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O terminal pesqueiro de Laguna está oficialmente sob nova direção. Uma solenidade na manhã desta segunda-feira, 17, marcou simbolicamente a transferência do porto para a gestão da SCPAR. Neste primeiro momento, a companhia investirá aproximadamente R$ 4 milhões para melhorias no local.

A principal medida será a dragagem do canal de atração e da bacia de evolução, cuja licitação foi lançada pelo governador Carlos Moisés. Segundo o chefe do Executivo estadual, um novo momento chegou para a região de Laguna.

“Queremos chegar a um calado de 5,5 metros, que vai possibilitar a chegada de qualquer tipo de embarcação, inclusive atuneiros. Vamos agregar valor a esse equipamento público. Essa é apenas a primeira semente. Queremos chamar empresas para se instalar nesse parque, de forma a gerar emprego e renda”, frisou o governador.

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Outros investimentos no terminal pesqueiro incluem melhorias na fábrica de gelo, que operava com apenas 40% de sua capacidade, e a aquisição de duas “marrecas”,  equipamentos que facilitam a descarga do peixe e reduzem o tempo de trabalho quase pela metade. O presidente da SCPAR, Gustavo Salvador Pereira, destaca também a troca das esteiras nos salões de descarga. De acordo com ele, novos investimentos estão previstos, como a troca das empilhadeiras. 

No futuro, queremos ampliar significativamente o movimento no terminal pesqueiro. Não é da noite para o dia que iremos mudar a realidade do porto. Mas esse é um equipamento fundamental para toda a região de Laguna, para trazer desenvolvimento, por isso é uma prioridade", ressaltou.

A solenidade marcou também os 40 anos de operação exclusivamente pesqueira no porto de Laguna e abertura da safra da sardinha, que responde por aproximadamente 40% dos peixes pescados no estado.

Também participaram do ato desta segunda-feira o chefe da Casa Civil, Douglas Borba, o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, e os deputados estaduais Rodrigo Minotto e Volnei Weber.

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O Governo do Estado e a iniciativa privada se unem para estimular a produção de trigo, triticale e cevada em Santa Catarina. A intenção é ampliar em 220 mil hectares a área plantada com grãos de inverno, além do desenvolvimento de novas cultivares para o uso na ração animal. O novo programa da Secretaria da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural foi lançado nesta quinta-feira, 13, durante o 5º Fórum Mais Milho, em Mafra.

"A produção de proteína animal tem papel fundamental no agronegócio catarinense e a oferta de grãos é peça-chave para mantermos a competitividade desse setor. O Programa de Incentivo ao Plantio de Grãos de Inverno surge com a reunião de diversas entidades, produtores e Governo do Estado para garantir o futuro do agronegócio catarinense", afirma o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa.

Grande produtor de carnes e leite, Santa Catarina é hoje o maior importador de milho do Brasil. Todos os anos cerca de quatro milhões de toneladas do grão são importados de outros estados e países para abastecer a cadeia produtiva catarinense. Com o Programa de Incentivo ao Plantio de Grãos de Inverno, a Secretaria da Agricultura e a iniciativa privada querem estimular os agricultores a plantarem trigo, triticale e cevada, que podem complementar a ração animal e trazer mais renda para os produtores rurais, sem interferir na safra de verão.

O Programa pretende estimular a implantação de 100 mil hectares de trigo, 10 mil hectares de triticale e 10 mil hectares de cevada no estado. Santa Catarina possui hoje 660,8 mil hectares com potencial para exploração de grãos de inverno. Segundo o pesquisador da Embrapa Trigo, Eduardo Caierao, apenas 20% das lavouras catarinenses são utilizadas no inverno, o que traz uma grande possibilidade de ampliação de área plantada.

O Programa pretende ainda, a longo prazo, apoiar a criação de cultivares específicos para o uso em ração, com maior produtividade e que não disputem área com o trigo utilizado para panificação.


Foto: Paulo Santhias/ SAR

Garantia de compra

O grande diferencial do Programa é a participação das agroindústrias, que se comprometem em adquirir os grãos produzidos, desde que atendam as condições do mercado e a qualidade nutricional desejada.

"Conseguimos colocar em prática um projeto que atende a uma demanda antiga do setor privado e também do Governo do Estado, que é ampliar a oferta de grãos em Santa Catarina e proporcionar mais renda para os agricultores", destaca o secretário adjunto da Agricultura Ricardo Miotto.

