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O número de casos confirmados de Covid-19 em Santa Catarina chegou a 457 nesta terça-feira, 7. O aumento foi de 9,5% em relação ao último boletim apresentado pelo governador Carlos Moisés. Desde o começo da pandemia, já ocorreram 15 mortes no Estado por conta da doença. Quatro delas foram confirmadas nas últimas 24 horas: uma mulher de 58 anos moradora de Palhoça; um homem de 34 anos da cidade de Tubarão; uma mulher de 79 anos moradora de Criciúma e um homem de 101 anos de Florianópolis. Todos os quatro integravam os grupos de risco.

Atualmente, há 49 pessoas internadas em UTIs com a Covid-19, sendo 21 na rede pública e 28 na rede privada. Os casos confirmados da doença são de pessoas com residência em 61 municípios diferentes. Veja a lista:

Águas Mornas 1
Anita Garibaldi 1
Antônio Carlos 9
Araranguá 4
Balneário Arroio do Silva 1
Balneário Camboriú 16
Balneário Gaivota 1
Biguaçu 1
Blumenau 52
Botuvera 1
Braço do Norte 16
Brusque 10
Camboriú 8
Canelinha 1
Chapecó 6
Criciúma 29
Florianópolis 114
Gaspar 5
Governador Celso Ramos 2
Gravatal 5
Içara 1
Imbituba 6
Indaial 2
Irati 1
Itajaí 23
Itapema 3
Itapiranga 1
Jaguaruna 2
Jaraguá do Sul 6
Joaçaba 1
Joinville 26
Lages 4
Laguna 3
Mafra 1
Morro da Fumaça 1
Navegantes 4
Palhoça 3
Papanduva 2
Paulo Lopes 2
Pedras Grandes 1
Pescaria Brava 1
Pomerode 1
Porto Belo 4
Rancho Queimado 2
Sangão 1
Santa Rosa de Lima 1
São Domingos 1
São Francisco do Sul 2
São José 19
São Lourenço do Oeste 1
São Ludgero 3
São Pedro de Alcântara 1
Siderópolis 4
Sombrio 3
Santo Amaro da Imperatriz 1
Tijucas 2
Timbé do Sul 1
Timbó 1
Tubarão 19
Urussanga 2
Videira 1

Outros Estados 7
Outros Países 3

Por conta de um delay do sistema no momento que a tabela foi baixada da base de dados na segunda-feira, 6, o município de Siderópolis teve um caso duplicado e houve inconsistência nos casos de Brusque. No boletim desta terça-feira, os dados estão atualizados.

Acompanhe as notícias sobre o novo coronavírus

As notícias sobre as medidas para conter a propagação do novo coronavírus em Santa Catarina e os boletins atualizados com a situação do Estado podem ser acessadas no site sc.gov.br ou www.coronavirus.sc.gov.br. As atualizações podem ser acompanhadas ainda pelo Youtube, Instagram e Facebook do Governo do Estado. 

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Foto: Julio Cavalheiro / Secom

Para auxiliar na repatriação de catarinenses que ficaram desamparados fora do Brasil, por conta das restrições de combate à pandemia da Covid-19 adotadas por diversos países, a Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais (SAI) de Santa Catarina tomou uma série de medidas e trouxe de volta ao Estado 58 pessoas.

Além de implementar um plantão para atendimento e montar um grupo de trabalho para solução de casos de emergência, a SAI tem se articulado junto com o Ministério de Relações Exteriores, Ministério da Família e dos Direitos Humanos, embaixadas e consulados.

Desde meados de março, a Secretaria recebeu diferentes pedidos de ajuda de catarinenses que ficaram presos em outros países devido ao cancelamento de voos e fechamento de fronteiras terrestres. A maioria teve dificuldade de comunicação com companhias aéreas, devido à redução de atendimento de call centers, mudanças de regras na remarcação de passagens e um volume muito grande de pedidos de emergência.

“Toda a ajuda que a gente recebeu da SAI foi uma demonstração de atenção, que foi fundamental para a gente ser forte e ao mesmo tempo se manter perseverante. Vamos todos superar essa crise e todos ficaremos bem, felizes e saudáveis”, disse Raquel Rosso, moradora de Criciúma.

“Eu e meu marido estávamos desde o dia 19 de março retidos em Lisboa, com bastante dificuldade para entrar em contato com as companhias aéreas para marcar novo voo e tentar resolver nossa situação. Muitos voos cancelados e aeroporto fechado. Então a Secretaria de Assuntos Internacionais de SC entrou em contato com a gente. O apoio foi excepcional. Não mediram esforços para tentar nos ajudar. Agora estamos em casa, estamos bem e em quarentena”, relatou Karine Iris Rosa, moradora de Palhoça.

Como a SAI agiu nos diferentes casos:

França

Após receber avisos de cancelamento de voo, anulação de todas as reservas de hotéis e de ser impedida de sair na rua pelas autoridades locais, uma família de Concórdia entrou em contato no dia 23 de março com o plantão da SAI. No mesmo dia foram feitas as tratativas com o Itamaraty, com o Consulado em Paris, e com a companhia área que cancelou o voo. Após realocá-los em um novo voo, a família chegou ao Brasil no dia 31 de março.

