ou processamento dos moluscos. Todos os moluscos filtradores, independente se são ou não cultivados, podem acumular as toxinas. É importante salientar que a presença da PSP na água não representa risco aos banhistas.

A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) seguirá realizando coletas para monitoramento das áreas de produção de ostras, vieiras, mexilhões e berbigões. Os resultados dessas análises definirão a liberação ou a manutenção da interdição das áreas afetadas.

Toxina Paralisante

Segundo o representante do Laboratório Laqua-Itajaí/IFSC, doutor Luis Proença, as microalgas que vivem na água compõe a principal fonte primária de alimento dos organismos marinhos. Em condições ambientais favoráveis, o número de células em suspensão na água pode aumentar de forma significativa. Embora a grande maioria de espécies de microalgas seja benéfica, algumas espécies produzem potentes toxinas que pode ser acumuladas por organismos filtradores, como, por exemplo, moluscos bivalves.

Algumas espécies do gênero Alexandrium produzem neurotoxinas causadoras do PSP, em inglêns Paralytic Shellfish Poisoning. Essas toxinas quando acumuladas em organismos marinhos, principalmente moluscos bivalves, podem causar intoxicação de seres humanos quando consomem os organismos contaminados.

Proença explica que a presença de PSP em moluscos no litoral de Santa Catarina é relativamente rara, sendo sua primeira detecção ocorrida em 1997.

Informações adicionais:
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca
imprensa@agricultura.sc.gov.br
Fone: (48)-3664-4417/ (48) 98843-4996
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Foto: Julio Cavalheiro/Secom

Uma boa novidade para a Operação Veraneio deste ano é a publicação do Decreto Nº 1.333, de 16 de outubro de 2017, que regulamenta a atuação voluntária de guarda-vidas civis em praias e balneários do estado. O modelo de operacionalização dos serviços é o mesmo que já vem sendo empregado em outras temporadas. Mas agora, o atual decreto beneficia diretamente os guarda-vidas civis que, em caso de acidentes ou mortes durante as atividades desempenhadas nas praias, terão direito a indenizações ou pensão vitalícia para dependentes. Além disso, a nova legislação corrobora com a atual política aplicada pelo Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, que pretende integrar a comunidade com as atividades de segurança desenvolvidas nas praias durante o verão.

Apesar de ser um trabalho voluntário, os guarda-vidas civis são previamente treinados para poderem atuar durante a temporada de verão nas praias e balneários, na orientação a turistas e veranistas sobre os cuidados com o mar para evitar afogamentos e nas ações de resgate e salvamentos aquáticos. Antes da atual legislação, os guarda-vidas não tinham garantias legais que os resguardassem em caso de acidentes para atuarem voluntariamente nas praias. Eles também recebem uma ajuda de custo por dia trabalhado, para alimentação e transporte. Todas as atividades são supervisionadas pelo Corpo de Bombeiros Militar.

A publicação do documento mostra que estamos no caminho certo, de parcerias entre o Corpo de Bombeiros Militar e a comunidade. “Quando oferecemos treinamento a pessoas da comunidade, estamos atuando positivamente de duas formas: preparando pessoal para uma atuação estreita junto à corporação e formando pessoas com uma visão bem ampla sobre segurança, ampliando sua capacidade de intervir durante uma ocorrência ou agindo para evitá-la. É o que vemos diretamente nas praias durante o verão, com a queda no número de mortes por afogamentos em áreas monitoradas”, explica o coronel BM Onir Mocellin.

Como funciona a Operação Veraneio

Anualmente, durante os meses mais quentes do ano, Santa Catarina recebe a visita de inúmeros turistas e veranistas que procuram as belezas naturais do Litoral ou das estâncias hidrominerais para lazer e turismo. Em virtude disso, em algumas cidades do Litoral o número de habitantes nesses meses chega a ser três vezes maior, a exemplo de Balneário Camboriú.

