O Governo de Santa Catarina ampliou um dos mais abrangentes programas para o microempreendedor individual (MEI) no Estado, o Juro Zero, durante a pandemia do novo coronavírus. O valor da linha de crédito passará de R$ 3 mil para R$ 5 mil por CNPJ. Esta medida faz parte do programa  Reação SC, movimento que prevê ações de retomada após a crise.

Coordenado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) e operacionalizado pela Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (Badesc), o programa já disponibilizou mais de R$ 274 milhões, ultrapassando 92 mil operações, aos microempreendedores catarinenses.

“Diante da pandemia causada pelo coronavírus, o Governo do Estado adiantou esse passo importante no apoio ao MEI. Agora, a partir do decreto 540, aumentamos em 66% o valor disponível. Esta e outras medidas vão contribuir na retomada econômica dos catarinenses, neste contexto tão desafiador para todos. É momento de união, de apoio e de confiança, de que juntos vamos conseguir enfrentar esta adversidade mundial, em primeiro lugar preservando vidas e depois, a nossa saúde financeira”, destaca o secretário Lucas Esmeraldino.

O presidente do Badesc, Eduardo Machado, afirma que fomentar o desenvolvimento de Santa Catarina é a missão da agência. “Fomos criados por catarinenses para atender aos catarinenses e, por isso, estamos engajados em dar condições de crescimento e renda para todos os empreendedores, especialmente MEIs, que encaram com muita coragem o dia a dia do seu negócio”.

Como funciona o Programa Juro Zero

Em funcionamento desde 2011, o Programa Juro Zero surgiu com o propósito de incentivar a formalização e valorizar a atuação do MEI em Santa Catarina. Quando lançado, o Estado tinha 50 mil MEIs registrados, hoje são mais de 557 mil.

Por meio do Juro Zero, o MEI recebe recursos financeiros de até R$ 5 mil para investir no seu negócio. Podem aderir ao programa todos os profissionais residentes em Santa Catarina. O empréstimo poderá ser parcelado em até oito vezes com os juros subsidiados pelo Estado. O empreendedor tem o direito a realizar até duas operações de crédito, que serão sujeitas à análise, por uma instituição de microcrédito habilitada pelo Badesc para esta finalidade. Há instituições disponíveis em todas as regiões.

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O Juro Zero conta com a parceria do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) e da Associação das Organizações de Microcrédito de Santa Catarina (Amcred/SC).

Programa Reação SC

O Programa Reação SC, desenvolvido pela SDE, trata ainda de uma série de medidas prioritárias que estão em fase final para implantação, como por exemplo, as linhas de crédito de capital de giro para micro e pequenas e médias empresas, com baixas taxas de juros (BRDE); e investimento em subvenção aos juros de financiamentos contraídos por agricultores e pescadores pela Secretaria da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural (SAR).

Entre as ações também estão a isenção do pagamento da conta de água nos meses de março e abril para beneficiários da Tarifa Social da Casan e  adiamento dos pagamentos das faturas de energia elétrica para pessoas de baixa renda em março e abril, que poderão ser parceladas em até 12 vezes a partir do mês de maio.

O Programa decorre das medidas econômicas desenvolvidas pelas Secretarias de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Fazenda (SEF), Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural (SAR), além de representantes da Secretaria da Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur); Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE); Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (Badesc); Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A (Celesc); e Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan).

 

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O governador Carlos Moisés anunciou no fim da tarde desta sexta-feira, 3, que os hospitais filantrópicos de Santa Catarina receberão o valor máximo estabelecido pela nova política hospitalar até o fim deste ano. Isso significa um repasse total de R$ 276,2 milhões até dezembro. Dessa maneira, as entidades poderão contar com aproximadamente R$ 10 milhões por mês além do que estava pactuado para compra de insumos e contratação de profissionais. A medida, de acordo com o governador, tem por objetivo fortalecer o caixa das unidades filantrópicas para o enfrentamento à Covid-19.