Apoio para aumentar a oferta de grãos

O incentivo para produção de cereais de inverno vem complementar outras ações desenvolvidas pelo Governo do Estado para aumentar o fornecimento de insumos. Santa Catarina trabalha para viabilizar a Rota do Milho, trazendo o grão do Paraguai diretamente para o Oeste, além de executar o Programa Terra-Boa, que apoia a produção de milho de alta qualidade.

Produção de trigo em Santa Catarina

Nos últimos 29 anos, a produção de trigo aumentou 61% em Santa Catarina, com um rendimento 214% maior. Em compensação, a área plantada reduziu em 48,6%. Segundo o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), nesta safra o estado deve colher 156 mil toneladas de trigo, em 53.920 hectares.

Parceria com a iniciativa privada

O Programa de Incentivo ao Plantio de Grãos de Inverno é uma parceria entre Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado de Santa Catarina (Fecoagro), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado de Santa Catarina (Fetaesc), Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Sindicato Indústria Carnes Derivados de Santa Catarina (Sindicarne) e Associação Catarinense de Avicultura (Acav).

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Destaque internacional na produção de alimentos, Santa Catarina cria campanha de proteção e valorização do agronegócio. Governo do Estado e setor produtivo se unem para conscientizar a população sobre os riscos de entrada de pragas e doenças que podem ameaçar a saúde dos animais e lavouras. Estão previstas ações nos principais aeroportos, rodoviárias, portos e pedágios, além do reforço na fiscalização nas fronteiras do estado.

A intenção da campanha é orientar a população sobre as regras para transportar animais, vegetais, sementes e mudas, além de produtos de origem animal e vegetal. "Santa Catarina mais uma vez sai na frente na proteção do agronegócio. Elaboramos um programa em que visamos orientar turistas e catarinenses para que não tragam alimentos, sementes e mudas de plantas, que possam trazer qualquer tipo de doença para o estado. Nós temos um rebanho de animais extremamente suscetíveis a várias doenças, além de uma produção vegetal livre de pragas. Não podemos deixar que nada coloque em risco o agronegócio catarinense, a produção e o desenvolvimento dos produtores e da economia do nosso estado", explica o secretário da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa.

O agronegócio é o carro-chefe da economia catarinense, responsável por quase 70% de toda a exportação e por mais de 30% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. Santa Catarina coleciona os títulos de maior produtor nacional de suínos, maçã e cebola; segundo maior produtor de aves e arroz e quarto maior produtor de leite. O estado é livre de Cydia pomonella, considerada o pior inseto praga da fruticultura e também é o único do país reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação - status que abre as portas para os mercados mais exigentes do mundo, mas que deixa os rebanhos e lavouras mais vulneráveis a doenças.

"A economia de Santa Catarina é fortemente influenciada pelo agronegócio e é muito importante que toda a sociedade se conscientize de que o nosso estado tem uma condição diferenciada. A manutenção do status sanitário catarinense é de responsabilidade de todos, então devemos ter muita atenção quando chegarmos a Santa Catarina trazendo frutas, verduras, carnes, mel ou sementes. Esses produtos têm potencial de veicular pragas e doenças que podem acometer nossos rebanhos e plantações causando prejuízos enormes ao setor produtivo, aos agricultores e a todos os catarinenses", afirma o secretário adjunto da Agricultura, Ricardo Miotto.

Parceria com o setor produtivo

A campanha surgiu da parceria entre o setor público e o privado. Segundo o gerente executivo do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados (Sindicarne), Jorge de Lima, a divulgação de placas em rodovias, rodoviárias, aeroportos e portos é também uma forma de manter o agronegócio catarinense em destaque. "Essa é uma iniciativa de extrema importância para os catarinenses, uma vez que grande parte da arrecadação do estado vem da produção de suínos e aves, sendo esse o maior gerador de empregos de Santa Catarina. A iniciativa privada é e sempre será parceira do setor público nessas ações", ressalta.

A campanha é uma iniciativa do Sindicato Indústria Carnes Derivados de Santa Catarina (Sindicarne), Associação Catarinense de Avicultura (Acav), Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa) e Federação das Cooperativas Agropecuárias de Santa Catarina (Fecoagro), com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural e suas empresas vinculadas (Epagri, Cidasc e Ceasa).