Para atender bem e garantir a segurança dessas pessoas, o Governo do Estado mobiliza todas as forças da Segurança Pública durante esta época do ano. A Operação Veraneio 2017/2018 abrange 34 cidades, com 167 locais monitorados do estado. No Corpo de Bombeiros Militar, por ser a instituição responsável pelas atividades de prevenção a sinistros e salvamentos aquáticos, a mobilização é grande. Por ano, cerca de duas mil pessoas da comunidade são treinadas e cerca de 1,4 mil atuam no monitoramento de praias e balneários, orientando veranistas e fazendo salvamentos. Outros cerca de 300 bombeiros militares são deslocados do interior para cumprimento de escalas de trabalho em áreas mais movimentadas do Litoral.

Toda a Operação Veraneio acontece entre 5/10/2017 e 16/04/2018, sendo dividida em:

Baixa Temporada: Entre os dias 6/10/2017 e 14/12/2017;
Alta Temporada: de 15/12/2017 a 04/03/2018;
Pós-Temporada: entre 5/03/2018 e 15/04/2018.

Informações adicionais para a imprensa
Krislei Oechsler
Assessoria de Imprensa 
Corpo de Bombeiros Militares de Santa Catarina - CBMSC
E-mail: ccs@cbm.sc.gov.br
Fone: (48) 3251-9614 / 98843-4427
Site: www.cbm.sc.gov.br

 


Foto: Divulgação / FCEE

Na próxima terça-feira-, 24, começa o curso semipresencial “Capoeira para pessoas com deficiência”, promovido pela Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) por meio do Centro de Educação Física (CEDUF). Realizada na modalidade à distância através da Plataforma Moodle, a parte presencial será realizada em paralelo com o VI Encontro Catarinense de Capoeira Especial, que ocorrerá no dia 24 de novembro no campus da FCEE, em São José.

As inscrições para o curso ainda estão abertas. Mais informações no Edital neste link, pelo telefone (48) 3381-1657 ou pelo email cetep@fcee.sc.gov.br.

Com carga horária total de 40 horas, sendo oito presenciais, o curso capacita os profissionais que utilizam ou que tenham interesse de utilizar a capoeira como um recurso educacional para promover qualidade de vida por meio de novos hábitos de saúde e de melhoria das qualidades físicas e também reabilitação psicomotora.

Voltado a profissionais das instituições conveniadas com a FCEE e da rede estadual de ensino das áreas de Educação Física e Pedagogia, bem como profissionais externos que atuem como educadores de capoeira, o curso aborda desde os diferentes tipos de deficiência, até aspectos históricos da capoeira, passando pelas possíveis intervenções do esporte na educação especial.

Já o VI Encontro Catarinense de Capoeira Especial marcará também o encerramento do curso. Na edição de 2016, que ocorreu em Governador Celso Ramos e foi organizada em conjunto com a APAE desta cidade, o Encontro contou com a participação de mais de 200 alunos provenientes de todo o Estado.

SERVIÇO:

Capoeira para Pessoas com Deficiência - EAD
ORGANIZAÇÃO: Fundação Catarinense de Educação Especial 
OBJETIVOS: Capacitar os profissionais que utilizam ou que tenham interesse em utilizar a Capoeira como recurso educacional, qualidade de vida por meio de novos hábitos de saúde e de melhora das qualidades físicas e reabilitação psicomotora.
PÚBLICO ALVO: Profissionais das Instituições conveniadas com a FCEE e rede Estadual de ensino das áreas de Educação Física e Pedagogia, bem como profissionais externos que atuem como educadores de Capoeira.
PRAZO DE INSCRIÇÃO: até dia 19 de outubro as 23h55
PERÍODO: 24 de outubro a 24 de novembro de 2017
LOCAL: Centro de Tecnologia Assistiva da FCEE- CETEP/ Plataforma Moodle: http://ead2.sc.gov.br/
INSCRIÇÕES: O link para inscrição e o tutorial estão disponíveis com a Integradora e/ou responsável pela educação especial na Gerência Regional de Educação. Qualquer dúvida entrar em contato com a GECAE/FCEE pelo telefone (48) 3381-1640 ou com o CETEP/FCEE pelo telefone (48) 3381-1657 ou pelo email cetep@fcee.sc.gov.br.