“Vamos investir maciçamente nos hospitais filantrópicos. Para este ano, vamos desconsiderar os critérios de avaliação. Isso fará com que o cidadão seja bem atendido em todos os lugares de Santa Catarina. Não há região que será esquecida pelo Governo. Todos os hospitais que tenham relação com o Executivo serão beneficiados”, afirmou o governador em seu pronunciamento. 

A distribuição dos recursos segue os critérios da política hospitalar catarinense, definida no ano passado em conjunto com a representação das secretarias municipais de Saúde. Essa política determina o porte dos hospitais em cinco níveis diferentes, conforme a estrutura. Cada nível tem um teto de repasse mensal. A partir dele, é calculado o desempenho da unidade hospitalar, que define o percentual do teto a que a entidade tem direito.

>>> Veja detalhes na tabela

Com a decisão do governador significa que todos os hospitais receberão 100% da tabela até dezembro. O repasse total (R$ 276,2 milhões) será mais do que o dobro do valor transferido às entidades no ano passado (R$ 119,2 milhões).O secretário de Estado da Saúde, Helton Zeferino, destacou que, além de ajudar no caixas das instituições filantrópicas, a medida fará com que elas proporcionem um melhor atendimento aos pacientes da Covid-19.

“Vivemos um período de pandemia. O sistema de saúde será exigido ao seu máximo. Os hospitais filantrópicos serão tão demandados quanto à rede pública. Esses valores serão essenciais para o enfrentamento à Covid-19”, afirmou Zeferino. 

Governador detalha planejamento

Ainda durante o seu pronunciamento, o governador detalhou o planejamento da Secretaria de Estado da Saúde (SES) para o enfrentamento da pandemia. O Estado trabalha com a meta de alcançar o número de até 2.500 leitos de UTI. Entre a rede própria e hospitais contratualizados, esse número era de 801 em março. A estes 801 serão adicionados 713, fruto da política de expansão da rede. Há ainda o plano de contingência para a ativação de outros mil leitos deste tipo.

O plano prevê a contratação de leitos em unidades privadas, uma vez que as cirurgias eletivas estão suspensas no estado. Um levantamento está sendo realizado pela SES e já estão ocorrendo as primeiras contratações. 

Quando toda essa rede estiver funcionando, a expectativa é que Santa Catarina passe a contar com 3,52 leitos de UTI para cada 10 mil habitantes (contra 1,58 atualmente). Segundo o governador, no auge da pandemia, a Itália necessitou de proporção de 2,4 para 10 mil habitantes, mas contava com apenas 1,5 para cada 10 mil pessoas.

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Santa Catarina chegou, nesta sexta-feira, 3, aos 301 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus, conforme boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde. O número representa um aumento de 7,1% em relação ao dia anterior. Não houve registro de novas mortes causadas pela Covid-19. Até as 18h, havia 31 pacientes confirmados com a doença internados em leitos de UTI. 

Há casos em 48 municípios catarinenses. Nesta sexta, foram confirmados os primeiros pacientes com coronavírus em Araranguá, Governador Celso Ramos, Irati, Morro da Fumaça e Palhoça. As cidades com mais casos são Florianópolis (78), Blumenau (24) e Criciúma (23).

Confira os municípios com casos confirmados:

Antônio Carlos - 8
Araranguá - 1
Balneário Arroio do Silva - 1
Balneário Camboriú - 10
Biguaçu - 1
Blumenau - 24
Braço do Norte - 12
Brusque - 3
Camboriú - 7
Canelinha - 1
Chapecó - 5
Criciúma - 23
Florianópolis - 78
Gaspar - 2
Governador Celso Ramos - 1
Gravatal - 3
Içara - 1
Imbituba - 6
Indaial - 1
Irati - 1
Itajaí - 19
Itapema - 2
Jaguaruna - 2
Jaraguá do Sul - 5
Joaçaba - 1
Joinville - 17
Lages - 1
Laguna - 1
Mafra - 1
Morro da Fumaça - 1
Navegantes - 4
Palhoça - 1
Papanduva - 2
Paulo Lopes - 1
Pescaria Brava - 1
Pomerode - 1
Porto Belo - 4
Rancho Queimado - 2
São Francisco do Sul - 1
São José - 12
São Lourenço do Oeste - 1
São Ludgero - 3
São Pedro de Alcântara - 1
Siderópolis - 2
Tijucas - 1
Timbé do Sul - 1
Tubarão - 15
Urussanga - 1
Outros estados - 5
Outros países - 3

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O impacto da pandemia de coronavírus no setor de eventos no Brasil e em outros países levou à suspensão, nesta sexta-feira, 3, do processo licitatório para a concessão do Centro de Eventos de Balneário Camboriú à iniciativa privada. A decisão foi tomada de forma conjunta pela a Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur) e a SC Participações e Parcerias (SCPAR). Os dois órgãos emitiram uma nota técnica na qual se enfatiza a crise econômica desencadeada pela Covid-19 como fator determinante. 

O edital de licitação foi lançado no final de janeiro e a sessão pública para abertura das propostas estava prevista para a próxima segunda-feira, 6. 

>>> Confira a íntegra da Nota Técnica emitida pela Santur e SC-Par  

No documento, a Santur e a SCPAR ressaltam a proibição de reuniões de qualquer natureza, conforme decretos do Governo do Estado (decretos 515, 521, 525 e 535) por pelo menos 30 dias. Desta forma como a previsão do edital santur 001/2020 é de um processo licitatório presencial, os órgãos avaliam que o momento não é oportuno para a realização da concorrência. Vale ressaltar que a Santur e a SCPAR cogitaram fazer a licitação de forma remota, mas, por conta dos riscos jurídicos envolvidos, a possibilidade foi descartada. 

Além disso, outros fatores foram levados em conta para a decisão. Segundo a nota técnica, a realização da concorrência no atual cenário pode refletir na participação das empresas no processo que, inclusive, é aberto a empresas estrangeiras. 

Grupo de trabalho com o trade é formado até a normalização da situação

Para monitorar o assunto, um Grupo de Trabalho (GT)  foi formado por técnicos da Santur, da SCPAR e da Procuradoria Geral do Estado (PGE), em interlocução com o trade turístico, entidades ligadas a eventos e sociedade civil. Esse GT terá validade durante a suspensão do edital de concessão.

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Em decorrência dos impactos do novo coronavírus na economia do Estado, os contribuintes optantes pelo Simples Nacional em Santa Catarina terão o prazo de recolhimento do ICMS prorrogado por 90 dias. O pedido, feito ao Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), foi aprovado nesta sexta-feira, 3, pelo Comitê Gestor do Simples Nacional. 

Com a decisão, os períodos de apuração de março, abril e maio, que venceriam em abril, maio e junho, têm seus prazos de recolhimento adiados, respectivamente, para julho, agosto e setembro. Também foram prorrogados por 90 dias os prazos de recolhimento do Imposto Sobre Serviços (ISS) das empresas do Simples e por 180 dias o diferimento do ICMS e ISS dos microempreendedores individuais (MEIs).

"Tivemos avanços significativos que irão minimizar os impactos econômicos da crise decorrente dos avanços da Covid-19. Teremos um prazo maior para os pequenos negócios superarem as dificuldades", analisou o secretário de Estado da Fazenda (SEF), Paulo Eli.

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Considerada atividade essencial, a entrega de alimentos em domicílio é uma das modalidades permitidas pelos decretos do Governo de Santa Catarina, que estabeleceram o isolamento social como condição para frear a disseminação do novo coronavírus no Estado. Preocupados em manter seus clientes abastecidos neste período, muitos agricultores optaram por iniciar ou incrementar esse serviço no período de quarentena.