Portugal

A partir do dia 20 de março, a SAI começou a receber pedidos de residentes de diferentes municípios como Biguaçu, São José, Palhoça, Camboriú, Braço do Norte e outras, que ficaram presos em Lisboa devido ao cancelamento de voos. Foram emitidos e tramitados ofícios no Ministério de Relações Exteriores endereçados ao Consulado em Lisboa, requisitando prioridade na repartição dos catarinenses. Apesar da falta de disponibilidade de voos, a SAI conseguiu novos bilhetes aéreos e encontrou abrigo temporário para o período de espera. O grupo voltou para Brasil do dia 30 de março.
Um outro caso de Portugal começou as tratativas no dia 20 de março, quando o plantão da SAI foi acionado por catarinenses de Barra Velha. Ainda no início de março eles embarcaram em um cruzeiro saído do Brasil para fazer a rota na Europa, mas tiveram todo o roteiro cancelado no meio da viagem. A operadora do cruzeiro queria obrigar os passageiros a descerem em Lisboa, mesmo sem terem reserva de hotel e sem passagens de retorno ao Brasil. A SAI entrou em contato com o Consulado de Lisboa quando o navio ainda estava na rota, pedindo uma intervenção com a operadora do cruzeiro para que ela adquirisse as passagens aéreas de volta ao Brasil e que se responsabilizasse de manter os catarinenses a bordo até a data de retorno, que ocorreu no dia 25 de março.

Equador

Um grupo de catarinenses de Timbó, Laguna e Florianópolis entrou em contato com o plantão da SAI, no dia 26 de março, informando que todos os voos comerciais de Quito estavam cancelados. A SAI manteve comunicação com Itamaraty e Consulado de Quito, para garantir que esses catarinenses fossem alocados no primeiro voo humanitário de repatriação. Todos foram alocados no voo charter do Governo Federal, que chegou no Brasil dia 30 de março.

África do Sul

A SAI foi acionada em 25 de março por um grupo de catarinenses, impedido de retornar de Johanesburgo. Para ajudar na repatriação, a equipe da SAI articulou as ações junto ao Ministério das Relações Exteriores e à Embaixada de Pretória. Todos já se encontram no Brasil.

Argentina e Chile

Um grupo de brasileiros, entre eles catarinenses, ficou preso na Argentina e no Chile, devido ao fechamento de fronteiras terrestres dos dois países. Para solucionar o caso, no dia 25 de março a equipe da SAI tramitou ofícios no Ministério das Relações Exteriores e articulou ações junto à Embaixada do Brasil em Buenos Aires para emitir documentos de salvo-conduto que permitem deslocamento do grupo até a divisa com o Brasil.
Mas devido a novas restrições de combate ao Coronavírus, o grupo foi orientado a retornar ao Brasil por via aérea ou percorrer uma distância suficiente para alcançar território brasileiro em um dia.
No dia seguinte, alguns membros retornaram ao Brasil por via terrestre, já outros foram impedidos de seguir e permaneceram entre Chile e Argentina. Para solucionar a situação, a equipe da SAI contou com apoio da Embaixada do Brasil em Buenos Aires, na comunicação e na emissão de documentos de salvo-conduto, que permitiram retorno desta outra parte do grupo.
No dia 27 de março, a SAI emitiu um novo ofício para o MRE, relatando que o grupo foi notificado pelo cônsul adjunto do Brasil no Chile, Ezequiel Chamorro Petersen, de que as autoridades do Chile não colocaram impedimento em relação ao trânsito do grupo pelo território do Chile e que o impedimento foi imposto pelas autoridades da Argentina. No terceiro ofício emitido pela SAI, no dia 2 de abril, foi relatado que Argentina havia declarado uma situação de emergência de por um período de um ano, que colocaria em risco a própria sobrevivência do grupo.
No momento, a equipe da Embaixada do Brasil na Argentina está trabalhando em cima de algumas soluções alternativas, desde a operação de comboio organizado, até uma operação de deslocamento do grupo para Santiago para seguir com embarque aéreo para o Brasil. A expectativa da SAI é que a solução final será apresentada já nos próximos dias.

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Jane Raupp trabalha desde 23 de março na sua máquina de costura Fotos: Divulgação / Epagri

Os 13 Centros de Treinamento da Epagri espalhados pelo Estado estão em uma ação conjunta para produção de máscaras que, num primeiro momento, serão usadas pelos funcionários da empresa no retorno aos trabalhos. A produção excedente será doada para hospitais, asilos e outras instituições que necessitem. Há também os trabalhos voluntários de vários funcionários na confecção de equipamentos de proteção, que cumprem assim suas cargas horárias de home office.

Ana Luiza Damaso Rocha, extensionista social e chefe do Centro de Treinamento da Epagri em Canoinhas, é a coordenadora da ação em todo o Estado. Ela conta que a articulação entre as unidades começou na quarta-feira, 1º de abril. 

