Foto: Mauricio Vieira / Secom

Santa Catarina terminou o ano de 2019 com o desemprego em queda. Dados da PNAD Contínua, divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira, 14, apontam que o estado teve uma taxa de desocupação de 5,3% no quarto trimestre, a menor do Brasil. O número representa uma queda em relação ao terceiro trimestre, quando o índice estava em 5,8%.

O indicador é fruto da boa geração de empregos no ano passado, quando o estado teve um saldo positivo de 71,4 mil vagas formais, melhor resultado em nove anos. A queda do desemprego foi comemorada pelo governador Carlos Moisés. Segundo o chefe do Executivo estadual, o atual desempenho da economia catarinense é bastante satisfatório, muito acima da média brasileira.

“Nossa taxa de desemprego é menos da metade da brasileira, que fechou o quarto trimestre em 11%. Conseguimos reduzir a desocupação em Santa Catarina em quase dois pontos percentuais ao longo de 2019, o que foi um resultado e tanto. Temos o desafio de continuar com esse ritmo forte de geração de empregos em 2020. Nosso Estado possui um ambiente econômico diferenciado e isso se reflete nos nossos resultados”, apontou Carlos Moisés.

Outro dado positivo para Santa Catarina foi a taxa de informalidade na economia, que também é a menor do Brasil, com 27,3%. No Pará, por exemplo, esse número ficou em 62,4%, enquanto a média nacional foi de 41,3%.

 

Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Lucas Esmeraldino, o trabalho realizado para a atração de empresas e ampliação de negócios tem se mostrado efetivo.

“Temos um povo empreendedor, que cria oportunidades e faz acontecer. Além, disso, todas as nossas regiões têm atrativos para os mais distintos ramos de negócios. Esse resultado mostra que estamos no caminho certo. Somos um estado seguro, com índices de criminalidade em queda. Quem quiser investir aqui é sempre bem-vindo. Confiamos também numa retomada mais firme da economia nacional em 2020, o que trará um efeito positivo em cascata para Santa Catarina. O momento é de otimismo”, destacou Esmeraldino.

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Entidades empresariais e sindicatos fecharam acordo na última quinta em reunião com o governador - Foto Julio Cavalheiro / Secom

O governador Carlos Moisés encaminhou em regime de urgência para a Assembleia Legislativa de Santa Catarina, nesta sexta-feira, 7, o Projeto de Lei Complementar (PLC) que reajusta o salário mínimo regional do Estado.

Se aprovado, o aumento médio será de 4,96%. Os pisos para a primeira, segunda, terceira e quarta faixas passarão a ser, respectivamente, de R$ 1.215, R$ 1.260, R$ 1.331 e R$ 1.391. O reajuste será retroativo a 1º de janeiro, válido para categorias não abrangidas por acordos ou convenções coletivas. A Alesc tem prazo de até 45 dias para votação.

Veja abaixo as faixas que compõem o mínimo regional:

Primeira faixa:
a) na agricultura e na pecuária;
b) nas indústrias extrativas e beneficiamento;
c) em empresas de pesca e aquicultura;
d) empregados domésticos;
e) em turismo e hospitalidade; (Redação da alínea revogada pela LPC 551/11).
f) nas indústrias da construção civil;
g) nas indústrias de instrumentos musicais e brinquedos;
h) em estabelecimentos hípicos; e
i) empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral, excetuando-se os motoristas.

Segunda faixa:
a) nas indústrias do vestuário e calçado;
b) nas indústrias de fiação e tecelagem;
c) nas indústrias de artefatos de couro;
d) nas indústrias do papel, papelão e cortiça;
e) em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas;
f) empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas;
g) empregados em empresas de comunicações e telemarketing; e
h) nas indústrias do mobiliário.

Terceira faixa:
a) nas indústrias químicas e farmacêuticas;
b) nas indústrias cinematográficas;
c) nas indústrias da alimentação;
d) empregados no comércio em geral; e
e) empregados de agentes autônomos do comércio.