As experiências se multiplicam pelo território catarinense e provam que crises podem abrir oportunidades interessantes. Para muitos agricultores que entregavam alimentos para merenda escolar, as entregas têm sido a alternativa para escoar a produção e evitar prejuízos. O mesmo ocorre com aqueles que comercializavam seus produtos em feiras livres que, por enquanto, estão suspensas. Há os casos de produtores que já faziam delivery e viram essa modalidade crescer nos últimos dias.

>>> Leia também: Coronavírus em SC: Entrega de produtos agrícolas em domicílio é alternativa segura para produtores e consumidores

Em todos os casos, a Epagri segue dando suporte para que a agricultura familiar não pare nesse momento tão delicado. Todas a entregas são feitas com os cuidados recomendados para evitar a proliferação do novo coronavírus.

Agroecológicos em Florianópolis e Ituporanga



A Célula de Consumo Responsável é uma iniciativa da UFSC que promove a venda direta de cestas fechadas de alimentos orgânicos ou agroecológicos, por meio de pedidos antecipados entre grupos de consumidores e grupos de agricultores orgânicos certificados pela Rede Ecovida de Agroecologia.

As entregas são feitas em ponto coletivos de retirada, quatro deles em Florianópolis e um em Ituporanga. Em decorrência da pandemia, as vendas no atacado para Florianópolis foram canceladas, para diminuir riscos aos agricultores, que na sua maioria são idosos. Entregas para a alimentação escolar também estão paradas. E as entregas nos pontos de coleta passaram a ser feita quinzenalmente, tudo para garantir a segurança de produtores e consumidores, alerta Dulciani Schlickmann, agricultora membro da Associação de Agroecologia, Desenvolvimento e Educação Ambiental (Agroeda), entidade pioneira na iniciativa da UFSC.

O grupo entrega cestas fixas, montada de acordo com os produtos da época, mas sempre com folhosas, frutas, legumes, raízes, temperos ou chás.  As cestas pequenas têm entre 4Kg e 4,5Kg e de 8 a 10 itens. São vendidas a R$ 29,00 cada. A cesta grande, com cerca de 7Kg a 8Kg de produtos e entre 10 e 14 itens diferentes, é vendida a R$ 53,00. O pagamento é antecipado.

Pedidos podem ser feitos com a Dulciani pelo whatsapp (47) 98481-8214.

Agricultor familiar matém entrega em Santo Amaro da Imperatriz e Palhoça



Antônio Marcos Costa veio do Paraná e se estabeleceu em Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis, para produzir e comercializar via delivery produtos orgânicos. Isso foi em março de 2019 e hoje, além de sua cidade, ele faz entregas em uma parte do município vizinho, Palhoça.

A Costa Orgânicos tem cerca de 100 clientes cadastrados em seu grupo de whatsapp, mas já chegou a atender 200 clientes, número que vem oscilando, descreve Antônio. Além do prazer de contribuir para a segurança alimentar de seus clientes e de sua família, ele conta que também se orgulha por estar produzindo de forma ambientalmente responsável.

Apesar da maior demanda devido ao isolamento, os Costa não aumentaram seus preços de entregas "para não afastar os clientes". Ele e sua família se programam para produzir com uma frequência regular os itens preferidos de seus clientes, como alface, rúcula, temperinho e couve. Também é associado à cooperativa local, a Coopafren, com quem troca produtos para aumentar o mix que oferta a seus clientes. Assim, consegue oferecer também produtos como alho-poró, agrião, batata inglesa e doce, abóbora paulista e cabotiá, feijão preto e vermelho, manjericão, nabo, cebola, tomate, maracujá, mel, entre outros. Na linha dos convencionais, tem erva para tererê e para chimarrão, pamonha e açúcar mascavo.