Cada centro definiu a melhor logística para o próprio caso. A recomendação geral é de que as máscaras sejam produzidas nas casas do funcionários da Epagri que permanecem em home office. Em muitos casos, eles executam a tarefa com auxílio de seus familiares, que atuam como voluntários nessa ação conjunta.

>>>>Portaria do Governo do Estado autoriza a confecção e o uso de máscaras de tecido para a população

Para viabilizar a produção, os Centros de Treinamento distribuem os insumos (tecido, TNT, elásticos, etc) nas casas dos profissionais que estão na linha de produção. Ana Luiza também preparou molde e vídeo (veja abaixo) em que ensina o passo a passo da confecção das máscaras de TNT. No vídeo ela também chama atenção para cuidados de higiene dos costureiros, como passar álcool 70% na bancada, tesoura e até na máquina de costura.

Ana Luiza conta que cada unidade da Epagri está encontrando soluções para compra dos materiais necessários, já que o comércio está fechado. Em muitos casos, é feito contato direto com os proprietários das lojas para aquisição de tecido, linha e outros insumos.

Em Canoinhas, são 30 pessoas envolvidas na produção e cerca de 400 máscaras prontas até a segunda-feira,6.

Agronômica

O Centro de Treinamento da Epagri em Agronômica (Cetrag) foi o pioneiro nessa ação. A confecção de máscaras teve início já no dia 2 de abril. A ação é liderada pela chefe do Cetrag, Ivonete Weber, que conta com apoio de outras sete cozinheiras e camareiras da unidade para cortar e costurar as máscaras.

Até a segunda-feira, 6, a equipe havia produzido 660 máscaras de TNT. Elas já foram esterilizadas pela secretaria de saúde local, que ficou com algumas. As outras serão usadas pelos extensionistas da região e também pelos pesquisadores da Estação Experimental da Epagri em Ituporanga quando eles retornarem às atividades normais, que por enquanto estão sendo executadas em home office.

Florianópolis


Claudesia Teresinha Furlan coordena a ação do Centro de Treinamento da Capital

O Centro de Treinamento da Epagri em Florianópolis (Cetre) mobilizou extensionistas e profissionais da área administrativa, num total de 12 pessoas, que entre sexta, 3, e segunda-feira, 6, havia produzido 133 máscaras em algodão duplo, de vários formatos.

A gestora da unidade, Claudesia Teresinha Furlan, avisa que o grupo permanece aberto para receber outros colegas da Epagri que saibam costurar ou se disponham a cortar o tecido a partir de moldes.  Ela revela que a produção atende à demanda da Epagri na região, mas também já recebeu solicitação da segurança pública.

Itajaí

No Centro de Treinamento da Epagri em Itajaí (EEI) o diferencial foi a forma de aquisição do material, feita com dinheiro doado pelos funcionários da empresa. A unidade reuniu um grupo de 11 pessoas, que já produziu 65 máscaras em tecido, de uma meta de 500, a serem distribuídas para o funcionários da Epagri que atuam na região.

A ideia é distribuir quatro máscaras para cada funcionário da Epagri. Porém, para otimizar a distribuição, o grupo está consultando os colegas que já adquiriram e não vão precisar da doação. O objetivo é doar o excedente para familiares dos funcionários.

Joinville

No Centro de Treinamento da Epagri em Joinville (Cetreville) a meta é chegar ao dia 8 de abril com duas máscaras de tecido para cada funcionário da região. A unidade envolveu oito funcionários e a associação de epagrianos local na ação. O material necessário para produção já foi providenciado e o desafio agora é organizar a distribuição.

Funcionários da Epagri na região Norte do Estado também estão produzindo máscaras para a rede feminina de combate ao câncer. Além disso, foram confeccionadas 50 máscaras e seis amigos de berço para um abrigo de crianças local. O Cetreville também está participando da campanha "1 máscara por 1kg de alimento", que arrecada comida para os sem teto.

Voluntários pelo Estado


Em Ipira os trabalhos são com poucas voluntárias, para evitar aglomeração

Em várias partes do Estado, outros profissionais da Epagri direcionaram, por iniciativa própria e com anuência de seus superiores, sua atuação em home office para confecção de máscaras. É o caso dos extensionista rurais João Antônio Montibeller Furtado e Silva e Graziela Tavares, que atuam em Leoberto Legal e Alfredo Wagner, respectivamente. Eles estão produzindo máscaras 100% algodão, das quais 30 serão utilizadas por suas famílias, 10 irão para os colegas dos escritórios da Epagri e 60 serão distribuídas para pessoas em vulnerabilidade social e secretarias da saúde locais.

Em Turvo, a Jane Salvaro Raupp, que é auxiliar administrativa da Epagri, trabalha desde o dia 23 de março na sua máquina de costura para fazer máscaras a pedido da prefeitura local. Na terça-feira, 7, ela direcionou sua produção de máscaras de algodão para os colegas da Epagri e de TNT para agricultores.

