Foto: Cristiano Estrela / Arquivo / Secom

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) publicou a Portaria 192 com as regras que deverão ser seguidas pelos bancos, correspondentes bancários, lotéricas e cooperativas de crédito que vão atender o público a partir desta segunda-feira, 30.

A abertura é uma medida estabelecida por Decreto 534 publicado na última quinta-feira, 26, para permitir o acesso a benefícios sociais, dinheiro para despesas essenciais e crédito para preservar as finanças das empresas.

Para as atividades que não são consideradas essenciais, as restrições de convívio social permanecerão em vigor.

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Obrigações das agências e unidades de atendimento:

- Priorização do afastamento, sem prejuízo de salários, de empregados pertencentes a grupo de risco, tais como pessoas com idade acima de 60 anos, hipertensos, diabéticos, gestantes e imunodeprimidos.

- Priorização de trabalho remoto para os setores administrativos.

- Adoção de medidas internas, especialmente aquelas relacionadas à saúde no trabalho, necessárias para evitar a transmissão do coronavírus no ambiente de trabalho.

- Utilização, se necessário de veículos de fretamento para transporte de trabalhadores, ficando a ocupação de cada veículo limitada a 50% da capacidade de passageiros sentados.

- Providenciar o controle de acesso, a marcação de lugares reservados aos clientes, o controle da área externa do estabelecimento, bem como a organização das filas para que seja mantida a distância mínima de 1,5 m entre cada pessoa.

- Estabelecer que as pessoas que acessarem e saírem do estabelecimento façam a higienização com álcool em gel 70% ou preparações antissépticas ou sanitizantes de efeito similar, disponibilizando em pontos estratégicos como na entrada do estabelecimento, nos corredores, balcões e mesas de atendimento dispensadores para uso dos clientes e funcionários.

- O ingresso no estabelecimento será feito em número proporcional à disponibilidade de atendentes, evitando aglomerações em seu interior.

- Deve ser dado atendimento preferencial e especial a idosos, hipertensos, diabéticos e gestantes garantindo um fluxo ágil de maneira que essas pessoas permaneçam o mínimo de tempo possível no interior do estabelecimento.

- Manter todas as áreas ventiladas, incluindo caso exista, os refeitórios de funcionários e locais de descanso.

- Os trabalhadores devem ser orientados a intensificar a higienização das mãos, principalmente antes e depois do atendimento de cada cliente, após uso do banheiro, após entrar em contato com superfícies de uso comum como balcões, corrimão, teclados de caixas, etc.

- Realizar procedimentos que garantam a higienização contínua do estabelecimento, intensificando a limpeza das áreas com desinfetantes próprios para a finalidade e realizar frequente desinfecção com álcool 70%, quando possível, sob fricção de superfícies expostas, como maçanetas, mesas, teclado, mouse, materiais de escritório, balcões, corrimões, interruptores, elevadores, balanças, banheiros, lavatórios, entre outros.

- Nos locais onde há uso de máquina para pagamento com cartão, esta deverá ser higienizada com álcool 70% ou preparações antissépticas após cada uso.

- Os caixas eletrônicos de autoatendimento ou qualquer outro equipamento que possua painel eletrônico de contato físico deverão ser higienizados com álcool 70% ou preparações antissépticas, após cada uso.

- Os trabalhadores que atendem ao público nas operações bancárias devem usar máscara cirúrgica devido a proximidade exigida pela confidencialidade das operações. O mesmo não se aplica aos trabalhadores das casas lotéricas que trabalham atrás de guichês de vidro. A presente norma se aplica também aos trabalhadores que irão organizar as filas de entrada aos estabelecimentos.

- Manter o mínimo de atendimento direto emergencial somente para associados/as que efetivamente tiverem necessidades de operações como pagamento ou saque, créditos emergenciais ou renegociações urgentes.

- Efetuar o controle de acesso, mantendo trabalhador na porta da unidade para orientar os associados/as que buscarem atendimento, o qual deverá estar utilizando máscara facial cirúrgica, fazendo triagem para encaminhando para atendimento de um associado por vez somente nas condições de ser emergencial e orientar que os demais atendimentos deverão ser feitos por meio eletrônico ou por telefone.

- Os shoppings, galerias e centros comerciais que abrangem o funcionamento de agências bancárias, de cooperativas de crédito e lotéricas devem providenciar a abertura somente da porta de acesso mais próxima à agência ou unidade de atendimento. As demais áreas devem ser bloqueadas, não permitindo a circulação de pessoas.