Regras para quem chega a Santa Catarina

Quem visitar Santa Catarina deve ficar atento às regras para transportar animais, vegetais, sementes e mudas, produtos de origem animal e vegetal. É proibida a entrada com miúdos bovinos in natura de qualquer região do país. Além disso, há restrição para a entrada de suínos e de produtos de origem suína de Alagoas, Amapá, parte do Amazonas, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Roraima - locais que ainda não são considerados livres de peste suína clássica.

Carnes, leite e derivados também podem trazer doenças erradicadas em SC. Portanto, os produtos devem estar acondicionados em embalagem original de fabricação devidamente rotulada e lacrada, com selo do Serviço de Inspeção Oficial. Caso encontrado irregularidades, os produtos poderão ser apreendidos e destruídos para evitar a contaminação dos nossos animais, estando os portadores sujeitos a penalidades.

Turistas ou catarinenses que vierem da Ásia, África e Europa também passarão por uma inspeção mais cuidadosa ao chegarem ao aeroporto. Os três continentes passam por um surto de peste suína africana, a doença já levou ao abate de mais de 7 milhões de animais e pode ser facilmente transmitida por meio de alimentos contaminados.

Vegetais, sementes e mudas

Para ingressar em Santa Catarina transportando banana, maçã, frutas cítricas, uva e outras frutas é preciso de atenção. Estes produtos podem veicular pragas e, dependendo da origem, poderá ser necessário apresentar a Permissão de Trânsito Vegetal (PTV), atestando a condição fitossanitária dos produtos.

Na dúvida, consulte o Catálogo de Exigências Fitossanitárias para o Trânsito Interestadual no site http://sistemasweb.agricultura.gov.br/cefiti/.

Em relação a sementes e mudas, é importante que estas tenham a etiqueta com os dados do produtor e nota fiscal.

Transporte de animais

Para o transporte de cães e gatos é necessário o atestado de saúde emitido por médico veterinário e, no caso de viagem internacional, documento oficial do país de origem. Todos os outros animais precisam estar acompanhados de Guia de Trânsito Animal (GTA), exames obrigatórios e demais exigências sanitárias, conforme a espécie. É importante lembrar que é proibida a entrada de bovinos e búfalos em Santa Catarina.

Vigilância Permanente

A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) mantém 63 barreiras sanitárias fixas nas divisas com Paraná, Rio Grande do Sul e Argentina que controlam a entrada e a saída de animais e produtos agropecuários.

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Foto: Aires Mariga / Epagri 

Maior produtor de maçã do Brasil, Santa Catarina inicia a colheita com expectativa de uma boa safra. Os produtores catarinenses esperam frutos de alta qualidade, que possam conquistar o mercado internacional. A abertura oficial da colheita da maçã reuniu lideranças e produtores rurais, nesta segunda-feira, 10, em Fraiburgo.

A maçã é um dos destaques do agronegócio catarinense. O estado conta com 2.992 produtores, que devem colher 578 mil toneladas de maçã este ano. Em Santa Catarina, as principais variedades produzidas são Gala e Fuji.


Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

A retirada e comercialização de ostras e mexilhões da Barra do Aririú, em Palhoça e da Ponta de Baixo, em São José estão liberadas. A Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural mantinha os cultivos de moluscos dessas duas localidades interditados desde o dia 15 de janeiro, devido à presença em excesso de bactéria que pode causar diarreia.

A liberação dos cultivos ocorreu após os resultados laboratoriais comprovarem que os moluscos podem ser consumidos em segurança, desde que passem por processo de depuração ou cozimento.

Interdição

A interdição dos cultivos da Barra do Aririú e Ponta de Baixo foi no dia 15 de janeiro, após exames laboratoriais detectarem a concentração de coliformes fecais acima dos limites permitidos nos cultivos de moluscos bivalves em apenas nessas duas localidades. Esse fenômeno foi decorrente da combinação de chuvas e do maior número de pessoas visitando o Litoral catarinense.

Monitoramento constante

Santa Catarina é o único estado do país que realiza o monitoramento permanente das áreas de cultivo. O Programa Estadual de Controle Higiênico Sanitário de Moluscos é um dos procedimentos de gestão e controle sanitário da cadeia produtiva, dando garantia e segurança para produtores e consumidores.