No Meio Oeste, os municípios Alto Bela Vista, Ipira, Peritiba e Piratuba, que compõem o consórcio integrar, se reuniram para produzir equipamentos de proteção individual para os profissionais da saúde.  A extensionista social da Epagri em Ipira, Mari Lucia Lissa Dal Prá, é uma das coordenadoras da ação, que produziu até a segunda-feira 200 máscaras e 20 jalecos.

A ação acontece na unidade de costura que existe em Ipira e que atende a todo o território. Mari explica que as equipes são de, no máximo, seis pessoas costurando simultaneamente, para evitar aglomeração. Por isso, não estão sendo mobilizadas muitas pessoas. De toda forma, a auxiliar administrativa da Epagri em Alto Bela Vista, Marta Elisa Holdefer, foi uma das voluntárias que se juntou ao grupo para costurar saúde e solidariedade nesses tempos de pandemia.

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A Secretaria de Estado da Saúde já capacitou 4.925 profissionais para atuar no combate ao enfrentamento da pandemia da Covid-19 em Santa Catarina. Os cursos começaram a ser oferecidos no mês de março, especialmente de maneira virtual, e alcançaram profissionais que atuam em atendimentos diretos à população. Desse total, 2.850 foram capacitados para trabalhar nas portas das emergências hospitalares, 1.325 para atuar em UTIs e outros 750 em unidades de pronto atendimento. As recomendações aos profissionais seguem protocolos internacionais.

Segundo o governador Carlos Moisés, a estrutura do Governo está voltada para atender prioritariamente a área da Saúde desde o início da pandemia. Trabalhadores de diferentes áreas atuam de maneira conjunta no Centro Integrado de Gerenciamento de Risco e Desastres, na sede da Defesa Civil Estadual.

“Essa capacitação dos profissionais da saúde é fundamental tanto para que se efetue o tratamento correto dos pacientes da Covid-19 quanto para resguardar a integridade das equipes de atendimento. Eles são trabalhadores essenciais em um momento como esse. Os protocolos devem ser seguidos para garantir a saúde de todos”, afirmou o governador.

>>>Governo repassará R$ 276,2 milhões aos hospitais filantrópicos até o fim do ano

O secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, conta que as capacitações seguem para que todos os trabalhadores da saúde estejam aptos a atuar no combate ao novo coronavírus. Para Zeferino, o estado de alerta precisa ser mantido diante da confirmação de novos casos todos os dias - e a colaboração da população é essencial.

“Estamos vivendo um período complicado, de turbulências em todo mundo. Os profissionais da saúde muitas vezes se colocam em risco para fornecer tratamento à população em geral. Pedimos a compreensão dos catarinenses desse momento. Quanto menos expostos estiverem, maiores as chances de nos recuperarmos mais brevemente. Ficar em casa ainda é a melhor solução para este momento”, diz Zeferino.

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Foto: Mauricio Vieira / Secom

O Governo de Santa Catarina recomenda o uso de máscaras de tecido por parte de todos os catarinenses que precisam sair de casa, de modo a diminuir a possibilidade de propagação do coronavírus. A portaria que autoriza a utilização e a fabricação, além de detalhar as instruções para o manuseio, foi publicada no Diário Oficial do Estado na noite desta segunda-feira, 6, e pode ser acessada aqui.

"É importante utilizar, e também uma questão de respeito às outras pessoas. A máscara é uma barreira que ajuda a evitar a proliferação do vírus", afirmou o governador Carlos Moisés, em entrevista coletiva online. Ele lembrou que o isolamento ainda é a principal medida para evitar o contágio. "As próximas semanas são as que vão apresentar um impacto mais relevante. O isolamento social vem para que a curva não seja tão aguda e nos dê tempo para adquirir os insumos que o mundo inteiro está adquirindo", lembrou.

>>>Tire suas dúvidas sobre as medidas restritivas e as ações de combate e prevenção à Covid-19

O decreto que trata das medidas restrititvas ainda está em vigor. O comércio permanece fechado em Santa Catarina e o transporte coletivo segue suspenso.

Regras para a confecção das máscaras

Conforme a portaria, as máscaras podem ser confeccionadas de tecido não tecido (TNT) preferencialmente em camada tripla, ou tecido de algodão, com mais de uma camada de tecido. Elas são de uso pessoal e não podem ser compartilhadas.

O documento trata apenas de máscaras usadas pela população em geral e não se aplica aos profissionais da saúde ou pacientes com Covid-19, que utilizam máscaras do tipo N95 e cirúrgicas, respectivamente.