Quarta faixa:
a) nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico;
b) nas indústrias gráficas;
c) nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana;
d) nas indústrias de artefatos de borracha;
e) em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito;
f) em edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares, em turismo e hospitalidade;
g) nas indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas;
h) auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino);
i) empregados em estabelecimento de cultura;
j) empregados em processamento de dados; e
k) empregados motoristas do transporte em geral.
I) empregados em estabelecimentos de serviços de saúde.

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Fotos: Julio Cavalheiro / Secom

O governador Carlos Moisés recebeu representantes de entidades empresariais e de sindicatos para fechar o reajuste do salário mínimo regional de Santa Catarina. Pelo acordo, o aumento médio é de 4,96% e os pisos para a primeira, segunda, terceira e quarta faixas passarão a ser, respectivamente, de R$ 1.215, R$ 1.260, R$ 1.331 e R$ 1.391. Como resultado da reunião, o governador se comprometeu a encaminhar, nos próximos dias, um Projeto de Lei Complementar (PLC) em regime de urgência para a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc).

"O bom termo que eles conseguiram construir mostra essa capacidade de discussão, entre trabalhadores e empresários, e contempla ambas as partes", avaliou Carlos Moisés, ao fim da reunião. "Vamos enviar em regime de urgência, como é a demanda dos dois lados, e com um pedido para não modificar os termos que as partes já negociaram", antecipou. O governador planeja enviar o projeto até terça-feira, dia 11. Se aprovado pela Assembleia, o reajuste será retroativo a 1º de janeiro, válido para categorias não abrangidas por acordos ou convenções coletivas.

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Na audiência, o governador destacou as medidas do Governo de Santa Catarina para preparar os estudantes catarinenses para o mercado do trabalho do futuro, como a inclusão da tecnologia nas escolas e a adoção de currículos adequados às transformações vividas por todos os setores da economia.

Os representantes das empresas e dos trabalhadores se mostraram satisfeitos com o encaminhamento dado pelo governador e com o andamento das negociações desde o início. "Somos o único estado que, com as duas partes envolvidas, consegue chegar a um acordo. Fizemos várias reuniões demoradas, mas sempre de modo respeitoso e harmonioso", afirmou o presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar.

Conforme o coordenador sindical do Dieese, Ivo Castanheira, mesmo quem recebe acima do piso estadual tem seus ganhos afetados pelo reajuste no salário mínimo. "É um processo muito demorado, porque há interesses das duas partes. Envolve em torno de um milhão de trabalhadores direta ou indiretamente, é a maior negociação coletiva do estado. Para nós, a política de piso estadual é muito importante por conta disso", explicou.

Veja abaixo as faixas que compõem o mínimo regional:

Primeira faixa:
a) na agricultura e na pecuária;
b) nas indústrias extrativas e beneficiamento;
c) em empresas de pesca e aquicultura;
d) empregados domésticos;
e) em turismo e hospitalidade; (Redação da alínea revogada pela LPC 551/11).
f) nas indústrias da construção civil;
g) nas indústrias de instrumentos musicais e brinquedos;
h) em estabelecimentos hípicos; e
i) empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral, excetuando-se os motoristas.

Segunda faixa:
a) nas indústrias do vestuário e calçado;
b) nas indústrias de fiação e tecelagem;
c) nas indústrias de artefatos de couro;
d) nas indústrias do papel, papelão e cortiça;
e) em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas;
f) empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas;
g) empregados em empresas de comunicações e telemarketing; e
h) nas indústrias do mobiliário.

Terceira faixa:
a) nas indústrias químicas e farmacêuticas;
b) nas indústrias cinematográficas;
c) nas indústrias da alimentação;
d) empregados no comércio em geral; e
e) empregados de agentes autônomos do comércio.