Quem quiser receber em casa os produtos da Costa Orgânicos pode procurar pelo Antônio Marcos no fone (46) 98404-6069.

Ovos caipiras e mel silvestre em Santo Amaro e Águas Mornas



A Daniela Pfleger precisou buscar uma alternativa para escoar sua produção de ovos caipiras e mel silvestre puro, depois que as feiras em que participava foram suspensas por decisão dos comerciantes. O clientes rotineiros pediram a continuidade da entregas e a solução encontrada foi a entrega em domicílio.

Desde o início do isolamento social, a Daniela entrega 20 quilos de mel e 20 dúzias de ovos para 10 a 15 cliente semanais que mantém nos municípios de Santo Amaro da Imperatriz e Águas Mornas, na Grande Florianópolis.

Para garantir o pagamento dos custos de produção, ela decidiu cobrar uma taxa de entrega de R$ 3,00 para Santo Amaro e R$ 4,00 para Águas Mornas. "Assim, não saímos no prejuízo bancando a gasolina, mas também não alteramos os valores, que são os mesmos desde o início do ano", descreve a produtora.

Daniela recomenda que outros profissionais rurais optem pela entrega em domicílio nesse momento de dificuldade e de necessária solidariedade. "O principal combate ao vírus ainda é a imunidade das pessoas e já ouvi vários clientes falando que estão tendo dificuldade de achar produtos naturais de qualidade e a preço justo", relata.

Quem quiser adquirir ovos caipiras e mel silvestre da Daniela pode contatá-la pelo Facebook ou Instagram @divinomimoatelie, whatsapp (48) 991627982 ou ainda pelo telefone (48) 32452404.

Irmãos entregam orgânicos em Araranguá

Na região de Araranguá, no Sul do Estado, os jovens agricultores André Oliveira Francisco e Murilo Francisco apostam no delivery para levar alimento de qualidade aos moradores locais nestes tempos de insegurança e isolamento.

"Temos orgulho de ser produtores orgânicos e levar até a porta da casa das pessoas um alimento limpo e sustentável, ainda mais nesse momento em que a saúde é prioridade de todos", conta André. O esforço é reconhecido pelos fregueses, como é o caso da Cristina Denis, que classificou como "maravilhosa" a cesta de alimentos que comprou dos agricultores.

Luciana Ferro Schneider, extensionista da Epagri em Araranguá, dá suporte aos irmãos por telefone, orientando sobre processos de higiene e conduta para diminuir o risco de contágio no manuseio dos produtos, no transporte e na entrega para as famílias. As informações, que são passadas aos compradores antes da entrega, incluem eliminar o aperto de mão, manter a distância mínima de 1,5 metro entre pessoas e fazer a higienização das mãos entre as entregas.

Os irmãos Francisco baseiam sua produção em uma modalidade de agricultura e comércio mais sustentável, respeitando o solo, o agricultor e o tempo de crescimento dos vegetais. Destacam a importância da aproximação entre consumidores e agricultores e percebem o cliente como um apoiador do trabalho, aquele que dá o suporte para uma atividade agrícola mais sustentável.

Além da produção própria, eles também estão entregando produtos orgânicos de propriedades parceiras. Os pedidos podem ser feitos pelos números (48) 99142-4285 / 99650-9998.

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Foto: Maurício Vieira / Arquivo / Secom

Conforme anunciado pelo Ministério da Saúde (MS), caminhoneiros, motoristas de transporte coletivo e portuários foram incluídos na 22ª Campanha de Vacinação contra a gripe. O novo grupo prioritário receberá a vacina na segunda fase da campanha, que começa no dia 16 de abril. De acordo com o MS, o grupo deve ser vacinado independente do município de residência, uma vez que transita por todo o país e fica exposto diariamente por estar na linha de frente, prestando serviços essenciais.

Além da inclusão deste novo grupo, outras alterações foram anunciadas. Em decorrência da suspensão das aulas, professores de escolas públicas e privadas, que também seriam vacinados na segunda fase da Campanha, agora serão vacinados na terceira fase, que começa no dia 9 de maio.

