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Foto: Nilson Teixeira / Arquivo / Epagri 

Santa Catarina é o terceiro maior produtor de tilápias do Brasil. Em 2018, os catarinenses produziram 36,4 mil toneladas do peixe. Em um ano, o Estado ampliou em 14% a produção de tilápias, principalmente nos municípios de Rio Fortuna, Massaranduba e Armazém.

O secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa, comemora os bons resultados do setor e acredita que a organização da cadeia produtiva e a profissionalização dos produtores pode ser um grande diferencial catarinense.

“A piscicultura tem um grande potencial de mercado. E Santa Catarina tem todas as condições de se destacar também nesse setor. Este será mais um ponto alto do nosso agronegócio. Temos alguns desafios, como a organização da cadeia produtiva e a transformação de milhares de produtores amadores em comerciais para que possam investir e acessar mais mercados”, destaca.

De acordo com o pesquisador da Epagri/Cedap, Fabiano Müller Silva, a tilápia é o peixe mais produzido no país e representa 75,9% da piscicultura catarinense. “O cultivo de peixes de água doce se mostra uma atividade muito importante para o agronegócio catarinense. O nosso desafio é manter o crescimento, fortalecendo e aproximando os diferentes elos da cadeia produtiva, principalmente na sedimentação do mercado avaliando o mercado para que o produtor consiga obter renda”, ressalta.

Produção de peixes em cultivo

Santa Catarina é o quinto maior produtor de peixes de água doce do Brasil. A produção de peixes em cultivo se adapta perfeitamente às características das propriedades rurais de Santa Catarina. A produção estadual chegou a 47,9 mil toneladas em 2018, um aumento de 10,6% em relação ao ano anterior.

O estado conta com aproximadamente 34 mil piscicultores, sendo que apenas 9% desse total atuam como produtores comerciais, ou seja, aqueles que usam tecnologia e se aprimoram na atividade. Embora em menor número, os produtores comerciais respondem por 70% da produção catarinense de peixes de água doce (33,5 mil toneladas).

Incentivo do Governo do Estado

A Secretaria da Agricultura mantém uma linha de apoio para o melhoramento da piscicultura em Santa Catarina. Os produtores contam com financiamento de até R$ 3.750,00 para aquisição de equipamentos.

O pagamento pode ser feito em duas parcelas anuais e sem juros. Se o produtor optar em quitar o financiamento no vencimento da primeira parcela, ele terá um desconto de 60% sobre o valor da segunda parcela.

Informações adicionais para imprensa:
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural
E-mail: imprensa@agricultura.sc.gov.br
Fone: (48) 3664-4417/ 98843-4996
Site: www.agricultura.sc.gov.br


Foto: Divulgação / Arquivo / Secom

O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA) passa a divulgar semanalmente o resultado da pesquisa de balneabilidade no ponto 11 da Beira-mar Norte. Além deste local em Florianópolis, a Praia Central de Balneário Camboriú, por determinação judicial, tem coletas todas as semanas durante a baixa temporada. De abril a outubro, os outros 227 pontos são analisados mensalmente e os relatórios divulgados na última sexta-feira de cada mês.

O IMA alterou a frequência das amostragens no ponto 11, em frente ao Monumento da Polícia Militar, visando proporcionar ainda mais informações e segurança à população com relação à qualidade da água no local.

Segundo os resultados das coletas de agosto, o ponto segue impróprio para mergulho, apesar de ter diminuído a quantidade de coliformes fecais nas últimas semanas. Para um local ser considerado próprio para banho, de cinco amostras consecutivas, no mínimo quatro devem ter até 800 E.coli por 100 mililitros.

As coletas realizadas no ponto 11 no mês de agosto apresentaram os seguintes resultados:

  •         06/08/2019 – 9.000 E.Coli NMP*/100ml
  •        12/08/2019 – 5000 E.Coli NMP*/100ml
  •         20/08/2019 – 500 E.Coli NMP*/100ml
  •         28/08/2019 – 97 E.Coli NMP*/100ml

A pesquisa de Balneabilidade é um trabalho realizado pelo IMA desde 1976, seguindo as normas da Resolução Conselho Nacional do Meio Ambiente. Começa com a coleta de amostras da água do mar em 229 pontos dos 500 quilômetros da costa catarinense. O IMA seleciona esses pontos de tal forma que todo o Litoral seja avaliado, concentrando as coletas justamente nos locais mais suscetíveis de poluição - os de maior fluxo de banhistas.

Os técnicos fazem as coletas da água do mar a até um metro de profundidade, na quantidade de 100 mililitros em cada ponto. O material coletado é submetido a exames bacteriológicos durante 24 horas. São necessárias cinco semanas consecutivas de coleta para se obter um resultado tecnicamente confiável.

Para as análises são levados em consideração aspectos como condições de maré, incidência pluviométrica nas últimas 24 horas no local, a temperatura da amostra e do ar no momento da coleta (parâmetro físico) e a imediata condução para a pesquisa em crescimento bacteriano.