Quarta faixa:
a) nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico;
b) nas indústrias gráficas;
c) nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana;
d) nas indústrias de artefatos de borracha;
e) em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito;
f) em edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares, em turismo e hospitalidade;
g) nas indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas;
h) auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino);
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O ano que passou foi de retomada do emprego em Santa Catarina. O estado fechou 2019 com o melhor resultado desde 2010, com um saldo positivo de 71.406 contratações. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados nesta sexta-feira, 24, pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

“O Brasil vive um momento de recuperação e Santa Catarina ainda mais. Há muitos números que comprovam a melhora no ambiente de negócios a partir de 2019 e o de geração de empregos é o mais importante, porque mostra que todos os catarinenses estão sendo beneficiados”, afirma o governador Carlos Moisés. De acordo com ele, o Governo de Santa Catarina tem contribuído ao oferecer segurança jurídica, agilidade nos processos de abertura de empresas, transparência nos incentivos fiscais e ajustes nas contas públicas. “Queremos continuar a ser destaque nacional e, principalmente, garantir mais oportunidades”, projeta.

No acumulado do ano, o número de empregos gerados em Santa Catarina só foi menor do que São Paulo e Minas Gerais, que têm populações seis e três vezes maiores do que a catarinense, respectivamente. Em dezembro, por causa do efeito da sazonalidade, houve mais demissões do que contratações em todos os estados brasileiros. Santa Catarina encerrou o último mês do ano com uma redução de 24.316 postos.

 

O setor de serviços foi o que mais contribuiu para o resultado positivo do estado em 2019, com 33.617 novos postos de trabalho formais. Na sequência, aparecem a indústria da transformação (18.256) e comércio (11.876). Todos os setores contrataram mais do que demitiram, à exceção da extração mineral, que fechou com saldo negativo de seis vagas.

Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, o bom resultado de 2019 é reflexo, principalmente, de uma gestão focada em estratégias e resultados, aproximando as pessoas e desburocratizando processos, aliado ao espírito empreendedor das famílias catarinenses.

“Esperamos uma geração de empregos ainda melhor em 2020, já que a vida do cidadão catarinense vai ficar menos burocrática, por exemplo, por meio do Programa SC Bem Mais Simples, que dispensará 597 atividades econômicas de licenciamento prévio, fazendo com que o empreendedor viabilize ou potencialize o seu sonho. A resolução que disponibilizará o caráter prático desta medida será publicada nos próximos dias”, pontua Esmeraldino, enfatizando que esta ação pioneira é fundamental para a melhoria do ambiente de negócios e para criar melhores condições de empregabilidade.

O Brasil encerrou o ano com um saldo positivo de 644.079, resultado também melhor que o do ano anterior, quando foram gerados 529.554 empregos formais. Em dezembro, o saldo foi negativo em 307.311.

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Foto: Arquivo / Secom

Mais de duas mil vagas de emprego estão sendo intermediadas pelo Sistema Nacional de Emprego em Santa Catarina (Sine/SC), órgão vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico. As ofertas da semana, disponíveis em 56 cidades catarinenses, englobam as mais variadas funções, com pré-requisito desde nível fundamental a superior.

Na avaliação do secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, a oferta de vagas no estado é um reflexo do otimismo do mercado. O empresário industrial e do ramo da construção civil estão confiantes. Além disso, a intenção de investir do catarinense encerrou 2019 com tendência de alta, superando a média nacional, afirma Esmeraldino. “Esses indicadores confirmam o crescimento da produção e do emprego em Santa Catarina, que embora de forma lenta, vem se mostrando persistente. Assim, a perspectiva é que 2020 seja de mais crescimento econômico, investimentos e empregos no estado”, frisa. 

Vagas no Oeste 

A cidade de São Miguel do Oeste tem o maior número de ofertas pelo órgão estadual. Em um total de 462 vagas, pelo menos 250 são para o cargo de auxiliar de linha de produção no ramo de alimentos. 