O estado é o maior produtor nacional de moluscos, com 39 áreas de produção distribuídas em 11 municípios do Litoral. O setor gera mais de 1.900 empregos diretos e a produção gira em torno de 13 mil toneladas de mexilhões, ostras e vieiras.

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Foto: Julio Cavalheiro / Secom

Maior importador de milho do Brasil, Santa Catarina quer aumentar o cultivo e a produtividade de suas lavouras. O Governo do Estado irá investir R$ 18,6 milhões para apoiar a aquisição de 200 mil sacos de semente de milho. A ação faz parte do Programa Terra Boa, lançado pela Secretaria da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural em janeiro, que deve atender 50 mil produtores rurais.

“Essa iniciativa é mais uma forma de aumentar a competitividade do estado, já que o milho é um produto estratégico para alavancar ainda mais o agronegócio catarinense. Queremos levar o desenvolvimento para todas as regiões e apoiar o produtor rural”, reforça o governador Carlos Moisés.

As sementes de milho disponibilizadas pelo Programa são de médio a altíssimo valor genético, que geram um rendimento maior por hectare plantado. A intenção é diminuir o deficit do grão em Santa Catarina, trazendo mais competitividade para as agroindústrias instaladas no estado e mais renda ao produtor rural.

"O fomento à produção de milho é essencial para Santa Catarina haja vista a grande quantidade de suínos e aves que temos no estado e que movimentam a nossa economia e garantem boa parte do PIB do agronegócio. É importante frisar que a aquisição dessas sementes passa pela Epagri, então os produtores devem procurar os escritórios municipais da empresa para conversar com os técnicos sobre qual a melhor cultivar para o plantio e também para fazer as correções de solo utilizando o calcário", explica o secretário adjunto da Agricultura, Ricardo Miotto.

Com uma produção média de três milhões de toneladas e um consumo de quase sete milhões de toneladas para alimentação animal, os catarinenses buscam aproximadamente quatro milhões de toneladas do grão nas lavouras do Centro-Oeste e dos países vizinhos todos os anos.

Terra Boa
Além das sementes de milho, o Programa Terra Boa contempla ainda o apoio para aquisição de 300 mil toneladas de calcário, 3,5 mil kits forrageira, mil kits solo saudável e 500 kits apicultura. O investimento total será de R$ 53,5 milhões e a expectativa da Secretaria da Agricultura é atender 70 mil agricultores em todo o estado

O Programa é resultado de um convênio firmado entre a Secretaria da Agricultura, Secretaria de Estado da Fazenda, agroindústrias e cooperativas.

Relação de Troca

Para cada saca de 20 quilos de sementes, classificadas nos determinados grupos, o produtor deverá ressarcir a diferença entre o preço de venda menos os respectivos valores dos subsídios, cujo montante será convertido em quantidade de sacas de produto de 60 quilos de milho consumo tipo II, utilizando como base o preço unitário de referência fixado em R$ 25.

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Foto: Luciane Zuê / GVG

Santa Catarina quer aumentar a produtividade das suas lavouras. Com o Programa Terra-Boa, a Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural irá investir R$ 53,5 milhões no apoio à aquisição de sementes de milho, calcário, melhoria de pastagens, apicultura e cobertura do solo. O Programa, que terá 14% a mais de recursos esse ano, foi lançado nesta quarta-feira, 29, pela vice-governadora Daniela Reinehr e pelo secretário da Agricultura Ricardo de Gouvêa em Pinhalzinho, durante a abertura da Itaipu Rural Show.

“Aumentar a produtividade das lavouras significa tornar nosso estado mais competitivo e melhorar a vida de quem mora no campo. Com o Terra-Boa apostamos naquilo que tanto defendemos: em tecnologia e inovação para contribuir com atividades fundamentais para Santa Catarina, como no caso da agricultura, um dos motores da nossa economia”, ressalta o governador Carlos Moisés.

Durante a abertura do evento a vice-governadora destacou o aumento de recursos nesta edição. São R$ 6,5 milhões a mais de investimentos. A expectativa da Secretaria da Agricultura é atender 70 mil agricultores em todo o estado. O Programa Terra-Boa irá apoiar a aquisição de 300 mil toneladas de calcário, 200 mil sacos de semente de milho, 3,5 mil kits forrageira, mil kits solo saudável e 500 kits apicultura.