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As notícias sobre as medidas para conter a propagação do novo coronavírus em Santa Catarina e os boletins atualizados com a situação do Estado podem ser acessadas no site sc.gov.br ou www.coronavirus.sc.gov.br. As atualizações podem ser acompanhadas ainda pelo Youtube, Instagram e Facebook do Governo do Estado.

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Foto: Mauricio Vieira / Secom

O período de restrições ao convívio social em Santa Catarina será prorrogado por mais sete dias a partir de quarta-feira, 1º de abril. A decisão foi comunicada pelo governador Carlos Moisés, neste domingo, 29. A renovação do decreto atende às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a prevenção ao contágio por coronavírus. O comércio permanecerá fechado, exceto as atividades consideradas essenciais.

"Vidas não têm preço. A economia e os empregos nós poderemos recuperar, mas as vidas não. O momento é de ficar em casa. Vamos seguir as recomendações das autoridades de saúde, inclusive do ministro Luiz Henrique Mandetta, que ontem atestou que a melhor forma de manter o controle do coronavírus é o isolamento social", ressaltou Carlos Moisés.

De acordo com ele, a determinação também se baseia na experiência de cidades e países que demoraram a agir e agora não têm capacidade para conter o avanço da COVID-19. A medida está alinhada ao que propõe o Ministério da Saúde, para que o Sistema Único de Saúde (SUS) tenha tempo de preparar melhor a estrutura e os profissionais de saúde.

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Reuniões com prefeitos e chefe dos Poderes

Na manhã deste domingo, o chefe do Executivo estadual comunicou a decisão aos prefeitos e, à tarde, se reuniu com os chefes dos demais Poderes. "Aproveitamos para reiterar o pedido de apoio à autoridade sanitária Estadual e informamos a necessidade seguindo as medidas da OMS na prevenção ao contágio do coronavírus, uma prorrogação de sete dias na quarentena já estabelecida em Santa Catarina", afirmou o governador.

O objetivo da reunião com os prefeitos das maiores cidades do Estado e presidentes das 21 Associações de Municípios foi alinhar as ações nas esferas estadual e municipal. O governador solicitou aos gestores das cidades que as medidas adotadas estejam iguais às definidas pelo Governo do Estado. O canal de comunicação dessas ações ficará centralizado Secretaria de Estado da Saúde (SES) e na Secretaria Executiva de Comunicação (Secom).

À tarde, Carlos Moisés se reuniu com os chefes dos Poderes do Estado. "Tivemos uma boa conversa no sentido de reforçar o apoio à autoridade sanitária, para que tenhamos um alinhamento das ações e o acatamento em toda Santa Catarina das normas expedidas pelo Governo do Estado", relatou o governador.

A reunião teve a presença dos presidentes do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), Ricardo Roesler, do Tribunal de Contas do Estado (TCE/SC), Adircélio de Moraes Ferreira Júnior, da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc), Julio Garcia, e do procurador-geral de Justiça do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), Fernando da Silva Comin.

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Foto: Divulgação / Secom

O governador Carlos Moisés sinalizou neste domingo, 29, que deve prorrogar as medidas de isolamento social em Santa Catarina por mais tempo durante uma reunião com os prefeitos das maiores cidades do Estado e os presidentes das 21 Associações de Municípios. De acordo com o chefe do Executivo estadual, a retomada gradual de alguns serviços não essenciais depende da preparação do sistema de saúde para a crise do coronavírus. Essa organização está condicionada à chegada de recursos e EPIs por parte do governo federal, além de equipamentos para leitos de UTI que foram comprados pela Secretaria de Estado da Saúde.

“Todas essas questões nos levam a uma posição muito tranquila de que temos que aguardar um pouco mais para colocar em ação o nosso plano de retomada das atividades econômicas. Precisamos estruturar melhor a nossa rede para que não tenhamos o risco de uma sobrecarga do sistema enquanto os equipamentos ainda estão chegando”, afirmou.

O governador fez ainda uma fala forte em relação à prioridade na preservação da vida em Santa Catarina durante o combate à pandemia da Covid-19.

"Essa decisão está tomada, no sentido de colocar a vida em primeiro lugar em Santa Catarina. Haverá efeitos econômicos muito grandes? Sim, mas o Estado não pode se omitir em um momento como esse. É necessário um esforço extra de cada um para que possamos superar essas dificuldades. Precisamos da união de todos os entes públicos e contamos com o apoio dos prefeitos nesse momento", disse o governador aos prefeitos.