“A exportação de carne suína bateu o sua melhor marca histórica em 2019 e o frango teve o seu segundo melhor resultado em 22 anos no estado. Estes números impulsionam todo o setor de proteína animal, gerando mais emprego a todos os catarinenses”, avalia o diretor de Produtividade, Trabalho e Renda da SDE, Ramon Fernandes.

Candidatos

Quem tiver interesse em alguma das vagas deve se dirigir à unidade do Sine da cidade. É imprescindível levar RG, CPF e a carteira de trabalho. Sem estes documentos, não é possível fazer as inscrições. Não há necessidade de levar currículo. O cadastro é feito direto no balcão do Sine.

Sine Fácil

A lista de oportunidades disponíveis pode ser acessada no aplicativo Sine Fácil, disponível para smartphones. Pelo Sine Fácil, o trabalhador poderá acompanhar a situação do benefício do seguro-desemprego e acessar outros serviços de seu interesse. O aplicativo permite ainda consultas a vagas de emprego, em qualquer horário, de qualquer local, sem a necessidade de o trabalhador se deslocar até um posto de atendimento.

Veja as vagas nas cidades

Araranguá 32 

Abelardo Luz 4

Balneário Camboriú 105 – PCD 02

Braço do Norte 15

Biguaçu 17

Blumenau 77 – PcD 8

Caçador 06 - PcD 2

Camboriú 6

Campos Novos 99

Canoinhas 5

Capinzal 28

Capivari de Baixo 1

Chapecó 390 – PcD 4

Concórdia 129

Cocal do Sul 1

Criciúma 36

Dionísio Cerqueira 2

Fraiburgo 26

Florianópolis 50 – PcD 35

Forquilhinha 14

Garopaba 3

Garuva 9

Gaspar 3

Ibirama 25

Içara 42

Indaial 20 – PcD 2

Itajaí 24 – PcD 4

Itapema 66

Ituporanga 35

Jaguaruna 5

Jaraguá do Sul 3

Joaçaba 45 – PcD4

Joinville 92

Lages 3 – PcD 1

Laguna 2

Mafra 97 – PcD1

Maravilha 10

Morro da Fumaça 12

Navegantes 25

Palmitos 2

Papanduva 5

Pomerode 5

Rodeio 13

Rio do Sul 20

São Bento do Sul 39 PcD1

São João Batista 1

São Joaquim 53

Seara 25

São José 8

São Miguel do Oeste 453 – PcD 9

Tijucas 60 – PcD1

Timbó 10

Tubarão 5

Urussanga 23

Videira 5

Xanxerê 32

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Foto: Julio Cavalheiro / Secom

O ano de 2019 continua positivo para o emprego em Santa Catarina. O percentual de população catarinense desempregada caiu de 6% para 5,8%, entre o segundo e o terceiro trimestre deste ano, resultado que fortalece a posição do estado com o menor índice do Brasil. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta terça-feira, 19.

Os testes com ferramentas de cruzamento de dados começaram há quatro meses e os primeiros resultados já foram registrados pelo Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina (Iprev). Com a utilização do Power Bi, o controle dos parcelamentos em folha, por exemplo, que antes era feito em um dia, agora leva uma hora. Também foram identificadas inconsistências nos recolhimentos de contribuição de pensionistas no valor de R$ 341.815,33 em um período de uma semana. 

“Antes esse trabalho era feito manualmente, analisando a folha de cada uma dos 11 mil pensionistas. É um grande avanço! Com estas ferramentas podemos desenvolver 'mapas' específicos de controle dos pagamentos e recolhimentos do Iprev, não mais sendo necessária a busca de informações, restritas aos menus do Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos, o SIGRH. Ganhamos tempo e independência nas nossas ações”, afirma Jean Braun, auditor de Previdência.

No futuro, os mapas poderão ser aplicados periodicamente à folha como robôs. Dependendo da programação aplicada, possibilitará a identificação imediata das inconsistências, comunicação aos responsáveis pelo procedimento inconsistente, bem como controle das medidas aplicadas para a resolução do problema.

