A Primeira etapa das obras do Programa de Integração Regional e Desenvolvimento Urbano de Joinville está prevista para ser concluída em dezembro deste ano. As ações de melhoria na mobilidade urbana da maior cidade catarinense estão sendo bancadas com o financiamento de R$ 40 milhões que o Governo do Estado contratou junto ao Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Além do empréstimo, existe contrapartida dos governos estadual e municipal, de R$ 20 milhões e R$ 7 milhões, respectivamente.

Para a implementação do Binário do Vila Nova, na zona oeste da cidade, os trabalhos de duplicação da Rua 15 de Novembro estão na fase de drenagem. A via será ligada às ruas São Firmino e Leopoldo Beninca, onde duas pontes de concreto estão sendo erguidas. Com investimentos de R$ 8,5 milhões, a obra pretende desafogar o trânsito entre o bairro Vila Nova e o centro de Joinville.

A Rua Tuiuti, transversal da Avenida Santos Dumont, teve substituída toda a tubulação e agora vem recebendo a primeira camada de asfalto. As ruas Albano Schmidt, Rui Barbosa e Minas Gerais, também serão repavimentadas. Atualmente, vêm sendo executados serviços de drenagem nos locais. Os custos das quatro obras ultrapassam R$ 25 milhões.

Para este segundo semestre, estão previstos o início dos serviços na Rua Nove de Março, o lançamento de editais, bem como a definição de outras ações inseridas no programa. Na via situada no centro da cidade, haverá a ampliação do corredor de ônibus – do terminal central do transporte coletivo até a Rua Henrique Meyer. Para a implantação da faixa exclusiva para coletivos, os investimentos somam R$ 2,6 milhões.

Lançamentos de editais para obras
- Melhorias nos terminais de integração: troca de coberturas das estações Centro e Itaum;
- Medidas moderadoras de tráfego: instalação em 200 unidades escolares;
- Reforma do Museu do Transporte.

Obras em análise pela Secretaria de Infraestrutura
- Eixo Max Colin;
- Eixo Almirante Jaceguay.

Informações adicionais
Glaene Vargas
Secretaria de Desenvolvimento Regional de Joinville
E-mail: glaene@jve.sdr.sc.gov.br
Telefone: (47) 9240-8064

Uma solenidade realizada no início da tarde desta segunda-feira, 10, no Estádio Vendaval, em Biguaçu, com a presença de grande público, inclusive do ex-jogador da seleção brasileira de futebol André Santos, que é natural do município, marcou o início do Campeonato Catarinense Escolar de Futebol – Moleque Bom de Bola, em sua 18ª etapa microrregional. A organização é do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis e Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte), com o apoio da Prefeitura Municipal de Biguaçu.

As competições serão realizadas até a próxima sexta-feira, 14, e irão contar com 300 alunos atletas dos municípios de Biguaçu, Florianópolis, Santo Amaro da Imperatriz, Antônio Carlos, São José, Palhoça e Governador Celso Ramos, que irão disputar nas modalidades masculino e feminino.Todos os jogos serão realizados no Estádio Vendaval.

Os vencedores representarão a SDR Grande Florianópolis na etapa Regional Sul, que irá acontecer em Balneário Arroio do Silva, no mês de agosto.Segundo o secretário de Desenvolvimento Regional Renato Hinnig, o campeonato é importante pois estimula a prática esportiva, em especial o futebol, incentivando a descoberta de novos valores. “A Secretaria Regional é parceira nesse processo, contribuindo para que a competição se fortaleça e atinja cada vez mais escolas”, salientou.

Informações adicionais
Patrícia Antunes
Secretaria de Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis
E-mail: ascom@soo.sdr.sc.gov.br
Telefone: (48) 8843-5681

vacina capa noticias

Número representa 175 mil de um total de 382 mil crianças que precisam ser imunizadas contra a paralisia

A estação meteorológica de Luis Alves mede temperatura e umidade relativa do ar, chuva, molhamento foliar, radiação solar, pressão atmosférica, velocidade e direção do vento

O secretário da Embaixada do Japão no Brasil, Kentaro Morita, o cônsul-geral do Japão para região Sul do Brasil, Yoshio Uchiyama e a vice-cônsul do Japão, Nana Kawamoto, estiveram nesta segunda-feira, dia 10, visitando as instalações da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca com objetivo de conhecer os programas do Governo do Estado para suinocultura e a pesca catarinense. Santa Catarina recebeu neste mês a autorização para exportar carne suína ao Japão.