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Cuidado com os profissionais de saúde

O secretário de Estado da Saúde, Helton Zeferino, destacou a importância de se manter os profissionais da saúde protegidos durante a pandemia. De acordo com ele, em razão dos problemas logísticos enfrentados pelo Ministério da Saúde para o envio dos EPIs, faz-se necessária a prorrogação da quarentena.

“Não podemos correr o risco de uma abertura sem a garantia do fornecimento de proteção aos profissionais de saúde. Eles precisam estar muito bem equipados. Hoje o nosso estoque operacional ainda não tem capacidade de atender a todos os municípios. Precisamos garantir que todas as regiões de Santa Catarina. Essa é uma questão que nos preocupa”, afirmou Zeferino.

A reunião virtual deste domingo foi mediada pelo chefe da Casa Civil, Douglas Borba. Último a falar, o presidente da Federação Catarinense de Municípios (Fecam), prefeito Saulo Sperotto, de Caçador, elogiou a atitude do governador de reunir as lideranças dos municípios e ressaltou a necessidade do isolamento social.  “Essa reunião é muito importante. Precisamos sincronizar nossas atitudes e atuar juntos, em busca de um alinhamento. É importante todos os esforços nesse sentido”, disse Sperotto.

Comunicação unificada

Carlos Moisés também fez um apelo para a unificação da comunicação dos entes públicos durante a crise da Covid-19, com a Secretaria Executiva de Comunicação (Secom) à frente do processo. De acordo com o governador, se as informações partirem de um único canal, facilita-se o entendimento das medidas por parte da população. Trata-se de uma estratégia de sucesso em períodos de crise.

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Foto: Divulgação / Pronto 3D

As universidades catarinenses paralisaram as atividades como medida para evitar a propagação da Covid-19. Mas nem por isso alunos e professores deixaram de trabalhar ou elaborar soluções para o combate à pandemia. É o que tem feito Gabriela Chicarelli, estudante de Design de Produto da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Desde a última segunda-feira, 23, junto com colegas e professores, a jovem está imprimindo com tecnologia 3D máscaras plásticas de proteção que serão usadas por motoristas e garis. A intenção é produzir nos próximos dias cerca de 1200 itens.

Atuando para desenvolver os modelos e ajudando na coordenação da equipe, a professora do curso de Design de Produto da UFSC Regiane Trevisan Pupo organiza todos os trabalhos virtualmente. Tudo é feito de maneira remota e com equipamentos de impressão em 3D que possam ser usados em casa. O objetivo é dar conta de produzir 200 máscaras por dia com ajuda de voluntários, alunos e professores do Laboratório de Prototipagem e Novas Tecnologias Orientadas ao 3D, o Pronto 3D.

O estopim para iniciar os trabalhos foi a constatação de Regiane de que a maiorias das máscaras produzidas por outros laboratórios eram direcionadas para as unidades de terapia intensiva (UTIs) e centros cirúrgicos. Ela percebeu que outros profissionais também precisariam de equipamentos próprios, como motoristas e garis. “Ninguém estava fazendo para eles. Eles também precisam de proteção”, justificou a professora.

Laboratórios Pronto 3D em SC são criados com recursos da Fapesc

Em 2013, quando Regiane planejava instalar um laboratório de prototipagem para impressão em 3D, a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) foi uma das grandes apoiadoras dessa iniciativa inédita nas universidades. Tanto que a fundação, hoje vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, contribuiu para a expansão do projeto para instituições de ensino de outras três cidades: Criciúma, Chapecó e Lages.

A Fapesc destinou recursos para a compra de impressora 3D, máquina de corte a laser e máquina CNC (também para produção de modelos), além de treinamento dos profissionais. Assim começou a operação das primeiras fábricas digitais em Santa Catarina.

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Outras iniciativas no estado

Em Criciúma, a equipe do Pronto 3D instalado do Colégio, Faculdade, Extensão e Centro Tecnológico (Satc) também produz emergencialmente as máscaras. O coordenador do laboratório, Daniel Fritzen, conseguiu apoio de alunos e professores para imprimir de casa os EPIs, que serão destinados aos profissionais de saúde, que são mais expostos à contaminação.