Além de fazer o levantamento de inconsistências na arrecadação previdenciária dos servidores inativos, pensionistas e serventuários da justiça, o principal trabalho da Coordenadoria de Auditoria e Fiscalização foi regularizar a cobrança de contribuições nos casos em que o servidor esteve afastado sem remuneração em virtude de licença, mandato eletivo e à disposição.

Desde o começo do ano, foram emitidos diversos tipos de notificações envolvendo contribuições não recolhidas e benefícios previdenciários indevidos. A partir dos dados, o Instituto de Previdência de Santa Catarina está habilitado a reaver o montante de R$15.680.225,64 – 41,33% a mais que no ano passado.

NOTIFICAÇÕES EMITIDAS:

-  2017 – R$ 10.189.135,96
-  2018 – R$ 11.094.496,34
-  2019 (até 09/2019) – R$15.680.225,64

“Como minha atuação e a experiência de mais de 20 anos na área, não poderia deixar de tomar as iniciativas necessárias ao fortalecimento de uma das atividades mais importantes do Iprev. São muitas inconsistências decorrentes de erros de interpretação e ausência de “regras de negócio” nos sistemas corporativos, que permitem a inserção indevida de dados e falhas na migração. Essa iniciativa é decorrente de inúmeras inconsistências verificadas pontualmente em alguns processos e está alinhada aos objetivos do programa Pró-Gestão, idealizado pela Secretaria de Previdência do Ministério da Economia” diz o presidente do Iprev, Kliwer Schmitt.

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A geração de empregos em Santa Catarina teve um saldo positivo de 6.529 postos de trabalho em agosto, o melhor resultado para o mês dos últimos cinco anos. Com a criação das vagas, o estado chega a 60.322 novos empregos neste ano. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quarta-feira, 25, pela Secretaria de Trabalho da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

"Esses números mostram a confiança do setor produtivo nos rumos que o Estado está tomando. Vamos trabalhar para que os dados positivos se mantenham e até melhorem. Para isso, nossos esforços são no sentido de desburocratizar e facilitar a vida de quem gera empregos, além de intensificar os investimentos em infraestrutura", pontua o governador Carlos Moisés.

O número de novos empregos em 2019 representa um aumento de 60% em relação ao ano passado, quando foram gerados 37.587 postos de trabalho de janeiro a agosto. No acumulado do ano, Santa Catarina tem o terceiro melhor resultado do país, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais.

Em agosto, o destaque ficou por conta do setor de serviços, que registrou um saldo positivo de 3.089 contratações. No acumulado do ano, a indústria de transformação é a principal geradora de empregos, com 31.425 novas vagas ocupadas. Proporcionalmente, a construção civil se destaca com a criação de 7.963 postos de trabalho neste ano, o que representa um aumento de 9,22% no estoque de empregos formais em relação a dezembro de 2018.

“Um resultado que precisa ser comemorado, uma vez que demonstra que Santa Catarina segue se recuperando e, mais uma vez, confirma que as decisões tomadas pelo governador Carlos Moisés, entre elas simplificação e desburocratização, estão funcionando e passando confiança à economia real no processo de retomar as contratações. Seguiremos apoiando o setor produtivo e nos esforçando para atrair novas empresas para o estado, com foco em mais oportunidades aos catarinenses”, avalia o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino.

Brasil

Pelo quinto mês seguido, o Brasil teve saldo positivo no emprego formal. Em agosto, a expansão foi de 121.387 vagas, decorrente de 1.382.407 admissões e de 1.261.020 desligamentos. No acumulado de 2019, foram criados 593.467 novos postos. No mesmo período de 2018 houve crescimento de 568.551 empregos. 

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Foto: Mauricio Vieira / Secom

Santa Catarina tem 2.094 vagas de emprego em mais de 21 agências do Sistema Nacional de Emprego (Sine). Em Blumenau, além das ofertas desta semana, há oportunidades também para Oktoberfest 2019.  