No encontro, o secretário da Agricultura e da Pesca, João Rodrigues, e os diretores da Secretaria apresentaram um relato das ações que iniciaram há 46 anos de combate à febre aftosa, fazendo com que o Estado conquistasse em 2007 a certificação internacional da Organização Mundial de Saúde Animal de “Estado Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação”.  Rodrigues relatou que o Brasil possui outros 16 estados com status de livre aftosa, mas com vacinação. Foi apresentado o trabalho que a Cidasc (Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina) e o Icasa (Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária) desenvolvem no controle da sanidade animal no Estado.

Os japoneses indagaram sobre a infraestrutura do Estado para atender o mercado internacional e foram apresentados os números sobre os cinco portos catarinenses e a logística de exportação das agroindústrias. “A mesma logística utilizada pelas agroindústrias para atender o mercado de frango mundial será utilizada para venda dos suínos”.

Sobre a pesca e a maricultura catarinense, o secretário João Rodrigues disse que Santa Catarina, apesar de contar com pouco mais de 1% da área do Brasil, é o primeiro produtor nacional em pescado, na pesca industrial e na artesanal, com aproximadamente 160 mil toneladas ao ano. Na maricultura, há aproximadamente 700 famílias atuando em 16 municípios catarinenses, com uma produção anual de 18 mil toneladas, o que representa 90% da produção nacional, gerando três mil empregos diretos no Estado.

A comitiva japonesa saiu satisfeita do encontro e reforçou o convite para que o secretário e diretores da Secretaria visitem o Japão no fim deste mês. Uma comitiva catarinense viaja ao Japão para encontro com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, e reuniões com empresários japoneses, onde deverão ser fechados os primeiros contratos de compra de carne suína catarinense.

Informações adicionais:
Ney Bueno 
Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca 
E-mail: imprensa@agricultura.sc.gov.br
Telefone: (48) 3239-4137

 

Nesta segunda-feira, 10, o governo do Estado dá mais um passo rumo ao objetivo de levar os serviços médicos para perto da população. O secretário-adjunto de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, entrega, às 18h, um aparelho de eletrocardiograma ao ambulatório da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc).

O equipamento será usado na Telemedicina, um sistema de apoio à atenção básica, facilitando o acesso do cidadão a exames médicos e permitindo maior rapidez nos resultados e nos laudos dos exames. A Telemedicina tem seus serviços disponíveis em todos os municípios catarinenses. Em Criciúma, este será o terceiro equipamento de eletrocardiograma a ser entregue pelo Estado.

A superintendente de Regulação da Secretaria de Estado da Saúde, Lisiane Bittencourt, explica que o ambulatório da Unesc atende, via Sistema Único de Saúde (SUS), toda a macrorregião Sul, em diferentes especialidades. “Será mais um ponto de apoio de eletrocardiograma na região”, explica Lisiane.

Com um aparelho de eletrocardiograma disponível na Unesc, os pacientes poderão fazer o exame no ambulatório da universidade. O médico especialista emitirá o laudo em até 72 horas. Dessa forma, o paciente não terá de se deslocar de sua região para fazer ou para pegar o resultado do exame. "O objetivo é facilitar o acesso do cidadão a exames médicos e também permitir aos especialistas maior rapidez nos resultados e nos laudos dos procedimentos realizados", explica o secretário-adjunto, Acélio Casagrande.

O que é TELEMEDICINA? 

A Telemedicina é um sistema de apoio à atenção básica de saúde que surgiu em 2005, por meio de uma parceria da Secretaria de Estado da Saúde (SES) com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A Telemedicina tem seus serviços disponíveis em todos os municípios catarinenses.

Ela está dividida em três frentes de serviços: Telediagnóstico, com exames de eletrocardiograma e de dermatologia; Sistema de Apoio ao Laboratório Central de Análises Clínicas (Lacen); e suporte aos equipamentos de imagens médicas em hospitais públicos estaduais.

Cardiologia e dermatologia

O sistema conta com uma infraestrutura tecnológica que suporta o envio de exames e a emissão de laudos à distância, ou seja, por especialistas que não estejam necessariamente no mesmo local ou cidade do paciente.