A iniciativa em Criciúma surgiu com a demanda na cidade e foi possível a partir de experiências de outros laboratórios internacionais que também ajudaram vários países no combate à pandemia. “Com esse período de quarentena que estamos vivendo, com possível agravamento da pandemia, naturalmente nos vimos convocados a participar deste movimento”, destacou.

“Esse investimento em tecnologia e pesquisa causa impacto por muitos anos e de maneiras diferentes na sociedade. O papel da Fapesc é justamente esse: buscar inovação, criar estruturas tecnológicas e de conhecimento que permitam que Santa Catarina reaja mais prontamente aos desafios”, reforçou o presidente da fundação, Fábio Zabot Holthausen.

Já o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, reiterou a importância da solidariedade de pesquisadores e profissionais de inovação para a busca de soluções. “O momento é de união, para que juntos possamos enfrentar essa pandemia. Vamos aliar o que temos de melhor para contribuir com o bem das pessoas que precisam estar nas ruas em prol da sociedade”, frisou Esmeraldino.

Em Chapecó, a técnica do laboratório Pronto 3D da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó), professora Carla Secchi está verificando a possibilidade de começar as impressões nos próximos dias. Para isso, ela está buscando apoio com a universidade. A ideia é testar na próxima semana os modelos de máscaras que devem ser destinados aos profissionais da saúde, especialmente dos hospitais da região.

Como ajudar

Para que as equipes dos laboratórios possam dar conta da demanda, é preciso apoio da comunidade. Quem tiver um equipamento de impressão 3D, para colaborar de casa com a produção, ou puder doar materiais pode entrar em contato pelo e-mail pronto3d@gmail.com em Florianópolis, para o ma@satc.edu.br e pronto3dcriciúma@satc.edu.br no Sul ou ainda para o pronto3d@unochapeco.edu.br no Oeste.

A Fapesc está contribuindo também para o combate à Covid-19 com a participação de um edital internacional de cooperação com a União Europeia. O objetivo é selecionar projetos e pesquisadores que apontem novas formas de tratamento e de diagnóstico para o novo coronavírus (SAR-CoV-2). As inscrições vão até 31 de março. Mais informações podem ser acessadas em www.fapesc.sc.gov.br.

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Francieli Oliveira
Assessoria de Imprensa
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Foto: Divulgação / PMRv

A Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade (SIE) informa que estão suspensas todas as autorizações emitidas para o repatriamento de turistas argentinos desde a última sexta-feira, 27. A suspensão ocorre após publicação do decreto 313, de 27 de março de 2020, do Governo da Argentina, que ampliou a proibição de ingresso em território nacional por conta da situação de emergência sanitária em decorrência da pandemia de Covid-19.

A SIE manterá contato com o Consulado argentino para acompanhar as ações do governo e seguirá as determinações que considerar viáveis e seguras nas análises de autorização de transportes para repatriamento.

Em caso de liberação das fronteiras, as empresas que já possuem autorizações precisarão revalidar a mesma. Para isso, devem entrar em contato com a SIE, por meio do e-mail sie.spg.sc@gmail.com, para nova análise do pedido.

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Novas solicitações não terão os pedidos analisados até que o ingresso em território argentino seja autorizado pelo Governo do país. A SIE reforça que a autorização para o repatriamento depende das fronteiras dos países estarem abertas. Mais informações e orientações podem ser obtidas por e-mail: sie.spg.sc@gmail.com.

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Foto: Cristiano Estrela / Secom

A ampliação no número de leitos de UTI e a proteção aos trabalhadores da saúde são as prioridades do Governo de Santa Catarina na preparação para enfrentar a pandemia do coronavírus. O governador Carlos Moisés e o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, detalharam, na manhã deste sábado, 28, os desafios para equipar as unidades de saúde e hospitais catarinenses. Eles manifestaram preocupação quanto à insegurança logística na entrega dos equipamentos adquiridos e dos prometidos pelo Governo Federal. Esses fatores estão sendo levados em consideração para a efetivação das medidas de convívio seguro com o vírus.

A equipe do Governo de Santa Catarina está todos os dias avaliando o cenário do coronavírus no estado. "Estamos percebendo uma incapacidade logística da entrega dos equipamentos. Hoje não temos certeza de que eles serão entregues. Esse problema está acima do nosso controle, porque diz respeito à entrega de outros países, como chegam ao Brasil, e a distribuição. Isso nos faz reavaliar os nossos cronogramas de montagem de UTIs, à medida em que não temos garantias das entregas dos produtos. As próprias medidas de convívio seguro com o vírus precisam ser organizadas conforme a capacidade de resposta do estado. Nenhum ato de governo pode ser imprudente", ressaltou Carlos Moisés.