"O Terra-Boa dá tão certo em Santa Catarina que decidimos ampliar os recursos disponíveis. Nós queremos aumentar a produtividade das nossas lavouras, incentivando e facilitando os investimentos em sementes de milho, calcário, cobertura de solo, melhoria de pastagens e apicultura. Esse ano serão R$ 53,5 milhões em recursos para execução do Terra Boa, 14 % a mais do que o valor investido ano passado. O Governo do Estado e o cooperativismo estão unindo forças e vamos fazer um trabalho excelente", destaca a vice-governadora Daniela Reinehr. 

De acordo com o secretário de Estado da Agricultura, Ricardo de Gouvêa, o Terra-Boa traz mais uma oportunidade para que os agricultores catarinenses aumentem a produtividade em suas lavouras. "O Programa já é conhecido e muito esperado pelos agricultores de Santa Catarina. Através dele, os produtores têm acesso a sementes de alta tecnologia e insumos para melhorar e diversificar a sua produção, tudo isso com a assistência técnica da Epagri. Estamos muito felizes com as novidades desse ano, com mais recursos e a criação do kit solo saudável", ressalta.

O Programa é resultado de um convênio firmado entre a Secretaria da Agricultura, Secretaria de Estado da Fazenda, agroindústrias e cooperativas. 

Foco na produtividade

Em sua nova edição, o Programa Terra-Boa irá apoiar a aquisição de milho, de alto valor genético, o que gera um rendimento maior por hectare plantado e representa mais de 70% das sementes retiradas pelos produtores. Santa Catarina é o maior importador de milho do Brasil. 

Agroconsciente

O Programa Terra-Boa está alinhado a nova diretriz do Governo do Estado para o desenvolvimento de ações que oportunizem mais renda aos produtores rurais e pescadores, ganhos ao meio ambiente e maior segurança alimentar à população. Exemplo disso é a inclusão do Kit Solo Saudável, com produtos para cobertura verde do solo.

A distribuição do Terra-Boa

Calcário - a distribuição de calcário é feita em duas modalidades: via cooperativa ou direto das minas. Com o calcário direto das minas, o produtor fica responsável pelo transporte. No caso do calcário via cooperativa o produtor paga o equivalente em sacos de milho consumo tipo II (60 kg), pelo preço de referência fixado no início de cada ano - o produto é disponibilizado para ser retirado próximo à propriedade rural. Cada família rural tem direito a uma cota de 30 toneladas de calcário que serão pagas no próximo ano com o produto da colheita.

Sementes de milho - as sementes que podem ser adquiridas pelo produtor incluem sementes de médio até altíssimo valor genético, seguindo as relações de troca.

Para cada saca de 20kg de sementes, classificadas nos determinados grupos, o produtor deverá ressarcir a diferença entre o preço de venda menos os respectivos valores dos subsídios, cujo montante será convertido em quantidade de sacas de produto de 60kg de milho consumo tipo II, utilizando como base o preço unitário de referência fixado em R$ 25.

Kit Forrageira -  kit forrageira é formado por mais de 80 produtos fornecidos a partir de um projeto técnico elaborado pela Epagri. O valor do kit é R$ 6 mil, e pode ser pago em três parcelas anuais, sem juros, ou caso o produtor optar em adiantar o pagamento da segunda e terceira parcela para a mesma data de vencimento da primeira, este terá um desconto de 30% sobre o valor da segunda e de 60% sobre o valor da terceira parcela.

Kit Apicultura - cada kit é composto por seis colmeias, com ninho e duas melgueiras; cera alveolada para seis colmeias; formão; dois macacões completos com máscara; dois pares de luvas e um fumegador, cobertura ecológica, arames, esticador de arame, rainha, núcleo Langstoth, alimentador de cobertura, luvas e jaleco. O kit custa cerca de R$ 2,4 mil, e o produtor terá dois anos de prazo para pagamento, com parcela anual em juros, ou caso o produtor optar em adiantar o pagamento da segunda parcela para a mesma data de vencimento da primeira, este terá um desconto de 60% sobre o valor da segunda parcela

Abelhas rainhas - Fornecimento de no máximo 150 rainhas por produtor. A subvenção do Governo é limitada a R$ 18,00 reais por rainha.