Confira quais devem ser os cuidados com as máscaras:

  • Deve-se colocá-la com a mão previamente higienizada de modo a cobrir a boca e o nariz, de modo que a mesma fique bem ajustada a face;
  • Após a colocação da máscara deve ser evitado o contato com a face como um todo;
  • Caso precise ajustá-la durante o uso, faça-o pelas laterais e com a mão higienizada;
  • Para retirar higienize as mãos previamente e não toque na parte da frente da máscara. Retire-a pelas laterais de forma a evitar qualquer contato da face e mãos com a parte externa da máscara com o rosto;
  • Caso não seja possível proceder com a desinfecção imediata da mesma, colocar em um saco plástico ou de papel, bem fechado, e só abrir quando puder proceder com a desinfecção;
  • Não deixar a máscara sobre mesas ou balcões, pois isso facilita a contaminação do ambiente;
  • A máscara deverá ser submersa em uma solução de um litro de água para cada 50 ml de água sanitária por 15 minutos, após fazer o enxágue em água limpa, colocando a mesma em seguida para secar;
  • A máscara doméstica deve ser utilizada por um período inferior a duas horas, caso fique úmida a mesma deve ser substituída.


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Fotos: Mauricio Vieira / Secom

A Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina estabeleceu um sistema de trabalho para que professores e alunos da rede estadual de ensino possam realizar atividades não presenciais durante a suspensão das aulas nas escolas para prevenir o contágio pelo novo coronavírus. As ações coordenadas compõem uma plataforma com diferentes canais de comunicação, ferramentas pedagógicas e procedimentos para alcançar, com a maior abrangência possível, o universo dos 540 mil alunos de escolas estaduais.

A sistematização das atividades visa atender à resolução CEE 009, do Conselho Estadual de Educação, que dispõe sobre o regime especial de atividades escolares não presenciais no Sistema Estadual de Educação de Santa Catarina, para o cumprimento do calendário letivo do ano de 2020. A Secretaria apurou por meio de dados do Sistema de Gestão Escolar do Estado (Sisgesc) que 18% dos estudantes e 8% dos professores da rede não têm acesso à internet em casa.

O planejamento foi detalhado pelo governador Carlos Moisés e pelo secretário de Estado da Educação, Natalino Uggioni, em entrevista coletiva online nesta segunda-feira, 6. "Nosso plano prevê a retomada da educação dos catarinenses de forma segura. Estamos trabalhando todos os dias para preservar a saúde e as vidas, ao mesmo tempo em que preparamos o convívio seguro com a Covid-19", explicou o governador.

De acordo com o secretário, o planejamento leva em consideração a realidade de toda a comunidade escolar. Hoje, 42% dos alunos não têm computador em casa e 18% não têm acesso à internet. "Estabelecemos as atividades considerando tudo isso. Precisamos prover as condições para que todos possam desempenhar as atividades. É muito mais do que a EAD como tradicionalmente conhecemos", resumiu Uggioni.

Os alunos que têm acesso à internet receberão o material e farão as atividades de forma online. Os demais poderão retirar apostilas na escola ou receber em casa. Nesse caso, a retirada poderá ser feita pelos pais. As atividades feitas pelos alunos também serão entregues nas escolas e encaminhadas aos professores para acompanhamento. "O professor é protagonista do início ao fim, em uma estrutura básica para o ciclo de entrega de conteúdos, interação com o aluno e avaliação. Trabalhamos com a expectativa de atingir 75% a 80% dos nossos 540 mil estudantes. Em último caso, aqueles que não conseguirmos alcançar, as escolas estarão preparadas para receberem, com todas as regras de distanciamento e prevenção advindas da Secretaria de Estado da Saúde", disse o secretário da Educação.

Plataformas tecnológicas e entrega de materiais impressos

Os dados levaram a SED a duas soluções. A primeira, para alunos com acesso à internet, contempla o envio de atividades e as interações com a turma e o professor por meio da plataforma Google Sala de Aula (Classroom). Professores e alunos têm pelo menos mais três ferramentas de apoio para o acesso a conteúdos por etapa de ensino, que são o livro didático, a área de Recursos Digitais de Aprendizagem do site da SED e o SED Digital, um banco gratuito de cursos a distância, com conteúdos de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Há manuais específicos tanto para os alunos quanto para os professores acessarem suas contas e usarem a plataforma Google Sala de aula.

Para alunos sem acesso à internet, será realizada a entrega de material impresso, com a complementação de disparos de mensagens em SMS e um número 0800 para dúvidas sobre a busca de conteúdos impressos por região. O 0800 está em implementação e o número será divulgado nos próximos dias.

Modalidade digital inclui formação docente e ferramentas Google

Para a modalidade digital, nas últimas duas semanas de recesso escolar antecipado, foram criadas contas Google para todos os alunos da rede estadual e para cada professor, incluindo suas diferentes disciplinas. O processo irá culminar, nos próximos dias, com a enturmação online, que é a organização no ambiente virtual das turmas que já existem na escola, promovendo o encontro entre os alunos e seus professores na plataforma digital.

Nesta modalidade, os professores irão adequar ou criar seus planos de aula para realizar atividades não presenciais, que podem ser em formato de vídeos, videoconferências, formulários de questões, documentos de texto, chats, entre outras iniciativas, de acordo com as adaptações que os docentes escolherem para seus planos de ensino. O uso de grupos de whatsapp, blogs, mídias sociais, aplicativos e outros recursos também pode fazer parte das atividades para melhorar a interação com os alunos. Avaliações e informes de conteúdo têm as aplicações Professor Online e Estudante Online como base.