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O governador lembrou que este sábado é o 11º dia de isolamento social, e as normas permanecem até o dia 31. Até lá, a evolução dos casos e os avanços na preparação do sistema de saúde serão avaliados diariamente para embasar cada decisão. Na segunda-feira, 30, as instituições financeiras poderão abrir para as pessoas físicas e jurídicas que não possam ser atendidas online e para que possam ter acesso a crédito. Uma série de restrições para o funcionamento das agências está sendo definida pela equipe da Saúde. A Polícia Militar fará a fiscalização, e o comportamento social será avaliado para o planejamento de ações futuras.

De acordo com o secretário da Saúde, há projeção de um aumento exponencial no número de casos nas próximas semanas, e a adaptação do sistema de saúde precisa seguir esse avanço da Covid-19. "Quanto aos leitos estamos numa verdadeira batalha junto aos fornecedores. Temos um mercado que não estava preparado para isso. Precisamos de responsabilidade para oferecer à população catarinense o que é necessário para o enfrentamento", frisou Zeferino.

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Santa Catarina tem 184 casos confirmados e uma morte por Covid-19, conforme boletim divulgado pelo governador Carlos Moisés em coletiva de imprensa neste sábado, 28. Brusque, Urussanga, Papanduva e São Francisco do Sul entraram para a lista de cidades com casos confirmados. O número representa um acréscimo de 12% de casos positivos em relação ao balanço divulgado na noite de sexta-feira.

Os pacientes com diagnóstico positivo para a doença estão distribuídos em todas as regiões do estado. Os municípios catarinenses com casos confirmados são: Antônio Carlos (1), Balneário Arroio do Silva (1), Balneário Camboriú (9), Blumenau (12), Braço do Norte (12), Brusque (2), Camboriú (7), Canelinha (1), Chapecó (5), Criciúma (13), Florianópolis (30), Gaspar (2), Gravatal (3), Içara (1), Imbituba (5), Itajaí (18), Itapema (1), Jaguaruna (2), Jaraguá do Sul (2), Joinville (9), Lages (1), Laguna (1), Navegantes (3), Papanduva (2), Pomerode (1), Porto Belo (4), Rancho Queimado (2), São Francisco do Sul (1), São José (9), São Lourenço do Oeste (1), São Ludgero (1), São Pedro de Alcântara (1), Siderópolis (2), Tijucas (1), Urussanga (1), Timbé do Sul (1) e Tubarão (8). Além disso, há cinco casos de residentes em outros estados e três de outros países.

O decreto do Estado que estabelece o isolamento e funcionamento apenas dos serviços essenciais está em vigência e a orientação do governador Carlos Moisés é para que as pessoas fiquem em casa. “A orientação ainda é para que as pessoas saiam somente em casos de emergência”, destacou o governador.

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O governador Carlos Moisés defendeu o equilíbrio no combate ao coronavírus durante a retomada gradual de setores econômicos a partir da próxima semana em Santa Catarina. Segundo o governador, que concedeu entrevista coletiva online nesta sexta-feira, 27, trata-se de um “plano de convívio seguro” com o vírus.

Carlos Moisés afirmou que existe a necessidade de se manter o isolamento social nesta primeira quinzena após a decretação da situação de emergência. Ainda segundo o chefe do Executivo estadual, novos casos de Covid-19 serão inevitáveis, porém as medidas de restrição do convívio social são importantes para evitar a multiplicação dos pacientes de maneira descontrolada.

“Nosso objetivo número um é a preservação da vida. O apelo do Estado ainda é para que as pessoas ainda fiquem em casa. A ordem continua pelo isolamento social. O que nós conseguimos fazer com medidas de segurança sanitária é retardar esse contágio em massa para que nós ganhemos tempo para nos prepararmos para enfrentar a pandemia”, afirmou Carlos Moisés.

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Segundo ele, as atividades que serão liberadas na próxima semana ainda permitem o isolamento. Ele pediu a colaboração da população e disse que apenas quem realmente precisa deve sair de casa.

“Acreditamos que no dia 1º de abril nós teremos uma visão um pouco mais realista da curva (de novos infectados) em Santa Catarina”, complementou.