Kit Solo Saudável - Composto por insumos para correção de solo, sementes de adubos verdes e fertilizantes. Cada kit custa R$ 2 mil e o produtor terá dois anos de prazo para pagamento, com parcela anual em juros, ou caso o produtor optar em adiantar o pagamento da segunda parcela para a mesma data de vencimento da primeira, este terá um desconto de 60% sobre o valor da segunda parcela.

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Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

Os produtores rurais catarinenses terão apoio do Governo do Estado para aquisição de sementes de milho, calcário e kits apicultura e forrageira. O Programa Terra-Boa contará com investimentos de R$ 53,5 milhões e será lançado pela vice-governadora Daniela Reinehr e pelo secretário da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa, durante a abertura do Itaipu Rural Show, em Pinhalzinho, às 10h30 desta quarta-feira, 29.

Em sua nova edição, o Programa Terra-Boa pretende atender mais de 70 mil agricultores em todo o estado com 300 mil toneladas de calcário, 200 mil sacos de semente de milho, 3,5 mil kits forrageira, mil kits solo saudável e 500 kits apicultura. O Programa é resultado de um convênio firmado entre a Secretaria da Agricultura e a Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado de Santa Catarina (Fecoagro) e busca aumentar a produtividade nas lavouras catarinenses, além de incentivar os investimentos na melhoria de pastagens e na apicultura.

Itaipu Rural Show

O Itaipu Rural Show é considerado o maior evento do Agronegócio de Santa Catarina e será realizado de 29 de janeiro a 1º de fevereiro, em Pinhalzinho.

A feira está em sua 22ª edição e tem como objetivo mostrar aos participantes as tecnologias e tendências do setor agropecuário. É voltado a agricultores, agropecuaristas, pesquisadores, empresários e técnicos.

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Foto: MB Comunicação / Divulgação

As auditorias para adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA) passarão a ser feitas pelo Consórcio Intermunicipal da Serra Catarinense (Cisama). A mudança traz mais agilidade para o processo sem perder o foco na qualidade dos alimentos. Antes elas eram feitas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A partir de agora, as 25 agroindústrias, sediadas em Anita Garibaldi, Bocaina do Sul, Bom Jardim da Serra, Bom Retiro, Campo Belo do Sul, Capão Alto, Cerro Negro, Correia Pinto, Lages, Otacílio Costa, Painel, Palmeira, Ponte Alta, Rio Rufino, São Joaquim, São José do Cerrito, Urubici e Urupema, que quiserem comercializar seus produtos em outros estados poderão solicitar a adesão ao Sisbi-POA via Consórcio.

A coordenadora do Programa de Sanidade dos Produtos Agropecuários do Cisama, Andressa Steffen Barbosa, explica que a equivalência dos serviços de inspeção do Consórcio amplia as oportunidades das agroindústrias de pequeno porte, aumenta mercados e possibilita a comercialização da produção. "Nossa intenção é que esses empreendimentos mantenham suas características locais e com foco na qualidade, mas com a expansão da comercialização".

A região Serrana já possui um empreendimento autorizado a aderir ao Sisbi-Poa e comercializar seus produtos em todo o país. É um abatedouro de frango caipira, de São José do Cerrito, que está ampliando a estrutura, com foco no aumento das vendas.

O reconhecimento da equivalência dos serviços de inspeção Cisama foi oficializado através de Portaria do Mapa, publicada na última segunda-feira, 20.

Sisbi-POA

O Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal, que faz parte do Sistema Unificado de Atenção a Sanidade Agropecuária, padroniza e harmoniza os procedimentos de inspeção de produtos de origem animal para garantir a inocuidade e segurança alimentar.

Com o Sisbi-POA, as agroindústrias que possuem Serviço de Inspeção Municipal e Estadual podem obter o reconhecimento e comercializar seus produtos em todo o país.

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Fotos: Divulgação / Epagri 

Os maricultores catarinenses terão mais uma importante alternativa de renda. Nesta quinta-feira, 24, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) autorizou o cultivo comercial da macroalga Kappaphycus alvarezii no Litoral de Santa Catarina. O produto, utilizado na indústria farmacêutica e alimentícia, é altamente valorizado no mercado e pode ser combinado com o cultivo de ostras, mexilhões e vieiras. Este será mais um mercado exclusivo de Santa Catarina.