Formação on-line de 40 horas com certificado

Os professores realizam, a partir de suas casas, a formação docente online de 40 horas ministrada por especialistas SED e Google, com certificação. Para os professores sem acesso à internet, a escola deverá disponibilizar um espaço físico adequado, com computador e internet, e o respeito às normas estabelecidas pela Secretaria de Estado da Saúde. As datas disponíveis de formação para estes casos serão anunciadas às escolas pela área de Ensino das 36 Coordenadorias Regionais de Educação.

“É uma operação grande, complexa, mas que nos faz zelar pelo relacionamento já existente entre a escola, o professor, o aluno e seus pais ou responsáveis. Pretendemos implementar soluções de fácil acesso à comunidade, com a contribuição das coordenadorias regionais e das escolas para nos indicar alguns direcionamentos, de acordo com cada região”, explica a diretora de Ensino da SED, Zaida Jerônimo Rabello Petry.

Soluções incluem estudantes e professores sem internet

Alunos e professores sem conexão com a internet também estão inseridos na plataforma. No caso do professor, ele poderá marcar dias e horários com a frequência desejada para utilizar a estrutura da escola, como computador e internet, e realizar suas atividades de planejamento e transferência de materiais para a plataforma Google ou as demais escolhidas. A escola deve seguir os protocolos da Secretaria de Estado da Saúde, como evitar a aglomeração de pessoas e prover a adequada higienização dos ambientes e equipamentos durante a presença do professor.

Os alunos receberão apostilas semanais com as atividades preparadas pelo professor, distribuídas a aluno, pais ou responsáveis em datas e horas agendadas, com um prazo para a entrega na escola. A unidade disporá de computadores e fará a impressão das atividades. Adaptações podem ser determinadas em acordo entre escola e Coordenadoria Regional de Educação, como a busca ativa de alunos que não tiveram acesso às atividades e a forma de entrega de materiais impressos. A preparação dos materiais pelos professores será realizada ao longo desta semana, de 6 a 10 de abril.

Um reforço na comunicação sobre as atividades não presenciais será dado por meio de envios de mensagem SMS, com informes de entrega de materiais, além de um telefone 0800 disponível para o atendimento de dúvidas regionais sobre a logística de atuação da rede. Os casos excepcionais de alunos em que não for obtido o contato com a escola serão verificados em todas as regiões para a oferta de atividades periódicas dentro da unidade de ensino.

Para a gerente do Ensino Médio e Profissional da SED, Maria Teresa Hermes Cobra, o desafio é uma oportunidade para alunos e professores desenvolverem novas habilidades. “Sabemos que este período contribuirá para o desenvolvimento da comunidade escolar, a apropriação de conceitos, terminologias e dinâmicas digitais que fazem parte de conteúdos escolares necessários ao século 21. No retorno às atividades presenciais, diante dos desafios que possam se apresentar no processo, as escolas organizarão momentos para aprofundar os estudos mediados, desenvolvendo as aprendizagens essenciais previstas pela Base Nacional Comum Curricular."

Cronograma

19/3 a 17/4 - Suspensão das aulas de acordo com decreto estadual (509/525).
19/3 a 3/4 - Antecipação do recesso escolar para estudantes.
1º/ 4 - Comunicação com as coordenadorias regionais e gestores escolares.
2/4 a 17/4 - Comunicação com professores e início da formação em vídeos sobre atividades não presenciais.
6/4 - Início das chamadas aos alunos para participarem das atividades escolares não presenciais, por meio das coordenadorias regionais, escolas, sites oficiais do Governo do Estado e da SED.
6/4 a 17/4 – Adaptação dos alunos e professores ao sistema com a realização de atividades não presenciais e registro, para futura compensação como carga horária letiva dentro do Calendário Escolar (conforme Resolução do CEE nº 009).

Os papéis da comunidade escolar no processo

Alunos, pais, responsáveis
Devem se preparar para a chamada das escolas a partir do dia 06/04, para o início das atividades não presenciais, a partir de comunicados que serão emitidos por meio dos canais de comunicação da Secretaria de Estado da Educação (SED). Os alunos devem acessar os canais indicados (Google for Education, Estudante Online ou contatar o telefone 0800, quando disponibilizado) para instruções dos professores e acesso aos conteúdos de internet e impressos.

Professor
Tem papel fundamental, pois elabora planos de aula para realização das atividades não presenciais, com materiais de apoio ao estudante. Deve disponibilizar atividades semanalmente, via plataformas on-line sugeridas pela SED ou outras de seu uso, e enviá-las à escola para entrega impressa a alunos sem acesso à internet. Também será responsável por conectar-se com os alunos e realizar as avaliações das atividades propostas, notificando a escola sobre os alunos que não estão acessando os materiais disponibilizados.