Para a vacinação do novo grupo, o Estado de Santa Catarina vai receber doses extras da vacina. O quantitativo ainda não foi informado pelo Ministério da Saúde.

Confira a atualização dos grupos para vacinação contra a influenza:

  • 1ª fase (a partir do dia 23/3): idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde;
  • 2ª fase (a partir do dia 16/4): profissionais das forças de segurança e salvamento, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade, caminhoneiros, motoristas de transporte coletivo e portuários;
  • 3ª fase (a partir do dia 9/5): professores de escolas públicas e privadas, crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), povos indígenas, adultos de 55 a 59 anos de idade e pessoas com deficiência física, visual, auditiva, múltipla, intelectual e mental.

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe segue até 22 de maio e a meta é vacinar, pelo menos, 90% de cada um dos grupos prioritários. O dia “D” de mobilização nacional é no sábado, 9 de maio.

Doses aplicadas

Até 3 de abril, às 14h, foram aplicadas 435.777 doses da vacina contra a gripe em idosos com mais de 60 anos, cobertura de 65,04% e 79.338 doses nos trabalhadores da saúde, totalizando uma cobertura de 58,86%.

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Divulgação / Polícia Civil

A Polícia Civil realizou uma nova operação nesta quinta-feira, 2, em Florianópolis para fiscalizar o cumprimento das medidas de restrições do decreto do Governo do Estado com ações para evitar a propagação do novo coronavírus. Os policiais civis percorreram, à tarde, a região Continental.

Participaram policiais civis da Gerência de Jogos e Diversões e Produtos Controlados com as delegacias do Continente e região central de Florianópolis. Houve ações nos comércios, passando pelos bairros de Capoeiras, Estreito, entre outros. Foi constatado que a maioria dos estabelecimentos cumpria as determinações, mas houve casos em que os policiais verificaram o descumprimento e realizaram as interdições. As ações de fiscalização acontecem em todas as regiões catarinenses.

Ao todo, desde o dia 18 de março, foram fechados pela Polícia Civil no Estado 2.383 estabelecimentos e 25 pessoas foram conduzidas a delegacias de polícia, conforme levantamento da Gerência de Jogos e Diversões e Produtos Controlados até a tarde desta quinta-feira.

As ações também incluem  fiscalizações em estabelecimentos financeiros pelo Estado – foram fiscalizados 474 desde 31 de março. Destes, 172 com filas. Houve notificação em 14 estabelecimentos por descumprimento da portaria 192/2020 da Secretaria de Estado da Saúde.

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Foto: Divulgação / SIE 

Para concluir a pavimentação asfáltica do lote 1B, da obra de Acesso ao Sul da Ilha, em Florianópolis, a Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade (SIE) informa que será necessário fazer o deslocamento do eixo de circulação, com a integração das duas pistas nos sentidos Centro (eixo 10) e aeroporto (eixo 20), no desvio provisório que está em uso na rodovia.

Para concluir a ligação, que ficará com pista dupla nos dois sentidos, o trânsito será alterado na rodovia. A previsão é que os serviços sejam realizados no sábado, 4, no sentido Centro (eixo 10) e na segunda-feira, 6, no sentido aeroporto (eixo 20), das 8h às 18h.

A interferência no trânsito será minimizada com um desvio provisório em base de brita graduada para manter o tráfego com a menor interrupção possível. Outra possibilidade para chegar ao Sul da Ilha e aeroporto será o trajeto por rodovias  alternativas como a SC-405 e SC-406.

“Os motoristas devem redobrar a atenção ao trafegar pela rodovia e diminuir a velocidade. Estamos trabalhando para liberar o trecho com pista dupla, conforme projeto original”, reforça o secretário da Infraestrutura e Mobilidade, Thiago Vieira.