Todas as informações das praias catarinenses podem ser acessadas em balneabilidade.ima.sc.gov.br.

Informações adicionais à imprensa:
Claudia Xavier
Assessoria de Imprensa IMA
Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina
E-mail: comunicacao@ima.sc.gov.br
Fone: (48) 3665 4177 / (48) 99172 8277
Site: www.ima.sc.gov.br 


Foto: Ricardo Wolffebüttel / Secom

O material metálico usado no trabalho de restauração da ponte Hercílio Luz terá um destino nobre com a conclusão dos trabalhos na Velha Senhora. Todo o aço que serviu de sustentação para a restauração do cartão postal servirá de base para a construção de até 835 pequenas pontes no interior do Estado. O número foi divulgado esta semana após um levantamento realizado pelo consórcio responsável por fazer o plano de corte, o beneficiamento do material, os projetos básicos e a montagem dos kits. 

Segundo o chefe da Defesa Civil, coronel João Batista Cordeiro Júnior, no momento estão sendo recebidas as demandas com as necessidades dos municípios. Até o momento, cerca de 50 prefeituras já procuraram o Governo do Estado com interesse nos kits. As pontes terão até 12 metros de comprimento e substituirão pontes precárias, em sua maioria feitas de madeira.

“Estamos recepcionando as demandas dos municípios e avaliando a precariedade das estruturas. Como contrapartida, a obrigação dos municípios é fazer as cabeceiras, montar a logística para buscar os kits e fazer a execução”, conta Batista.

Para receber os kits, os municípios precisam atender a alguns requisitos, sendo os principais deles: as rodovias que receberão as pontes precisam estar oficialmente na malha rodoviária municipal e a administração precisa ter uma Defesa Civil instituída. As exigências constarão de uma Instrução Normativa que está sendo elaborada pelo Governo do Estado.

Economia e durabilidade

Outro ponto destacado por Batista no reuso das estruturas metálicas é a economia. Cada kit terá um custo de aproximadamente R$ 5,8 mil, ao passo que um kit de concreto para uma ponte de seis metros custa aproximadamente R$ 50 mil. Além disso, as estruturas de madeira demandam uma manutenção mais cara do que as estruturas metálicas:

“Faremos pontes preventivas também. Quando a Defesa Civil faz uma obra, executa sempre visando a resiliência. Os vão não serão menores que as margens dos Rios, para evitar represamento de água sobre a estrutura. Serão pontes sustentáveis”.

A expectativa da Defesa Civil é que os primeiros kits comecem a ser entregues dentro de 80 dias.

>>> Leia mais:

Última transferência de carga é concluída com sucesso e Ponte Hercílio Luz volta a estar suspensa

Informações adicionais para imprensa:
Leonardo Gorges
Assessoria de Imprensa
Secretaria Executiva de Comunicação - SECom
E-mail: leonardogorges@secom.sc.gov.br 
Fone: (48) 3665-3045
Site: www.sc.gov.br 

 Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Secom

Durante visita de trabalho em Imbituba na manhã desta sexta-feira, 30, o governador Carlos Moisés buscou detalhes sobre o planejamento de ações de crescimento das atividades portuárias. Recebido por Jamazi Ziegler, diretor-presidente da SCPar Porto de Imbituba, empresa pública responsável por administrar a infraestrutura e fiscalizar as operações do local, Moisés manifestou o interesse do Estado em promover o desenvolvimento do complexo portuário e da região. 

"Nós sempre entendemos o Porto como uma ferramenta para o desenvolvimento regional. O Porto tem muito potencial para crescer. As condições naturais são muito favoráveis. Precisamos trazer indústrias para aproveitar a logística, sempre considerando também a comunidade em volta", afirma Moisés.

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De acordo com o diretor-presidente da SCPar Porto de Imbituba, Jamazi Ziegler, a gestão do Porto dispõe de técnicos qualificados e a estrutura está praticamente pronta para receber os maiores navios que transitam pela costa brasileira. 

"Toda essa retroárea está pronta para receber grandes investimentos. Temos um amplo espaço para crescer. Um diferencial é que podemos receber vários tipos de carga, não ficamos restritos a granéis ou contêineres, por exemplo", explica. Ele frisa que toda expansão precisa seguir o planejamento estratégico do porto.

O presidente da SCPar, Gustavo Salvador Pereira, também acompanhou a reunião.

O Porto de Imbituba
O Porto de Imbituba movimentou 2,8 milhões de toneladas de janeiro a junho de 2019. O volume representa um incremento de 9,6% no movimento de cargas no Complexo Portuário do Sul Catarinense. No período, as cargas que apresentaram maior movimentação foram: a ureia (+2.165%), as toras de madeira (+989%), o milho (+435,4%) e a hulha betuminosa (+156,4%). O serviço de cabotagem de contêineres, navios que trafegam entre portos brasileiros, cresceu 30%.