O Telediagnóstico envolve exames de eletrocardiograma e dermatologia que são carregados no portal da Telemedicina, sendo que em até 72 horas os especialistas enviam o laudo médico. Os exames são feitos na cidade onde o paciente mora, em unidades básicas de saúde ou policlínicas.

Informações adicionais:

Ana Paula Bandeira

Fone: (48) 3221-2071

E-mail: anap@saude.sc.gov.br

A 1ª Oficina de Mobilização Intersetorial de Políticas Públicas sobre Drogas da Mesorregião da Grande Florianópolis reunirá representantes de 39 municípios que vão debater as propostas para a região que devem integrar o Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas. O Plano será baseado no trabalho intersetorial das instituições que participam do evento e possuem ações diretas ou indiretas relacionadas à questão das drogas. A oficina será realizada nos dias 10 e 11 de junho, no hotel Oceania, nos Ingleses, em Florianópolis.

Na abertura, os 21 municípios da Grande Florianópolis que compõe o colegiado gestor regional assinarão o termo de adesão ao Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas e tomarão posse. “Essa é uma parceria entre o Governo do Estado, os conselhos e o terceiro setor. Estamos trabalhando para tornar Santa Catarina um Estado de referência no enfrentamento às drogas. E, como consequência, contribuiremos para a pacificação das famílias catarinenses”, destaca o Secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), João José Cândido da Silva.

As propostas da região da Grande Florianópolis para o Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas serão debatidas nos trabalhos de grupo. Os participantes serão distribuídos de acordo com os seguintes eixos: saúde intersetorial; segurança pública; cidadania e justiça; educação e prevenção intersetorial; assistência social e trabalho intersetorial e controle social e comunidades terapêuticas.

Após a apresentação da metodologia, cada grupo vai analisar um estudo de caso e definir as propostas prioritárias, além de realizar o diagnóstico da rede de serviços da região. A síntese das observações será exposta ao final da oficina regional e o resultado será encaminhado para o Colegiado Gestor da Mesorregião de Florianópolis para análise e posterior aprovação, elaboração do plano operativo e a execução conjunta com o Governo do Estado. 

Criminalidade - O trabalho do colegiado gestor da Grande Florianópolis será fundamental no enfrentamento às drogas porque a região concentra boa parte das estatísticas criminais do Estado. Dados de 2012, da Secretaria de Estado da Segurança Pública, indicam que nos casos de roubo, sequestro e cárcere privado, extorsão mediante sequestro e tráfico de drogas; a Grande Florianópolis é responsável por quase metade das ocorrências em Santa Catarina. Nos casos de roubo os registros são de 52,10% do total no Estado; sequestro e cárcere privado ficam com 46,15% e extorsão mediante sequestro fica com 45,83%. Somente o tráfico de drogas na Grande Florianópolis corresponde a 44% dos registros deste tipo em todo o Estado. 

Oficinas - A oficina regional de Florianópolis será a primeira de sete oficinas que serão realizadas no Estado até o final de 2013. Estão previstas ainda oficinas regionais em Jaraguá do Sul, nos dias 25 e 26 de junho e em Chapecó, nos dias 23 e 24 de julho. No caso das oficinas de São Miguel do Oeste, Joaçaba, Criciúma e Lages as datas ainda serão definidas.

Os técnicos que participarem das Oficinas Regionais vão definir as prioridades que devem fazer parte do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas. “Queremos criar uma estratégia conjunta com os municípios, pois as ações requerem uma coordenação e organização do cuidado. E outra parte depende de investimentos em setores específicos”, disse o Secretário Adjunto da SST, Eleudemar Rodrigues.

Foram convidados para participar das oficinas os técnicos das Secretarias de Estado da Assistência Social; Saúde; Justiça e Cidadania; Educação; Segurança Pública; Casa Civil; Conselhos tutelares, Conselhos de segurança, Conselhos municipais antidrogas (Comads); Fundações; Comunidades terapêuticas; Ministério Público; Tribunal de Justiça; representantes de escolas particulares e de entidades socioeducativas e prisionais; além da Frente Parlamentar de Combate e Prevenção às Drogas da Assembleia Legislativa (Alesc). 