“Para a contratação temporária nos dias do evento ainda temos vagas. A maioria para vigilantes, o qual precisa ter o curso de grandes eventos e reciclagem e também para operador de empilhadeira, que precisa ter experiência comprovada e habilitação específica” ressalta a gerente de Produtividade, Trabalho e Renda, Cleusa Rodrigues.

Para as vagas temporárias da Oktoberfest, os candidatos interessados devem morar na cidade e procurar o posto, com CPF e RG, comprovante de residência e se for casado, certidão de casamento.

A unidade atende dentro das 12h às 18h e entrega senhas para emprego das 12h às 16h.

Demais vagas

No Estado, a região do Alto Vale do Itajaí lidera com o maior número de ofertas de emprego na semana, 728 novas oportunidades, sendo 577 em Blumenau; 44 em Itajaí; 7 em Ituporanga; 30 para Rio do Sul, 56 em Balneário Camboriú e 14 em Timbó.

O Oeste do Estado conta ainda com mais de 600 vagas, 238 no Norte, 185 no Sul e 303 na Grande Florianópolis. O Sul tem disponível 21 ofertas de emprego.

“O Sine de Santa Catarina faz a intermediação de novas oportunidades praticamente todos os dias e diversos profissionais podem consultar o aplicativo do Sine Fácil para saber as atualizações. É a tecnologia e a inovação em favor dos catarinenses e do desenvolvimento do Estado”, lembra o secretário de Desenvolvimento Econômico, Lucas Esmeraldino.

Sine Fácil

A lista de oportunidades disponíveis pode ser acessada no aplicativo Sine Fácil. Pelo App, o trabalhador poderá acompanhar a situação do benefício do seguro-desemprego e acessar outros serviços de seu interesse. Um diferencial importante é que o aplicativo permite inúmeras consultas a vagas de emprego, em qualquer horário, de qualquer local, sem a necessidade de o trabalhador se deslocar até um posto de atendimento.

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 Foto: MB Comunicação/Divulgação

Notícia boa para quem está à procura de uma oportunidade de trabalho. O Sistema Nacional do Emprego em Santa Catarina (Sine/SC) está com 1.994 vagas em todo o estado. A lista inclui cargos para pessoas com deficiência (PcD) e traz a possibilidade de recolocação nas mais diversas áreas. De acordo com as informações divulgadas pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), a região Oeste lidera com maior número de ofertas (866), seguida pelo Sul, com 318. Na Grande Florianópolis, são 316 possibilidades. 

A cidade de São Miguel do Oeste, com cerca de 40 mil habitantes, tem liderado com o maior número de ofertas, sendo 372 nesta semana. Entre as oportunidades, há 181 para o cargo de auxiliar de linha produção, sendo 100 para uma única indústria do ramo de alimentos. A gerente de Produtividade Trabalho e Renda do Sine, Cleusa Rodrigues, lembra que o Oeste tem uma economia forte no setor de produção, o que favorece o maior número de vagas. 

Já na Grande Florianópolis, entre os postos do Sine gerenciados pelo Estado, a maior parte das chances de emprego está concentrada entre a Capital e São José. O Vale do Itajaí dispõe de 249 possibilidades de emprego, o Norte do Estado, 207, além das 23 oportunidades na Serra catarinense. 

Quem tiver interesse em alguma das vagas ofertadas por meio do Sine, deve se dirigir até a unidade munido de RG, CPF e a carteira de trabalho. Sem estes documentos não é possível fazer as inscrições. Não há necessidade de levar currículo. O cadastro é feito no balcão.

“Nosso objetivo como gestor público é dar condições para que o Estado se desenvolva, atraindo empresas e fomentando emprego. Assim, ofertamos mais qualidade de vida à população”, destaca o secretário da SDE, Lucas Esmeraldino.