Escola
Deve disponibilizar atendimento presencial para entrega/coleta dos materiais e identificar os professores sem acesso a computador e internet residenciais, provendo estrutura física para que participem das capacitações e elaborem semanalmente os planos de aula. Também é responsável por organizar com a coordenadoria regional o calendário de entrega de atividades impressas a alunos sem acesso à internet, distribuindo-as e coletando na semana seguinte para os professores. Por fim, deve identificar alunos que não estão respondendo a nenhum tipo de atividade, organizando alternativas para estes estudantes.

Coordenadoria Regional de Educação
É responsável por prover a orientação de gestores e a formação de professores oferecida pela SED com apoio do Núcleo de Tecnologias Educacionais, concentrar e comunicar as informações sobre a distribuição de materiais impressos para cada escola e realizar o atendimento de ligações do 0800.

Secretaria de Estado da Educação
É responsável pela criação do sistema de atividades não presenciais e por sua comunicação à comunidade escolar, por meio das Coordenadorias Regionais de Educação. É a provedora de ferramentas, formação e orientações gerais para os professores e alunos.

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Santa Catarina registra 417 casos confirmados de Covid-19 nesta segunda-feira, 6. O número representa um aumento 10% em relação ao último boletim. Desde o começo da pandemia, foram confirmadas 11 mortes no Estado por conta da doença. A última delas foi de um homem de 57 anos de Gaspar, que fazia parte do grupo de risco por apresentar comorbidades.

Atualmente, há 38 pessoas internadas em UTI com a Covid-19, sendo 13 na rede pública e 25 na rede privada. Os casos confirmados são de pessoas com residência em 58 municípios diferentes. Veja a lista:

Águas Mornas 1
Antônio Carlos 8
Araranguá 4
Balneário Arroio do Silva 1
Balneário Camboriú 12
Balneário Gaivota 1
Biguaçu 1
Blumenau 52
Botuvera 1
Braço do Norte 16
Brusque 1
Camboriú 7
Canelinha 1
Chapecó 6
Criciúma 27
Florianópolis 99
Gaspar 5
Governador Celso Ramos 2
Gravatal 4
Içara 1
Imbituba 6
Indaial 2
Irati 1
Itajaí 21
Itapema 3
Itapiranga 1
Jaguaruna 2
Jaraguá do Sul 6
Joaçaba 1
Joinville 25
Lages 4
Laguna 3
Mafra 1
Morro da Fumaça 1
Navegantes 4
Palhoça 3
Papanduva 2
Paulo Lopes 2
Pedras Grandes 1
Pescaria Brava 1
Pomerode 1
Porto Belo 4
Rancho Queimado 2
São Domingos 1
São Francisco do Sul 2
São José 17
São Lourenço do Oeste 1
São Ludgero 3
São Pedro de Alcântara 1
Siderópolis 5
Sombrio 3
Santo Amaro da Imperatriz 1
Tijucas 2
Timbé do Sul 1
Timbó 1
Tubarão 19
Urussanga 2
Videira 1

Outros Estados 7
Outros Países 3

Acompanhe as notícias sobre o novo coronavírus

As notícias sobre as medidas para conter a propagação do novo coronavírus em Santa Catarina e os boletins atualizados com a situação do Estado podem ser acessadas no site sc.gov.br ou www.coronavirus.sc.gov.br. As atualizações podem ser acompanhadas ainda pelo Youtube, Instagram e Facebook do Governo do Estado.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Comunicação - Secom
Governo de Santa Catarina
Fone: (48) 3665-3022
E-mail: imprensa@secom.sc.gov.br
Site: www.sc.gov.br

 


Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), está reunindo especialistas dentro de um grupo de trabalho voluntário para apoio em Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI) com foco na pandemia de coronavírus. Os interessados em contribuir devem preencher o formulário neste link ou acessar o site www.fapesc.sc.gov.br.

O grupo de trabalho está ligado aos Estudos e Benchmarking sobre Inteligência de Dados Sobre a Covid-19. A ideia é que esses especialistas avaliem estudos e boas práticas e emita pareceres com agilidade para outros grupos de trabalho envolvidos no Comitê do Governo do Estado para a crise da Covid-19.

O secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, ressalta que o momento é desafiador e que a união de forças poderá fazer toda a diferença. “Santa Catarina, com seu grande potencial humano voltado para a pesquisa científica, pode contribuir e muito na análise estratégia para agilidade e aprimoramento nos processos”, completa.

O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, explica que a intenção é auxiliar na análise de estudos, levantamento de informações, identificação de boas práticas, validação de informações e dados para avaliar a veracidade, cientificidade, aplicação e resultados, permitindo uma maior assertividade na tomada de decisão e a separação das inúmeras informações que chegam a cada hora. “Nosso objetivo é utilizar todo o conhecimento científico dos pesquisadores de Santa Catarina e mostrar a força da CTI em nosso Estado”, destaca Holthausen.

Os especialistas e pesquisadores das mais diversas áreas serão orientados e todas as atividades do grupo serão integradas com o Governo do Estado, através do Comitê Gestor do Núcleo de Inteligência de Dados sobre a Covid-19.