Serviço:
O que? 1ª Oficina de Mobilização Intersetorial de Políticas Públicas sobre Drogas da Mesorregião da Grande Florianópolis.
Quando? 10 e 11 de junho
Onde? Hotel Oceania, localizado na Rua dos Mariscos 550, Ingleses, Florianópolis.

Quem participa? Técnicos das Secretarias de Estado da Assistência Social; Saúde; Justiça e Cidadania; Educação; Segurança Pública; Casa Civil; Conselhos tutelares, Conselhos de segurança, Conselhos municipais antidrogas (Comads); Fundações; Comunidades terapêuticas; Ministério Público; Tribunal de Justiça; representantes de escolas particulares e de entidades socioeducativas e prisionais; além da Frente Parlamentar de Combate e Prevenção às Drogas da Assembleia Legislativa (Alesc).

Municípios empossados no colegiado gestor: Florianópolis, São José, Palhoça, Balneário Camboriú, Brusque, Biguaçu, Navegantes, Camboriú, Itajaí, Itapema, Ituporanga, Angelina, Bombinhas, São Pedro de Alcântara, Imbuia, Chapadão do Lageado, Leoberto Leal, Canelinha, Antônio Carlos, Botuverá, Porto Belo.

Programação da Oficina Regional de Florianópolis:

10/06 (segunda-feira)

17h – Credenciamento
18h30m – Abertura
19h – Termo de adesão e posse do colegiado

19h30min: palestra psicóloga Sandra Regina da Silva – rede de atendimento do dependente químico

20h40m - Encerramento

11/06 (terça-feira)
08h30m – Apresentação da metodologia
09h – Estudo de caso:
Eixo 1: Saúde Intersetorial
Eixo 2: Segurança Pública
Eixo 3: Cidadania e Justiça
Eixo4: Educação e Prevenção Intersetorial
Eixo 5: Assistência Social e Trabalho Intersetorial
Eixo 6: Controle Social e Comunidades Terapêuticas

12h30m – Almoço
14h – Apresentação dos Grupos
16h – Encerramento

Mais informações:
Secretaria de Estado da Assistência Social
Cláudia Marcelo de Lima
(48) 3229-3906

Empresários e lideranças da agroindústria catarinense estiveram reunidos na manhã desta segunda-feira, em Florianópolis, para celebrar a abertura do mercado japonês à carne suína do Estado

 

O DETER - Departamento de Transportes e Terminais do Estado de Santa Catarina - comunica aos usuários, transportadoras e a comunidade em geral que, a partir da meia-noite do dia 10 de junho de 2013, todas as empresas registradas na autarquia, seja qual for o tipo de registro, em regime de emergência e enquanto perdurar a greve dos trabalhadores do transporte coletivo, ficam autorizadas a operar com característica urbana, dentro da região metropolitana de Florianópolis, todas as linhas intermunicipais autorizadas, permitidas ou concedidas, não podendo cobrar como tarifa, em qualquer dos percursos, preço superior a R$ 7 (sete reais).

DIRETORIA DO DETER

 

O pró-reitor de Ensino da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Luciano Hack, se reúne na manhã desta terça-feira, 11, com os diretores de Ensino do Campus I da instituição para decidir como ficarão as aulas em Florianópolis com a greve de ônibus que iniciou nesta segunda-feira, 10, na Capital.

São cerca de 4 mil alunos no Campus I com aulas presenciais nos centros de Artes (Ceart), Ciências da Administração e Socioeconômicas (Esag) e Ciências da Educação (Faed), no Itacorubi, e Ciências da Saúde e do Esporte (Cefid), em Coqueiros.  

“Estamos monitorando a situação da greve neste primeiro dia  para definir como ficarão as aulas. Nossa orientação é que os professores busquem alternativas para os estudantes que não puderam comparecer nesta segunda”, diz o pró-reitor. 

De acordo com o pró-reitor se as aulas não forem ministradas elas “deverão ser repostas ou recuperadas por meio de outras atividades de ensino”, em cumprimento às resoluções do Ministério da Educação (MEC) e da própria Udesc que exigem 18 semanas letivas por semestre.Assessoria de Comunicação da Udesc.

Jornalista Thiago Augusto
E-mail: thiago.augusto@udesc.br
Telefone: (48) 3321-8142