O governador também destacou que teve uma reunião nesta sexta-feira com os prefeitos dos 15 maiores municípios de Santa Catarina para alinhar as ações de enfrentamento ao combate ao coronavírus no estado. No encontro, também estiveram presentes o presidente da Federação Catarinense de Municípios (Fecam), Saulo Sperotto, o chefe da Casa Civil, Douglas Borba e os secretários de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, e da Fazenda, Paulo Eli.

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Santa Catarina tem 163 casos confirmados e uma morte por Covid-19, conforme boletim divulgado pelo governador Carlos Moisés em coletiva de imprensa nesta sexta-feira, 27.

Os pacientes com diagnóstico positivo para a doença estão distribuídos em todas as regiões do estado. No total, são 33 municípios catarinenses com casos confirmados: Antônio Carlos (1), Balneário Arroio do Silva (1), Balneário Camboriú (9), Blumenau (12), Braço do Norte (9), Camboriú (4), Canelinha (1), Chapecó (4), Criciúma (12), Florianópolis (27), Gaspar (1), Gravatal (3), Içara (1), Imbituba (5), Itajaí (18), Itapema (1), Jaguaruna (2), Jaraguá do Sul (2), Joinville (8), Lages (1), Laguna (1), Navegantes (3), Pomerode (1), Porto Belo (3), Rancho Queimado (2), São José (8), São Lourenço do Oeste (1), São Ludgero (1), São Pedro de Alcântara (1), Siderópolis (2), Tijucas (1), Timbé do Sul (1) e Tubarão (8). Além disso, há cinco casos de residentes em outros estados e três de outros países.

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O governador explicou que a partir de agora não serão divulgados os casos suspeitos da doença no estado, pois não correspondem à realidade. “Em relação aos casos suspeitos, não temos grande progressão, mas entendemos que a métrica não faz muito sentido em divulgar neste momento. Os exames estão restritos aos que procuram as unidades de saúde com alguns sintomas e não vão corresponder efetivamente a todos os casos que estão circulando. O resultado é mais baixo que a realidade”, ressaltou.

Carlos Moisés reiterou ainda que a orientação do Estado segue a mesma, que as pessoas fiquem em casa. “O contágio é inevitável, o que precisamos fazer é melhorar a estrutura da saúde, nos prepararmos para enfrentar a crise e mudar os hábitos para que o impacto seja o menor possível. E uma das ferramentas que temos é o isolamento social", destacou. 

O secretário da Saúde, Helton de Souza Zeferino, acrescentou que o Estado irá contar com mais 713 leitos de UTI. "Desde o início estamos provocando o aumento de leitos em Santa Catarina e com isso iremos dobrar a capacidade instalada em unidades de terapia intensiva para atender a população".

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Foto: Robson Valverde / Secom

O Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-SC) firmou uma importante parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com o objetivo de ampliar o atendimento à demanda de exames para o diagnóstico do novo coronavírus (Covid-19). 

A UFSC colocou à disposição dois laboratórios, equipamentos e profissionais qualificados e treinados nos protocolos do Lacen para realizar a detecção do vírus SARS-CoV-2, pela metodologia RT-PCR em tempo real. Nesta quinta-feira, 26, a UFSC iniciou as primeiras análises para o diagnóstico da Covid-19.

Segundo o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, a parceria com a UFSC para análises das amostras relativas à Covid-19 é de extrema importância neste momento para Santa Catarina. “Podemos dar maior celeridade nos resultados das amostras. Isso faz com que tenhamos condutas mais assertivas dentro da rede hospitalar, além de condutas mais apropriadas no que diz respeito a pacientes que estejam em isolamento domiciliar. Além disso, traz uma diminuição da ansiedade para a população, o que acaba acontecendo quando temos coleta de amostras que tardam para serem liberadas com o resultado positivo ou negativo. Então essa parceria tende a aumentar e fazer com que tenhamos demandas mais ágeis, especialmente, para que a população seja melhor atendida”, explica o secretário.

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Desde fevereiro, o Laboratório Central já realizou mais de 1,3 mil testes para detecção do vírus, que foram distribuídos aos municípios catarinenses.

O Lacen é o laboratório de referência estadual e coordenador da rede pública laboratorial no território catarinense. Por isso, as amostras continuarão sendo encaminhadas para o órgão, que fará a triagem e definirá aquelas que serão direcionadas para a UFSC.

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