Localizado em ponto estratégico no sul do Brasil, por ter acesso imediato ao mar aberto, o Porto de Imbituba é administrado desde 2012 pela SCPar Porto de Imbituba, empresa pública do Estado de Santa Catarina. Suas águas calmas, protegidas por um molhe de 850 metros, permitem manobras de atracação e desatracação rápidas e seguras. Considerado o Porto com a maior profundidade entre os Portos Públicos da Região Sul do Brasil, possui três berços de atracação.

No Porto de Imbituba, predominam as movimentações do complexo de grãos (soja e milho) e de coque de petróleo, além de volumes de contêineres, sal, madeiras, fertilizantes, soda cáustica, entre outros.

Informações adicionais para a imprensa
Renan Medeiros
Assessoria de Imprensa
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Indicação geográfica da erva-mate do Planalto Norte Catarinense foi premiado na categoria Manejo Florestal Sustentável - Foto: Divulgação / Epagri

A Epagri conquistou três troféus na 26ª edição do Prêmio Expressão de Ecologia, reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente. A entrega será realizada nesta sexta-feira, 30, na sede da Fiesc, em Florianópolis. A Empresa também será homenageada pelos 16 troféus já recebidos em todas as edições, o que a torna a instituição mais vezes premiada na história do concurso.

O prêmio se propõe a divulgar ações ambientais de empresas da região Sul do Brasil e incentivar que outras sigam o mesmo caminho. Em 2019, a Epagri foi premiada nas categorias Agropecuária, Reciclagem e Manejo Florestal Sustentável. Foram 113 projetos inscritos na 26ª edição e 23 premiados.

Apicultura conectada

Na categoria Agropecuária, a Epagri venceu com o projeto “Uso de tecnologias digitais para preservação das abelhas e fortalecimento da apicultura como geração de renda e preservação ambiental”. O projeto desenvolveu a plataforma digital Apis On-Line, que fornece informações em tempo real para a cadeia produtiva.


Colmeias conectadas a estações meteorológicas fornecem dados em tempo real - Foto: Ciram/Epagri

O Apis On-Line reúne dados coletados por seis unidades apícolas de referência, que são colmeias conectadas a estações agrometeorológicas que medem chuva, molhamento foliar, temperatura, umidade relativa do ar e outras variáveis. Sensores instalados dentro da colmeia medem temperatura e umidade do ar e uma balança de precisão pesa o mel produzido. Os dados são transmitidos automaticamente e inseridos na plataforma. Com base neles, os pesquisadores podem observar quais condições meteorológicas influenciam a produção de mel.

A iniciativa permitiu difundir informações estratégicas para mais de 17 mil usuários entre 2017 e 2018. O projeto envolveu pesquisadores, extensionistas, apicultores, meliponicultores, associações e indústrias.

Armadilhas artesanais

Na categoria Reciclagem, o projeto vencedor foi “Confecção de armadilhas artesanais de baixo custo para a captura de insetos-praga”, desenvolvido pela Estação Experimental da Epagri em Caçador. A iniciativa buscou reutilizar, adaptar, desenvolver e calcular os custos de armadilhas artesanais de baixo custo, confeccionadas com garrafas do tipo PET.

A solução da Epagri, feita com garrafas reutilizadas, pode ser usada para controlar os insetos de forma mais sustentável, evitando o uso excessivo, indiscriminado e exclusivo de agrotóxicos para o controle de pragas.

As armadilhas adesivas coloridas para insetos consistem em superfícies de coloração amarela ou azul impregnadas com uma substância adesiva. O uso está baseado em estudos que indicam que os comprimentos de onda emitidos por determinadas superfícies coloridas atraem diferentes espécies de insetos.

Erva-mate com identidade

O projeto “Indicação geográfica da erva-mate do Planalto Norte Catarinense” foi premiado na categoria Manejo Florestal Sustentável. Nessa região, a erva-mate é produzida em sistema agroflorestal, contribuindo para a manutenção de grande parte da floresta de araucária. A Epagri se uniu a outras instituições para pleitear uma indicação geográfica (IG) para esse produto.


No Planalto Norte, a erva-mate é produzida em sistema agroflorestal, contribuindo para a manutenção de araucária Foto: Sérgio Teixeira /Arquivo / Secom

A IG é uma certificação, concedida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), que garante que um produto só tem aquelas propriedades porque é influenciado por características ambientais ou culturais de determinada região. O projeto da Epagri realizou estudos que subsidiaram o dossiê para o pedido da IG, cujo processo está em andamento.

Conheça os vencedores: https://editoraexpressao.com/vencedores

Acesse os 113 projetos participantes: https://editoraexpressao.com/participantes2019

Serviço

  • O que: Entrega do Prêmio Expressão de Ecologia com homenagem à Epagri
  • Quando: nesta sexta-feira, 30 , das 13h30 às 17h
  • Onde: na sede da Fiesc, em Florianópolis - Rod. Admar Gonzaga, 2765

 

Informações para a imprensa
Gisele Dias, jornalista: (48) 99989-2992 / 3665-5147
Isabela Schwengber, jornalista: (48) 3665-5407

 

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