Acompanhe as notícias relacionados ao novo coronavírus em SC

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Informações adicionais para imprensa:
Francieli Oliveira
Assessoria de Imprensa
Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de SC - Fapesc
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Telefone: (48) 3665-4812 / 9.9927-4159
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Arte / Secom

Santa Catarina registra 379 casos confirmados de Covid-19 neste domingo, 5. O número representa um aumento 6,4% em relação ao último boletim. Desde o começo da pandemia, foram confirmadas 10 mortes no estado por conta da doença. 

Os casos confirmados são de pessoas com residência em 53 municípios diferentes. O município de Abelardo Luz deixou a lista, já que o paciente foi notificado pela unidade onde foi atendido como sendo residente da cidade. Mas na verdade ele mora em Siderópolis. A informação foi atualizada no sistema da Secretaria do Estado da Saúde.

Veja a lista: 

Antônio Carlos 8
Araranguá 3
Balneário Arroio do Silva 1
Balneário Camboriú 12
Balneário Gaivota 1
Biguaçu 1
Blumenau 26
Braço do Norte 16
Brusque 6
Camboriú 7
Canelinha 1
Chapecó 6
Criciúma 27
Florianópolis 94
Gaspar 3
Governador Celso Ramos 2
Gravatal 4
Içara 1
Imbituba 6
Indaial 1
Irati 1
Itajaí 20
Itapema 3
Itapiranga 1
Jaguaruna 2
Jaraguá do Sul 6
Joaçaba 1
Joinville 25
Lages 4
Laguna 3
Mafra 1
Morro da Fumaça 1
Navegantes 4
Palhoça 3
Papanduva 2
Paulo Lopes 2
Pedras Grandes 1
Pescaria Brava 1
Pomerode 1
Porto Belo 4
Rancho Queimado 2
São Domingos 1
São Francisco do Sul 2
São José 17
São Lourenço do Oeste 1
São Ludgero 3
São Pedro de Alcântara 1
Siderópolis 4
Sombrio 3
Tijucas 2
Timbé do Sul 1
Tubarão 19
Urussanga 2

Outros Estados 6
Outros Países 3

Veja a faixa etária dos casos confirmados

10-19 anos - 2 casos (0,5%)
20-29 anos - 48 casos (12,7%)
30-39 anos - 84 casos (22,2%)
40-49 anos - 65 casos (17,2%)
50-59 anos - 74 casos (19,5%)
60-69 anos - 69 casos (18,2%)
70-79 anos - 22 casos (5,8%)
80-89 anos - 12 casos (3,2%)
90-99 anos - 2 casos (0,5%)
100-109 anos - 1 caso (0,3%)

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Imagem / Reprodução

Sob medidas de isolamento social há 20 dias para conter o avanço do coronavírus no Estado, Santa Catarina inicia nesta segunda-feira,6, uma nova etapa de convívio seguro com a doença.  A atuação de profissionais autônomos passa a ser flexibilizada de acordo com anúncio feito pelo governador Carlos Moisés em um pronunciamento no fim da tarde deste domingo, 5. As regras para a permissão dos trabalhos foram estabelecidas por meio de uma portaria assinada pelo secretário de Estado da Saúde, Helton Zeferino. O documento foi publicado no Diário Oficial do Estado. 

>>>> Confira a portaria 

“Essa atitude foi tomada de uma forma muito responsável. O Núcleo Econômico do Governo escutou as entidades empresariais para essa liberação,  e o regramento foi realizado pela Secretaria de Estado da Saúde, obedecendo a critérios técnicos”, afirmou o governador.

Segundo o governador, os autônomos precisarão respeitar as regras de distanciamento social, com atendimentos individualizados, sem aglomeração de pessoas nas salas de espera, com a correta higienização dos ambientes e o uso de EPIs. Em caso de teste positivo para a Covid-19 ou da apresentação de sintomas da doença, o profissional não poderá realizar atendimento, devendo permanecer em isolamento. 

A medida inclui profissionais autônomos/liberais da saúde, tais como médicos, veterinários, fisioterapeutas, biomédicos, psicólogos, enfermeiros, fonoaudiólogos, farmacêuticos e nutricionistas. Os profissionais de interesse da saúde, tais como terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, educadores físicos, cabeleireiros, barbeiros, pedicures, manicures, depiladores, massagistas e podólogos, também estão liberados. 

A flexibilização de trabalho inclui ainda profissionais autônomos de áreas gerais, entre eles advogados, contadores, administradores, jardineiros, cozinheiros, limpadores de piscina, faxineiros, empregados domésticos, encanadores, entre outros.

Desta forma, ficam autorizados a funcionar estabelecimentos como clínicas, consultórios, serviços de diagnóstico por imagens, serviços de óticas, laboratórios óticos, serviços de assistência e prótese odontológica e escritórios em geral. 

A proibição de funcionamento segue vigente para shoppings e o comércio em geral, conforme o decreto 535.

Carlos Moisés acrescentou que a orientação do Governo do Estado permanece para que os cidadãos fiquem em casa sempre que possível, realizando apenas os deslocamentos estritamente necessários.

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Leonardo Gorges
Assessoria de Imprensa
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