Informações adicionais para a imprensa:
Aline Buaes
Assessoria de Imprensa 
Fundação Catarinense de Educação Especial - FCCE
E-mail: imprensa@fcee.sc.gov.br
Fone: (48) 3381-1693 / 99115-8918
Site: www.fcee.sc.gov.br



Cultivo de alho irrigado em Fraiburgo. Foto: Nilson Teixeira/Arquivo Epagri

O crescimento da área plantada com alho, a expectativa de uma boa safra de cebola, a queda na importação de leite e o impacto que a Operação Carne Fraca ainda apresenta nos preços de aves, suínos e gado são alguns destaques do Boletim Agropecuário de outubro, emitido pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri (Epagri/Cepa). O documento mensal apresenta os principais dados referentes ao desenvolvimento das safras, produção e mercados no estado, para produtos selecionados, com informações da última quinzena ou dos últimos 30 dias.

O boletim aponta um crescimento próximo de 20% na área plantada de alho na safra 2017/2018 em comparação com a safra anterior. Isso significa 2,5 mil hectares cultivados com o produto em Santa Catarina, representando mais de 22% da área plantada do Brasil. Segundo a Epagri/Cepa, as lavouras estão em pleno desenvolvimento e em estado fitossanitário excelente. Apesar da escassez de chuvas nos últimos meses, a cultura não deve ter problemas em relação ao seu potencial produtivo, em função da abrangência da área irrigada no estado. De qualquer maneira, houve necessidade de intensificar a irrigação, o que acarretou aumento no custo de produção.

O estado fitossanitário das lavouras de cebola também é positivo, o que contribui para a expectativa de uma próxima safra bastante produtiva em volume e qualidade dos bulbos. Os técnicos da Epagri/Cepa avaliam que na safra 2017/18 Santa Catarina mantém a maior área plantada de cebola do Brasil, com mais de 21 mil hectares cultivados.

Na avicultura, a Operação Carne Franca ainda causa impactos negativos nos preços pagos ao produtor. Em outubro, o preço médio praticado foi 15,99% menor que o pago no mesmo mês do ano passado. O documente revela que nos meses de setembro e outubro houve leve retomada no preço pago ao produtor, sem recuperação das perdas acumuladas a partir do final de 2016 e acentuadas após a deflagração da Operação Carne Fraca. As exportações também registraram queda.

Na suinocultura, o preço médio pago ao produtor em outubro está 8,02% menor que o praticado em meados de março, mas tem se mantido estável nos últimos três meses. As exportações catarinenses de carne suína registraram quedas significativas em setembro, tanto em relação ao mês anterior quanto na comparação com setembro do ano passado. Contudo, no acumulado do ano os resultados são positivos: aumento de 27,51% em valor e de 4,36% em quantidade exportada, na comparação com o mesmo período de 2016.

Os bovinos registraram queda de 7,08% no preço médio estadual entre março e outubro. Apesar disso, Santa Catarina registrou aumento de 1,16% no número de animais abatidos.

As importações brasileiras de leite estão em queda neste ano. De janeiro a setembro, a quantidade de lácteos importada pelo Brasil foi 24,1% inferior que no mesmo período de 2016. O decréscimo foi ainda mais acentuado para as importações provenientes do Uruguai: 35,2%. A tendência é que a Argentina volte a superar o Uruguai como principal origem das importações brasileiras. Entre setembro e outubro, Santa Catarina se firmou como o quarto maior produtor nacional de leite, superando o estado de Goiás.

O Boletim Agropecuário de outubro traz ainda análises relacionadas à maçã, milho, soja, arroz, feijão e trigo.

>>> Confira o boletim na íntegra

Mais informações e entrevistas
Reney Dorow, gerente da Epagri/Cepa, nos fones (48) 3665-5078 / 98801-1219.

Informações adicionais para a imprensa:
Assessoria de Comunicação da Epagri
Gisele Dias
Fone: (48) 3665-5147 / (48) 99989-2992
E-mail: giseledias@epagri.sc.gov.br
Cinthia Andruchak
Fone: (48) 3665-5344
E-mail: cinthiafreitas@epagri.sc.gov.br
Isabela Schwengber
Fone: (48) 3665-5407
E-mail: isabelas@epagri.sc.gov.br
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