Na última quarta-feira, 1º, a duplicação da pista no lote 1A, no Trevo da Seta, foi concluída e liberada para o tráfego. Nesta sexta-feira, 3, será finalizado o eixo 5, que liga o Bairro Carianos à Tapera.

Após a liberação das pistas duplas no lote 1B, a obra entra na fase final com ajustes de sinalização, passeios e manutenção.

Mais informações para imprensa:
Patricia Zomer
Vanessa Pires
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Fotos: Divulgação / Epagri

Um projeto desenvolvido por profissionais da Epagri e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) pode aquecer ainda mais o mercado de vinho fino de altitude no Estado. Pesquisadores testam em solo catarinense diferentes videiras, trazidas da Europa, que são mais resistentes a doenças e exigem menor uso de agrotóxico. O resultado é o menor custo de produção e maior qualidade das frutas.

O projeto Variedade Viníferas Resistentes a Doenças (Piwi) é realizado desde 2015 e pretende testar 30 variedades do grupo piwi até 2021. Essas plantas foram desenvolvidas com melhoramento genético e lançadas nos últimos 30 anos, mas recentemente ganharam o mercado internacional com a pressão da Europa para redução do uso de produtos químicos no campo.

As piwis são resultado do cruzamento de videiras já conhecidas como merlot ou cabernet, por exemplo, com espécies selvagens. Por isso, as novas plantas se tornaram resistentes a doenças e com alto potencial para produção de vinhos. “A ideia do projeto é reduzir os custos para a produção e para o meio ambiente” destaca o coordenador do projeto, André Luiz Kulkamp de Souza, que também é gerente de pesquisa da Estação Experimental da Epagri de Videira.

Segundo André, o estudo é inédito no Brasil e na América Latina, realizado em parceria com a Fondazione Edmund Mach da Itália e o Julius Kuhn Institut da Alemanha, dois países que são referência mundial na produção de vinhos. Os testes são realizados por 15 pesquisadores doutores da Epagri e UFSC, técnicos, alunos de graduação, mestrado e doutorado.

Esse é o quarto ano consecutivo que a equipe consegue uma safra satisfatória nos campos de Urussanga, Curitibanos, São Joaquim, Videira e Água Doce. O resultado já permite determinar quais cultivares se adaptaram às condições de solo e clima de Santa Catarina. “Primeiramente tínhamos que ter certeza de que iriam se adaptar. Agora vamos habilitar a documentação para multiplicar e difundir o material”, confirma o pesquisador. A intenção é disponibilizar as novas espécies já no próximo ano com a abertura de chamada para contratação de viveiristas para produzir as mudas.

Parceria dá resultados

A realização da pesquisa foi possível com uma importante parceria da iniciativa privada, por meio do Fundovitis, com a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável.

O presidente da fundação, Fábio Zabot Holthausen, enfatiza todo o trabalho de pesquisa que há por trás da produção de vinhos de altitude e que tornou Santa Catarina destaque nacional e internacional no setor. “Para a Fapesc é motivo de orgulho apoiar projetos mais perenes como este. A ideia aqui é possibilitar a produção de um vinho de maior qualidade, mas também com menos agrotóxico, com menor custo de produção. E, com certeza, gerando benefício para o produtor e para o consumidor”, afirma.

O secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, reforça ainda que é papel de sua pasta aliar tecnologia e sustentabilidade no desenvolvimento de Santa Catarina. “Apoiamos e incentivamos novos projetos e soluções para que Santa Catarina seja referência em inovação no Brasil e no mundo”, adianta.

Na safra de 2018, Santa Catarina produziu cerca de 61 mil toneladas de uva, plantadas em uma área de aproximadamente 4,7 mil hectares, segundo levantamento feito pela Epagri. Os municípios que mais cultivam a fruta são Pinheiro Preto e Videira, que concentram mais de 60% da produção catarinense.

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